Simone Cristina da Silva Di Pietro, Maria Luísa Bonazzi Palmieri, Natália Ferreira de Almeida
{"title":"A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO MUSEU FLORESTAL OCTÁVIO VECCHI, SÃO PAULO, SP","authors":"Simone Cristina da Silva Di Pietro, Maria Luísa Bonazzi Palmieri, Natália Ferreira de Almeida","doi":"10.24278/rif.2024.36e939","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"Considerando o potencial dos museus em geral e, em especial, dos museus de ciência, como espaços de educação ambiental, é importante discutir se as finalidades institucionais e as práticas educativas realizadas nesses espaços contemplam a dimensão da educação ambiental. Nesse sentido, o presente artigo tem o objetivo de caracterizar e analisar as finalidades institucionais e as práticas do Museu Florestal Octávio Vecchi e, a partir dessas análises, elaborar uma proposta de aspectos teóricos e práticos a serem considerados no desenvolvimento da educação ambiental no referido museu, localizado no Parque Estadual Alberto Löfgren, em São Paulo – SP. Foi realizada a análise documental das fontes primárias do acervo da Biblioteca do antigo Instituto Florestal e do acervo Museu Florestal Octávio Vecchi e realizada a observação de práticas educativas desenvolvidas no museu. Constatou-se que sempre houve uma preocupação com o patrimônio natural, em atividades com a comunidade local, no reforço na identidade local e como instituição. Nas visitas observadas foram identificadas práticas de educação ambiental nas suas macrotendências pragmática e conservacionista, enfatizando a preservação das florestas e a reciclagem. Destacou-se, pois, a importância de uma equipe fixa no serviço educativo, de maior integração entre as equipes de mediação do Museu Florestal e do parque no qual está inserido e de ampliação das parcerias para um trabalho de educação ambiental em uma perspectiva crítica.","PeriodicalId":0,"journal":{"name":"","volume":"33 4","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-07-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.24278/rif.2024.36e939","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
引用次数: 0
Abstract
Considerando o potencial dos museus em geral e, em especial, dos museus de ciência, como espaços de educação ambiental, é importante discutir se as finalidades institucionais e as práticas educativas realizadas nesses espaços contemplam a dimensão da educação ambiental. Nesse sentido, o presente artigo tem o objetivo de caracterizar e analisar as finalidades institucionais e as práticas do Museu Florestal Octávio Vecchi e, a partir dessas análises, elaborar uma proposta de aspectos teóricos e práticos a serem considerados no desenvolvimento da educação ambiental no referido museu, localizado no Parque Estadual Alberto Löfgren, em São Paulo – SP. Foi realizada a análise documental das fontes primárias do acervo da Biblioteca do antigo Instituto Florestal e do acervo Museu Florestal Octávio Vecchi e realizada a observação de práticas educativas desenvolvidas no museu. Constatou-se que sempre houve uma preocupação com o patrimônio natural, em atividades com a comunidade local, no reforço na identidade local e como instituição. Nas visitas observadas foram identificadas práticas de educação ambiental nas suas macrotendências pragmática e conservacionista, enfatizando a preservação das florestas e a reciclagem. Destacou-se, pois, a importância de uma equipe fixa no serviço educativo, de maior integração entre as equipes de mediação do Museu Florestal e do parque no qual está inserido e de ampliação das parcerias para um trabalho de educação ambiental em uma perspectiva crítica.