{"title":"Dançar terracota, preto e rosa.","authors":"J. Garrido","doi":"10.5216/ac.v8i2.74327","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"O projeto \"Visualizando nossa identidade afro\", propôs um dia de encontro e debate para problematizar as presenças africanas em Córdoba, Argentina, a herança rítmica e as ferramentas pedagógicas para trabalhar o tema. O escrito, compartilha algumas reflexões nas sombras de uma tarde com estudantes universitários que se preparavam para ensinar dança com matizes afros. O que fazemos quando vislumbramos identidades? Que práticas colocamos em jogo quando agimos em tons identitários? Que ferramentas podemos usar para ensinar danças e histórias afrocêntricas? Como construir saberes e danças a partir de universos afros na cidade que habitamos? De que cores desenhamos as histórias e quais são os efeitos performativos disso? \n ","PeriodicalId":315246,"journal":{"name":"Arte da Cena (Art on Stage)","volume":"41 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2023-06-20","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Arte da Cena (Art on Stage)","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.5216/ac.v8i2.74327","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
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Abstract
O projeto "Visualizando nossa identidade afro", propôs um dia de encontro e debate para problematizar as presenças africanas em Córdoba, Argentina, a herança rítmica e as ferramentas pedagógicas para trabalhar o tema. O escrito, compartilha algumas reflexões nas sombras de uma tarde com estudantes universitários que se preparavam para ensinar dança com matizes afros. O que fazemos quando vislumbramos identidades? Que práticas colocamos em jogo quando agimos em tons identitários? Que ferramentas podemos usar para ensinar danças e histórias afrocêntricas? Como construir saberes e danças a partir de universos afros na cidade que habitamos? De que cores desenhamos as histórias e quais são os efeitos performativos disso?