{"title":"LGBTQIA+在学校的领地","authors":"E. Freitas, P. S. Fernandez","doi":"10.22409/eg.v8i17.52304","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"Este artigo propõe discutir o espaço escolar a partir das noções geográficas de território e de territorialidade como expressão de práticas espaciais mobilizadoras da discussão de gênero e de sexualidade, dando ênfase a grupos de estudantes LGBTQIA+. Estes que por muitos componentes da comunidade escolar são considerados desviantes aos padrões socioculturais heteronormativos e hegemônicos e vêm enfrentando nas últimas décadas um apagamento por parte de políticas educacionais que se posicionam claramente sobre a inclusão e diversidade no âmbito dessas discussões. Para tanto, elegemos o conceito de território (e seus derivativos: territorialidades e territórios vividos) como direcionamento para o estudo, visto que as práticas espaciais se tornam experiências “marginais” implicando na quebra de barreiras, geração de conflitos e na construção de territorialidades a partir de relações de poder.","PeriodicalId":369188,"journal":{"name":"Ensaios de Geografia","volume":"5 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2022-07-31","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"1","resultStr":"{\"title\":\"TERRITORIALIDADES LGBTQIA+ EM UMA ESCOLA\",\"authors\":\"E. Freitas, P. S. Fernandez\",\"doi\":\"10.22409/eg.v8i17.52304\",\"DOIUrl\":null,\"url\":null,\"abstract\":\"Este artigo propõe discutir o espaço escolar a partir das noções geográficas de território e de territorialidade como expressão de práticas espaciais mobilizadoras da discussão de gênero e de sexualidade, dando ênfase a grupos de estudantes LGBTQIA+. Estes que por muitos componentes da comunidade escolar são considerados desviantes aos padrões socioculturais heteronormativos e hegemônicos e vêm enfrentando nas últimas décadas um apagamento por parte de políticas educacionais que se posicionam claramente sobre a inclusão e diversidade no âmbito dessas discussões. Para tanto, elegemos o conceito de território (e seus derivativos: territorialidades e territórios vividos) como direcionamento para o estudo, visto que as práticas espaciais se tornam experiências “marginais” implicando na quebra de barreiras, geração de conflitos e na construção de territorialidades a partir de relações de poder.\",\"PeriodicalId\":369188,\"journal\":{\"name\":\"Ensaios de Geografia\",\"volume\":\"5 1\",\"pages\":\"0\"},\"PeriodicalIF\":0.0000,\"publicationDate\":\"2022-07-31\",\"publicationTypes\":\"Journal Article\",\"fieldsOfStudy\":null,\"isOpenAccess\":false,\"openAccessPdf\":\"\",\"citationCount\":\"1\",\"resultStr\":null,\"platform\":\"Semanticscholar\",\"paperid\":null,\"PeriodicalName\":\"Ensaios de Geografia\",\"FirstCategoryId\":\"1085\",\"ListUrlMain\":\"https://doi.org/10.22409/eg.v8i17.52304\",\"RegionNum\":0,\"RegionCategory\":null,\"ArticlePicture\":[],\"TitleCN\":null,\"AbstractTextCN\":null,\"PMCID\":null,\"EPubDate\":\"\",\"PubModel\":\"\",\"JCR\":\"\",\"JCRName\":\"\",\"Score\":null,\"Total\":0}","platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Ensaios de Geografia","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.22409/eg.v8i17.52304","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
Este artigo propõe discutir o espaço escolar a partir das noções geográficas de território e de territorialidade como expressão de práticas espaciais mobilizadoras da discussão de gênero e de sexualidade, dando ênfase a grupos de estudantes LGBTQIA+. Estes que por muitos componentes da comunidade escolar são considerados desviantes aos padrões socioculturais heteronormativos e hegemônicos e vêm enfrentando nas últimas décadas um apagamento por parte de políticas educacionais que se posicionam claramente sobre a inclusão e diversidade no âmbito dessas discussões. Para tanto, elegemos o conceito de território (e seus derivativos: territorialidades e territórios vividos) como direcionamento para o estudo, visto que as práticas espaciais se tornam experiências “marginais” implicando na quebra de barreiras, geração de conflitos e na construção de territorialidades a partir de relações de poder.