Rejane Eleuterio Ferreira, J. F. Santos, Daniella da Silva de Souza, Ana Luiza Rodrigues Santos, Rafael Leão de Castro Santos, G. E. Prado
{"title":"SABORES DA VIDA ACADÊMICA NA FORMAÇÃO DE GRADUANDOS DE ENFERMAGEM DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19","authors":"Rejane Eleuterio Ferreira, J. F. Santos, Daniella da Silva de Souza, Ana Luiza Rodrigues Santos, Rafael Leão de Castro Santos, G. E. Prado","doi":"10.54751/revistafoco.v17n4-068","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"Introdução: A pandemia de Covid-19 fez com que muitas instituições de ensino ajustassem os métodos de ensino, adotando o ensino remoto e posteriormente o ensino híbrido. Essa reconfiguração do ensino mostrou-se desafiadora sobretudo para o curso de Enfermagem, o qual apresenta uma interação insubstituível de conhecimentos teóricos com a prática. Objetivo: discutir sobre o processo de formação na graduação de Enfermagem em uma universidade pública no Brasil durante o período da pandemia da COVID-19, sob a ótica de discentes. Método: trata-se de uma pesquisa qualitativa de abordagem sociopoética realizada com 8 alunas da graduação em Enfermagem de uma Universidade Federal, que tiveram a adoção de um modelo de ensino emergencial no período da pandemia da covid-19. A produção de dados se deu em dois encontros remotos com a experimentação sociopoética nomeada “Sabores da Vida” onde os participantes fizeram analogia de sabores com o processo de formação. Resultados: foram elaborados pelas participantes três confetos - conceitos com afetos: “Morango da Formação”, “Aprendizado meio Amargo” e “PF com Amor”. Esses confetos ilustram, respectivamente, as vivências relatadas pelos graduandos de enfermagem durante o ensino emergencial adotado na pandemia da covid-19, dentre elas, atividades enriquecedoras e saborosas, mas que sofreram adaptações como atividades extracurriculares tais como iniciação científica, evento científico e estágio. Assim como vivências pouco saborosas como distanciamento físico e o convívio algumas vezes conflitante com docentes e profissionais da saúde durante o ensino teórico prático. Conclusão: O estudo reforçou a importância do ensino no formato totalmente presencial e revelou que o tempero essencial para garantir uma boa formação é o amor e empatia dos professores para com os alunos.","PeriodicalId":510442,"journal":{"name":"REVISTA FOCO","volume":"9 3","pages":""},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2024-04-12","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"REVISTA FOCO","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.54751/revistafoco.v17n4-068","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
引用次数: 0
Abstract
Introdução: A pandemia de Covid-19 fez com que muitas instituições de ensino ajustassem os métodos de ensino, adotando o ensino remoto e posteriormente o ensino híbrido. Essa reconfiguração do ensino mostrou-se desafiadora sobretudo para o curso de Enfermagem, o qual apresenta uma interação insubstituível de conhecimentos teóricos com a prática. Objetivo: discutir sobre o processo de formação na graduação de Enfermagem em uma universidade pública no Brasil durante o período da pandemia da COVID-19, sob a ótica de discentes. Método: trata-se de uma pesquisa qualitativa de abordagem sociopoética realizada com 8 alunas da graduação em Enfermagem de uma Universidade Federal, que tiveram a adoção de um modelo de ensino emergencial no período da pandemia da covid-19. A produção de dados se deu em dois encontros remotos com a experimentação sociopoética nomeada “Sabores da Vida” onde os participantes fizeram analogia de sabores com o processo de formação. Resultados: foram elaborados pelas participantes três confetos - conceitos com afetos: “Morango da Formação”, “Aprendizado meio Amargo” e “PF com Amor”. Esses confetos ilustram, respectivamente, as vivências relatadas pelos graduandos de enfermagem durante o ensino emergencial adotado na pandemia da covid-19, dentre elas, atividades enriquecedoras e saborosas, mas que sofreram adaptações como atividades extracurriculares tais como iniciação científica, evento científico e estágio. Assim como vivências pouco saborosas como distanciamento físico e o convívio algumas vezes conflitante com docentes e profissionais da saúde durante o ensino teórico prático. Conclusão: O estudo reforçou a importância do ensino no formato totalmente presencial e revelou que o tempero essencial para garantir uma boa formação é o amor e empatia dos professores para com os alunos.