Jaielle Rodrigues Nascimento, Nadson Ressye Simoes da Silva
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Efeito de agregados urbanos sobre a comunidade zooplanctônica no Rio Almada
Em ambientes aquáticos, os microorganismos podem ser utilizados como indicadores de alterações ecológicas. Este trabalho objetivou analisar o efeito dos agregados urbanos na comunidade zooplanctônica do Rio Almada. As coletas foram realizadas ao longo do eixo longitudinal do afluente, antes e depois de: Almadina, São Roque, Coaraci, Cerqueiro Grande, União Queimada e Itajuípe, durante os períodos seco e chuvoso. Foram medidas as variáveis físico-químicas: temperatura, pH, oxigênio dissolvido, saturação de oxigênio, condutividade elétrica, sólidos totais suspensos, potencial de oxiredução, salinidade e velocidade do curso d’água. Foram estimados riqueza, densidade de indivíduos, diversidade, equitabilidade e aplicado teste t para verificar se existiu diferença entre antes e depois dos agregados urbanos. A Correlação de Pearson dos atributos com as variáveis físico-químicas foi analisada, junto à Análise de Componentes Principais. Os rotíferos foram predominantes, com as maiores densidades e riqueza. O gênero Lecane e a Ordem Bdelloidea foram os mais representativos. Náuplios e copepoditos foram mais recorrentes que indivíduos adultos. Almadina, São Roque e Coaraci estiveram associados com condutividade elétrica e sólidos totais dissolvidos, sugerindo eutrofização. Porém, espécies tolerantes foram, predominantemente, encontradas em todos os pontos. Os resultados aqui obtidos servem como subsídio para futuros estudos acerca da influência das zonas urbanas sobre o rio Almada.