Flávia Dayana Ribeiro da Silveira, Grazielle Rigotti da Silva, A. Shimo, Inez Sampaio Nery, Nalma Alexandra Rocha de Carvalho, Kerolayne Laiz Barbosa Morais
{"title":"回归性活动后接受会阴切开术的妇女的社会人口学和产科概况/回归性活动后接受会阴切开术的妇女的社会人口学和产科概况/会阴切开术妇女的社会人口学和产科概况。","authors":"Flávia Dayana Ribeiro da Silveira, Grazielle Rigotti da Silva, A. Shimo, Inez Sampaio Nery, Nalma Alexandra Rocha de Carvalho, Kerolayne Laiz Barbosa Morais","doi":"10.26694/2238-7234.8138-43","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"Objetivo: descrever o perfil socioeconômico e obstétrico de mulheres submetidas à episiotomia após o retorno às atividades sexuais. Metodologia: estudo quantitativo com amostra intencional e não‐probabilística de 126 mulheres, atendidas na atenção básica, submetidas ao parto vaginal com episiotomia. Após aprovação do Comitê de Ética, foi aplicado o instrumento com os seguintes dados: idade, raça, moradia, renda e grau de escolaridade, seguido de perguntas acerca de dados obstétricos da participante. Resultados: as entrevistadas eram em sua maioria pardas (33,3%), jovens (M = 24,6anos), em união estável (46,8%) e com relacionamentos recentes (37,3%). As entrevistadas tinham apenas o ensino fundamental e médio, eram donas de casa (56,3%), tinham renda individual inferior a um salário (21,4%), moravam em casas cedidas com mais de quatro cômodos (54%) e com até quatro pessoas (55,6%). Sobre os dados obstétricos, não se identificou gestação gemelar, majoritariamente (80,2%) as mulheres não planejaram a gravidez e apenas 11 (8,7%) delas não realizaram nenhuma consulta pré-natal. Conclusão: evidencia-se a necessidade de prevenir gravidezes não planejadas em mulheres jovens e com baixa renda. Essa realidade pode ser mudada com profissionais da saúde pública engajados e entendendo a sexualidade enquanto necessidade humana básica, além de Políticas públicas eficazes.Descritores: Enfermagem. Episiotomia. Sexualidade.","PeriodicalId":176277,"journal":{"name":"Revista de Enfermagem da UFPI","volume":"47 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2019-04-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"1","resultStr":"{\"title\":\"Sociodemographic and obstetric profile of women undergoing episiotomy after returning to sexual activity / Perfil sociodemográfico e obstétrico de mulheres submetidas a episiotomia após o retorno às atividades sexuais / Perfil sociodemográfico y obstétrico de mujeres sometidas a la episiotomía..\",\"authors\":\"Flávia Dayana Ribeiro da Silveira, Grazielle Rigotti da Silva, A. Shimo, Inez Sampaio Nery, Nalma Alexandra Rocha de Carvalho, Kerolayne Laiz Barbosa Morais\",\"doi\":\"10.26694/2238-7234.8138-43\",\"DOIUrl\":null,\"url\":null,\"abstract\":\"Objetivo: descrever o perfil socioeconômico e obstétrico de mulheres submetidas à episiotomia após o retorno às atividades sexuais. Metodologia: estudo quantitativo com amostra intencional e não‐probabilística de 126 mulheres, atendidas na atenção básica, submetidas ao parto vaginal com episiotomia. Após aprovação do Comitê de Ética, foi aplicado o instrumento com os seguintes dados: idade, raça, moradia, renda e grau de escolaridade, seguido de perguntas acerca de dados obstétricos da participante. Resultados: as entrevistadas eram em sua maioria pardas (33,3%), jovens (M = 24,6anos), em união estável (46,8%) e com relacionamentos recentes (37,3%). As entrevistadas tinham apenas o ensino fundamental e médio, eram donas de casa (56,3%), tinham renda individual inferior a um salário (21,4%), moravam em casas cedidas com mais de quatro cômodos (54%) e com até quatro pessoas (55,6%). Sobre os dados obstétricos, não se identificou gestação gemelar, majoritariamente (80,2%) as mulheres não planejaram a gravidez e apenas 11 (8,7%) delas não realizaram nenhuma consulta pré-natal. Conclusão: evidencia-se a necessidade de prevenir gravidezes não planejadas em mulheres jovens e com baixa renda. Essa realidade pode ser mudada com profissionais da saúde pública engajados e entendendo a sexualidade enquanto necessidade humana básica, além de Políticas públicas eficazes.Descritores: Enfermagem. Episiotomia. Sexualidade.\",\"PeriodicalId\":176277,\"journal\":{\"name\":\"Revista de Enfermagem da UFPI\",\"volume\":\"47 1\",\"pages\":\"0\"},\"PeriodicalIF\":0.0000,\"publicationDate\":\"2019-04-07\",\"publicationTypes\":\"Journal Article\",\"fieldsOfStudy\":null,\"isOpenAccess\":false,\"openAccessPdf\":\"\",\"citationCount\":\"1\",\"resultStr\":null,\"platform\":\"Semanticscholar\",\"paperid\":null,\"PeriodicalName\":\"Revista de Enfermagem da UFPI\",\"FirstCategoryId\":\"1085\",\"ListUrlMain\":\"https://doi.org/10.26694/2238-7234.8138-43\",\"RegionNum\":0,\"RegionCategory\":null,\"ArticlePicture\":[],\"TitleCN\":null,\"AbstractTextCN\":null,\"PMCID\":null,\"EPubDate\":\"\",\"PubModel\":\"\",\"JCR\":\"\",\"JCRName\":\"\",\"Score\":null,\"Total\":0}","platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Revista de Enfermagem da UFPI","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.26694/2238-7234.8138-43","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
Sociodemographic and obstetric profile of women undergoing episiotomy after returning to sexual activity / Perfil sociodemográfico e obstétrico de mulheres submetidas a episiotomia após o retorno às atividades sexuais / Perfil sociodemográfico y obstétrico de mujeres sometidas a la episiotomía..
Objetivo: descrever o perfil socioeconômico e obstétrico de mulheres submetidas à episiotomia após o retorno às atividades sexuais. Metodologia: estudo quantitativo com amostra intencional e não‐probabilística de 126 mulheres, atendidas na atenção básica, submetidas ao parto vaginal com episiotomia. Após aprovação do Comitê de Ética, foi aplicado o instrumento com os seguintes dados: idade, raça, moradia, renda e grau de escolaridade, seguido de perguntas acerca de dados obstétricos da participante. Resultados: as entrevistadas eram em sua maioria pardas (33,3%), jovens (M = 24,6anos), em união estável (46,8%) e com relacionamentos recentes (37,3%). As entrevistadas tinham apenas o ensino fundamental e médio, eram donas de casa (56,3%), tinham renda individual inferior a um salário (21,4%), moravam em casas cedidas com mais de quatro cômodos (54%) e com até quatro pessoas (55,6%). Sobre os dados obstétricos, não se identificou gestação gemelar, majoritariamente (80,2%) as mulheres não planejaram a gravidez e apenas 11 (8,7%) delas não realizaram nenhuma consulta pré-natal. Conclusão: evidencia-se a necessidade de prevenir gravidezes não planejadas em mulheres jovens e com baixa renda. Essa realidade pode ser mudada com profissionais da saúde pública engajados e entendendo a sexualidade enquanto necessidade humana básica, além de Políticas públicas eficazes.Descritores: Enfermagem. Episiotomia. Sexualidade.