Ana Karolyna Xavier de Morais, João Luiz Quirino da Silva Filho, Jacinto da Costa Silva Neto
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Abstract
O câncer do colo do útero possui uma maior incidência nos países subdesenvolvidos já que nestes países os programas de prevenção e detecção deste câncer se mostra menos eficaz que nos países onde são implementados programas semelhantes. O êxito no rastreamento do câncer de colo uterino e suas lesões percussoras dependem da detecção e diagnóstico precoce a da investigação periódica por meio do exame Papanicolau, ações preventivas contra o câncer cervical também se fazem por meio da educação popular e do tratamento das lesões de colo em suas fases iniciais antes de se tornarem lesões invasivas, quando o tratamento é de baixo custo e tem elevado percentual de cura. De acordo com estudos sobre os determinantes da cobertura do exame de rastreio do câncer de colo de útero no Brasil, a não realização do exame associa-se à baixa escolaridade, ao baixo nível socioeconômico, à baixa renda familiar, ao viver sem companheiro, à cor parda, ao uso de contraceptivo oral, à vergonha ou ao medo em relação ao exame, ao fato de não ter realizado consulta médica no ano anterior à pesquisa e à dificuldade de acesso à assistência médica. O presente estudo teve como objetivo avaliar o perfil socioeconômico bem como as principais queixas citadas pelas pacientes atendidas no serviço de citologia do laboratório Central da Universidade Federal de Pernambuco.