Carmem Maria Oliveira Procópio, Silvia Mikami Pina
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Morfologias Urbanas Humanizadoras do Espaço Livre em Áreas Habitacionais Sociais
Além da desigualdade econômica e da falta de política habitacional efetiva, a concepção dos projetos habitacionais sociais é um dos fatores para a baixa qualificação dos espaços coletivos e públicos, pois muitas vezes o projeto desconsidera a integração com o espaço urbano, as dinâmicas preexistentes e as demandas dos moradores, formulando áreas urbanas monofuncionais e espaços públicos pouco acolhedores. O objetivo deste artigo é apresentar os resultados obtidos em estudo desenvolvido no mestrado cuja finalidade foi identificar as espacialidades e apropriações dos espaços livres públicos e coletivos em conjuntos habitacionais sociais realizados na cidade de São Paulo, entre 2001 e 2016. O Heliópolis Gleba G e o Jardim Nazaré foram as unidades de caso selecionadas para estudo. A análise qualitativa considerou a seleção de variáveis morfológicas e humanizadoras para verificação da qualidade dos espaços livres públicos e coletivos. Os resultados apontam algumas tendências, pistas e indícios de qualidades espaciais que intensificam as apropriações e salientam a importância de valorizar morfologias urbanas capazes de estimular o dinamismo das práticas cotidianas, contribuindo para o debate de métodos e estudos de avaliação de sistemas de espaços livres.