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Este artigo objetiva discutir onde as noções de fronteira e wilderness foram assunto da narrativa do filme Babel (2006). A forma como o filme lida com aspecto contemporâneo de fronteira, wilderness, estranhamento e identidade serão objeto de análise e reflexão, em especial se tratando da construção das imagens, entendidas como alguns dos múltiplos canais de informação sobre a obra. Partiremos do conceito de wilderness expresso por Junqueira (2018), como o espaço do selvagem responsável pela transformação do homem, para nortear a perspectiva construída sobre o filme em questão.