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Este artigo propõe uma reflexão sobre a fotografia documental contemporânea ligada ao trauma após o acidente nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986. Pretendemos investigar como os vestígios do trauma se inscrevem nas imagens. Tomaremos como corpus empírico algumas imagens do fotografo francês Guillaume Herbaut, publicadas no livro Tchernobylsty, feitas em Kiev e na cidade abandonada de Prypiat, alguns anos após o acidente.