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A tessitura da mulher-professora em uma narrativa autobiográfica do brincar da criança com deficiência
Neste artigo tenciono discutir sobre o silenciamento da mulher em uma sociedade patriarcal, da criança com deficiência em uma sociedade normatizada e pensar sobre o processo do brincar em suas relações com a educação. Como ocorreu o processo de emancipação, ou tentativa desta, em minha busca como mulher no espaço público? Como se constitui a professora tecelã de uma educação de sensibilidade e o brincar da criança com deficiência? Desse modo, sob a perspectiva metodológica da narrativa autobiográfica, busco discutir os enfrentamentos que demarcam as diferentes interfaces da mulher-professora do Atendimento Educacional Especializado. Trata-se de pesquisa em andamento, cujos resultados apontam que à criança com deficiência também brinca e se expressa num diálogo constante com o Outro.