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Consciência fonológica e vocabulário receptivo em casos de transtorno de aprendizagem
Introdução: As habilidades de linguagem oral são preditoras para a leitura e escrita, sugerindo relação entre a consciência fonológica e vocabulário emissivo e receptivo para o seu desenvolvimento. Objetivo: Verificar a associação entre Hipótese de Escrita (HE) e desempenho de crianças e adolescentes com Transtorno de Aprendizagem (TA) em tarefas de consciência fonológica (CF) e vocabulário receptivo (VR). Métodos: Análise retrospectiva de prontuários eletrônicos de crianças e adolescentes com diagnóstico de TA atendidos entre fevereiro de 2014 e dezembro de 2016. Foram analisados o nível da HE (Pré-Silábico; Silábico; Silábico-Alfabético e Alfabético) e a avaliação de CF e VR. Utilizou-se o teste Exato de Fisher, com nível de significância (p≤0,05). Resultados: A amostra (n=34) foi dividida em grupos etários: GI=14 (6 a 8 anos e 11 meses), GII=15 (9 a 11 anos e 11 meses) e GIII=05 (12 a 18 anos e 11 meses); 10 do sexo feminino (GI=06; GII=04; GIII=0) e 24 do sexo masculino (GI=08; GII=11; GIII=05). 73,53% frequentavam o ensino Fundamental I, 23,53% Fundamental II e 2,94% Ensino Médio. 47,06% encontravam-se no nível pré-silábico, 11,76% silábico, 23,53% silábico-alfabético e 17,65% alfabético. Observou-se associação positiva da HE com tarefas de CF (p=0,001) e VR (p=0,02). Conclusão: Houve associação entre a HE e CF e VR no grupo estudado, sugerindo a importância dessas habilidades para a leitura e escrita.