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Decolonialidade e jogos digitais: releitura histórica, resistência e luta
Entendendo os jogos digitais como artefatos culturais dotados de valores e significados.Analisamos o jogo “Banzo – Marks of Slavery” (Banzo – Marcas da Escravidão), umareleitura do passado colonial brasileiro; nele o controle de um quilombo permite ações deenfrentamento, incluindo elementos culturais e religiosos. A análise temática qualitativaidentificou três grandes categorias (macro-estrutura, relações colonizador-colonizado erevide) e subcategorias como o domínio do espaço geográfico, a síndrome de identidade, aoutremização e a luta e a violência física, fazendo dele uma experiência de resistência culturalde potencial pedagógico.Palavras-chave: Jogos Digitais; Decolonialidade; Folkcomunicação; Resistência cultural; História da Escravidão