Maria Cecília Bonini Trenche, Altair Cadrobbi Pupo, M. Bittencourt, Cláudia Aparecida Ragusa-Mouradian, Ana Paula da Silva Tozzo, Jéssica Raignieri, L. P. Ferreira
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A análise dos dados foi descritiva, numérica e percentual. Resultados: dos 297, estudos, 258 fizeram referência a uma ou mais faixas etárias e 39 não mencionaram qualquer idade. Dentre os 258, os estudos mais frequentes foram de criança (138; 46,2%), seguido pelos de adultos (122; 41,1%). A amostra variou quanto à mediana entre 27 (adulto) a 38 (crianças: 0-6 anos) sujeitos. A região Sudeste registrou maior número de artigos relacionados a todos os ciclos, assim como os estudos do tipo observacional, com destaque para os realizados com adultos (98; 33,9%). Pouca menção foi feita a descritores que identificam os ciclos de vida (75; 6%), sendo idoso (25; 38%) e criança (23; 35%) os mais registrados. 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Introdução: ciclo de vida é atualmente considerado elemento essencial à formulação e implantação de políticas públicas pautadas no cuidado integral à saúde. Objetivo: analisar a produção científica da Revista Distúrbios da Comunicação no período de 2016 a 2020, tendo como objeto de discussão as publicações da área da Fonoaudiologia por ciclos de vida. Método: estudo retrospectivo, de abordagem metodológica bibliométrica, analisou 297 artigos considerando as seguintes variáveis: ano de publicação, registro da região geográfica (do primeiro autor), descritores, áreas temáticas, tipo de estudo e tamanho da amostra, segundo faixas etárias (0-6; 7-11; 12-18;19-59 e >60). A análise dos dados foi descritiva, numérica e percentual. Resultados: dos 297, estudos, 258 fizeram referência a uma ou mais faixas etárias e 39 não mencionaram qualquer idade. Dentre os 258, os estudos mais frequentes foram de criança (138; 46,2%), seguido pelos de adultos (122; 41,1%). A amostra variou quanto à mediana entre 27 (adulto) a 38 (crianças: 0-6 anos) sujeitos. A região Sudeste registrou maior número de artigos relacionados a todos os ciclos, assim como os estudos do tipo observacional, com destaque para os realizados com adultos (98; 33,9%). Pouca menção foi feita a descritores que identificam os ciclos de vida (75; 6%), sendo idoso (25; 38%) e criança (23; 35%) os mais registrados. Conclusão: os dados evidenciam a premência de alinhamento das pesquisas às políticas públicas de saúde, bem como ressalta a importância do uso de descritores adequados para maior circulação do conhecimento produzido pela área.