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O papel do Knowledge Broker nos arranjos instituições promotores de inovação contemporâneos: um ensaio teórico
Qualquer que seja a teoria que fundamente a ideia de um modelo ideal para ambientes promotores de inovação, desde Sistemas Nacionais, desdobrados a Regionais, milieus inovativos, ecossistemas de empreendedorismo e inovação, até mesmo as mais novas comunidades de negócios e startups, em algum momento da discussão debruça-se em um dilema que parece crescer inversamente ao número de estudos encontrados na literatura: qual o papel de um knowledge broker frente aos avanços e urgência das transformações tecnológicas? Como pode conciliar os interesses atrelados ao poder, posse e orquestração do conhecimento àqueles ligados à inovação de startups, empresas tradicionais, instituições de ensino, pesquisa, fomento, intermediação e governos em todos os seus níveis, especialmente dentro dos territórios geograficamente demarcados? O presente ensaio teórico se apoia em duas premissas: a de que o conhecimento está invariavelmente nas pessoas (e não nas instituições e organizações em si), e que pessoas se relacionam com pessoas. E, com isso posto, sob a luz de teorias consolidadas, se propõe a discutir e apresentar insights acerca do papel desses intermediadores para o fluxo de conhecimento e consequentes disseminação da inovação e desenvolvimento regional.