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Esse relato do acompanhamento da montagem Molière30 intenta refletir sobre as diversas camadas que se formam nos processos de criação coletiva, sobretudo quando o grupo se dispõe aos riscos oferecidos pela noção de funções flutuantes, ou seja, pela desestabilização das hierarquias. Paralelamente, busca-se pensar nos trâmites entre a forma e a formação. Para tanto, o próprio acontecimento do processo é tornado aqui uma metáfora para se abordar questões relacionadas ao vazio, à ideia de uno e de manifestação do invisível. Visitando os memorais descritivos de cada um/a dos/as integrantes procura-se assinalar os vetores de força comuns ao grupo e aqueles que surgem das ações-pensamentos individuais, das possibilidades de demarcar territórios temporários e das impossibilidades de capturar o processo como um todo, ou da tentativa de assegurar as autorias.