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CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS PARA A PRÁTICA DE ORALIDADE NA ESCOLA
Considerando a importância da oralidade para o ensino de Língua Portuguesa na escola básica e a superação da dicotomia fala/escrita, este trabalho objetiva analisar como os docentes de uma rede de municipal de educação de Minas Gerais abordam os gêneros orais na sala de aula, buscando, a partir de suas práticas, compreender quais desafios ainda residem neste trabalho. Trata-se de uma etapa que antecede outra, que se detém na construção de formas de superação dos entraves mapeados. Entre os pressupostos teóricos da investigação estão os estudos de Marcuschi (2001), Rojo e Schneuwly (2006), Galvão e Azevedo (2015), Bentes (2010), dentre outros, que se dedicam a discutir questões relacionadas ao tratamento da fala e dos gêneros orais no ensino. Com corpus constituído a partir de respostas de docentes a um questionário online, em 2019, os resultados permitiram entrever como a prática com gêneros orais ocorre, considerando 1) concepções gerais e práticas dominantes; 2) diversidade de gêneros selecionados; 3) abordagem de elementos extralinguísticos; e 4) desafios: conhecimentos necessários ao ensino de gêneros orais. Compreendemos que, investigando a prática realizada pelos docentes, podemos buscar uma futura intervenção de maior qualidade que parta do trabalho já desenvolvido para construir percursos que busquem superar as lacunas indicadas.