Jaqueline de Souza Fernandes, Ana Paula Duca, Juliana Cemin, Fátima Mucha
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Método: Estudo retrospectivo de caráter descritivo, com análise quantitativa de dados de prontuários de RNs e lactentes atendidos no programa no período de março de 2019 a março de 2020. Resultados: A amostra do estudo foi composta por 58RNs e lactentes. Os fatores de risco mais frequentes foram a prematuridade (77,5%), baixo peso ao nascer (72,5%), alterações respiratórias (50%), asfixia perinatal (19%), hiperbilirrubinemia (13,8%), quadro de infecção grave (12%), malformações congênitas e síndromes genéticas (5,2%) e alterações neurológicas (5%). 53,5% dos RNs foram atendidos pelos discentes de fonoaudiologia. Destes, 61,3% apresentaram alterações fonoaudiológicas, sendo 42,1% na motricidade orofacial, 42,1% auditivas e 15,8% no desenvolvimento da linguagem. Conclusão: Os participantes do presente estudo, apresentaram fatores de risco para alterações fonoaudiológicas de linguagem, motricidade orofacial e habilidades auditivas. 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Levantamento dos indicadores de risco para o desenvolvimento infantil em um programa de Atenção Primária à Saúde
Introdução: Fatores de risco para o desenvolvimento infantil podem ocasionar alterações na comunicação, como linguagem e fala, funções auditivas e estomatognáticas. O programa Bebê Precioso, inserido na atenção básica da cidade de Joinville, Santa Catarina, visa acompanhar recém-nascidos (RNs) e lactentes de 0 a 24 meses, egressos da Unidade Neonatal, com histórico de fatores de risco para as alterações no desenvolvimento global. Objetivo: Identificar os principais fatores de risco para o desenvolvimento infantil e relacionados à fonoaudiologia, de RNs e lactentes acompanhados por este programa de atenção primária à saúde. Método: Estudo retrospectivo de caráter descritivo, com análise quantitativa de dados de prontuários de RNs e lactentes atendidos no programa no período de março de 2019 a março de 2020. Resultados: A amostra do estudo foi composta por 58RNs e lactentes. Os fatores de risco mais frequentes foram a prematuridade (77,5%), baixo peso ao nascer (72,5%), alterações respiratórias (50%), asfixia perinatal (19%), hiperbilirrubinemia (13,8%), quadro de infecção grave (12%), malformações congênitas e síndromes genéticas (5,2%) e alterações neurológicas (5%). 53,5% dos RNs foram atendidos pelos discentes de fonoaudiologia. Destes, 61,3% apresentaram alterações fonoaudiológicas, sendo 42,1% na motricidade orofacial, 42,1% auditivas e 15,8% no desenvolvimento da linguagem. Conclusão: Os participantes do presente estudo, apresentaram fatores de risco para alterações fonoaudiológicas de linguagem, motricidade orofacial e habilidades auditivas. Enfatiza-se a importância do fonoaudiólogo em programas de follow-up.