F. Gomes, Bernard Bum De Rezende, Graziela Rangel Silveira, N. Gomes, Simone Bernardino De Souza
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Abstract
Este trabalho objetivou avaliar as condições higiênico-sanitárias de 54 propriedades rurais e o conhecimento de ordenhadores sobre as doenças transmitidas pelo leite para orientá-los sobre sua profilaxia. Em cada propriedade foi realizada uma inspeção visual e a aplicação de um questionário para identificação de pontos críticos a serem atacados em protocolos de Boas Práticas. Entre as propriedades avaliadas todas apresentaram falhas no aspecto higiênico-sanitário. Do total de entrevistados, 43% disseram que o consumo de leite pode causar doenças, mas desses, grande parte não soube citar o nome de duas (86,05%). Entre os que afirmaram que o consumo deste alimento pode acarretar agravos, 23,26% citaram a Brucelose seguido de alergia; 11,63%, intoxicação alimentar e diarreia, 6,98% respectivamente; Tuberculose e verminoses, 2,33% cada. Sobre as medidas preventivas, 63% informaram conhecê-las, no entanto, desse total, a maioria, 95,24%, não soube indicar três delas. Considerando que 70% dos entrevistados possuem baixa escolaridade, este fato pode contribuir para a não implementação de protocolos de profilaxia contribuindo assim para a produção de leite de má qualidade.