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O presente trabalho pretende apresentar algumas notas introdutórias sobre o conceito de Bem Viver, bem como estabelecer as possíveis conexões existentes com aquilo que tem sido produzido pelas mulheres negras e indígenas no Brasil. Partindo da experiencia da Marcha de Mulheres Negras e a Marcha das Mulheres Indígenas em 2015 a ampliação do uso do conceito cinco anos depois é inegável, e chama a atenção para aquelas pessoas que pretendem produzir conhecimento acadêmico a esse respeito. Dialogando com a literatura latino americana sobre Bem Viver, a escrita das feministas comunitárias; e as reivindicações das mulheres contra hegemônicas brasileiras; pretendo instigar as pessoas leitoras desse trabalho a pensarem para além de uma hipótese utópica a construção do Bem Viver como uma proposta em curso e que já não pode ser interrompida.