Maria Dolores Fortes Alves, Adalberto Duarte Pereira Filho
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Abstract
Fala-se de inclusao, cria-se leis, cursos, treinamentos. Cabe-nos dizer que os aspectos legais sao necessarios e urgentes, todavia, para que sejamos congruentes em discurso e acao e preciso conscientizacao, mudanca de atitude, olhar, percepcao. Nesse sentido, vamos buscar respostas para as questoes: Inclusao; qual o caminho? Qual minha bussola? Desta feita, caminhos nos remetem a valores: em saber o que importa, quais atitudes e saberes e caminhos. Para tal, nesse artigo, objetivamos dialogar sobre inclusao e complexidade apontando, a partir do olhar moriniano, para o caminho da tessitura comum. O faremos pelo vies qualitativo, em uma senda metodologica teorico reflexiva, tendo como autores de base Morin (2007), Alves (2016) e Moraes (2015) entre outros que nos trazem, mesmo que brevemente, devido ao espaco que nos cabe, fundamentos ontologicos, epistemologicos e metodologicos sobre inclusao, complexidade e Praticas de Aprendizagem Integradoras-PAI. Destarte, percebemos ao final que atitudes se materializam quando ha o desejo de conexao, quando no outro e em nos ha o sentimento de pertenca, de ligacao, de interdendencia. Assim, filosoficamente falando, nao ha vazio que nao se preencha quando encontramos o sentido de nossa existencia, junto com o “outro”. O outro que se faz nosso espelho e complementar, nossa outra parte, nosso holograma.