Celina Maria Linhares Paiva, Gisafran Nazareno Mota Jucá
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Abstract
O presente artigo se propõe a analisar como Brasil e Portugal, países que guardam relações históricas, se posicionaram no enfrentamento da pandemia do coronavírus no contexto educacional. Comparando as estratégias adotadas pelos dois países, se busca responder ao seguinte questionamento: as estratégias adotadas pelos gestores da educação brasileira foram eficientes para enfrentar o momento de crise? Era possível ter seguido outro caminho? Para efetuar tal análise, adotou-se um levantamento bibliográfico, com o detalhamento das ações implementadas pelos dois países para enfrentar o maior desafio educacional do século XXI. Os resultados da análise demonstram que o Brasil, de maneira equivocada, apostou apenas no Ensino Remoto Emergencial, sendo que não havia infraestrutura adequada para fazê-lo, o que prejudicou milhões de estudantes no país. Portugal mesclou formatos e conseguiu melhores resultados, o que acarretou consequências bem visíveis, como um menor tempo de fechamento dos estabelecimentos de ensino.