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Nesse artigo pretendo refletir sobre o espaço das expressões afrodiaspóricas no ensino das Artes Cênicas. A reflexão se dá em torno de dois momentos no percurso de minhas pesquisas sobre cultura tradicional brasileira. Essas experiências, em seus contextos e consequências, põem em pauta as possibilidades e as dificuldades enfrentadas por epistemologias e pedagogias decoloniais na universidade.