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Este ensaio é um exercício imaginativo sobre o papel do cientista do Estado no futuro intangível, algo como 1000 anos no futuro. Como o exercício de futuro aqui se apresenta numa escala muito ampla, o texto é de natureza exploratória e não tem pretensões preditivas, é claro. Normalmente, os cientistas do Estado se concentram em duas abordagens quando refletem sobre o próprio papel: uma pragmática, que visa a resolução de problemas políticos concretos ou da própria sobrevivência do curso, e outra abstrata, que se concentra na teoria e na filosofia do Estado ou demais questões epistemológicas. Nenhuma delas, porém, permite um exercício imaginativo mais solto e livre, uma abordagem que chamo de romântica. Essa é a proposta do ensaio: um exercício imaginativo exploratório sobre o papel do cientista do Estado nesse futuro intangível, movido pela curiosidade. Para esse exercício exploratório, buscou-se ajuda da inteligência artificial, por meio do ChatGPT, e da literatura, em especial a ficção científica. O objetivo é estimular a imaginação e pensar de forma mais ampla e criativa sobre o papel do cientista do Estado em um futuro distante, e demonstrar como é importante, inclusive como estratégia de efetivação da interdisciplinaridade e em nome de um futuro, se apropriar dos temas e debates do tempo presente.