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O presente artigo reflete sobre abordagens antropológicas clássicas acerca do tema da religião, estabelecendo um contraponto com outras linhas de pesquisa que, mais recentemente, privilegiam o papel das mídias na formação de comunidades religiosas. Tomando como base algumas propostas da antropóloga Birgit Meyer, o objetivo é refutar o privilégio tradicionalmente concedido tanto aos discursos de atores religiosos quanto ao significado dos símbolos para a composição etnográfica, passando a enfatizar sensações compartilhadas em um processo de “formação estética”.