F. Taveira, Natália Torres Colombo Alves, D. Peralta
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O que dizem estudantes da Unesp sobre experiência com Ensino Remoto Emergencial
Introdução/Objetivo: O presente estudo tem por objetivo discutir narrativas de estudantes de duas disciplinas, de dois cursos de graduação, de uma das unidades da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, acerca de suas experiências com o Ensino Remoto Emergencial (ERE). Metodologia: O ERE foi proposto em razão da pandemia da Covid-19 e se caracterizou por interações com finalidades pedagógicas por meio de aulas síncronas e assíncronas em plataformas digitais. Participaram deste estudo 59 estudantes regularmente matriculados nos cursos de Licenciatura em Matemática e Bacharelado em Zootecnia. Os dados foram constituídos por meio de um formulário online, no qual os estudantes foram convidados a escrever sobre suas experiências com ERE no ano letivo de 2020, e analisados na perspectiva das Mônadas de Walter Benjamim. Resultados: Pelas respostas ao formulário foi possível caracterizar descrições de experiências, diagnósticos e expectativas dos estudantes sobre ERE, bem como reflexões sobre desempenho nas atividades didáticas propostas, acerca da própria aprendizagem e do isolamento social. Conclusão: A maioria dos 59 estudantes consultados reconhece que o ERE cumpre o propósito de diminuir perdas em relação ao conteúdo das disciplinas, previstos nas matrizes curriculares dos cursos, mas as desigualdades sociais, evidenciadas pela falta de infraestrutura física e tecnológica, se fizeram presentes nas experiências com as atividades de ensino realizadas remotamente.