{"title":"聚焦童年史学(?)","authors":"José Júnior","doi":"10.14295/rbhcs.v15i30.14989","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"Problematiza-se a emergência da infância e da criança como objeto de investigação histórica. Indaga, do interior de um campo desenhado em um profícuo diálogo interdisciplinar, sobre o “como” e os “porquês” do modo de tratar certa imagem da criança e da infância associada com a violência e a marginalização. Apesar das diferenças mapeáveis entre algumas obras e autorias, continua-se a caracterizar a infância sob o signo de uma “minoridade”. Assim, este texto contribui tanto para um debate nos termos de uma epistemologia da história que auxilie (re) pensar temas como sujeito da história, estrutura/sujeito e agência, como também faz da crítica historiográfica um modo de pensar diferentemente. Ao olhar para a historiografia brasileira e estrangeira busca-se pluralizar as noções de infâncias e crianças, reconhecendo que a produção do discurso historiográfico se associa ou questiona algumas imagens e formas de inteligibilidade que incidem sobre a pesquisa, a escrita e a tessitura de um saber.","PeriodicalId":508338,"journal":{"name":"Revista Brasileira de História & Ciências Sociais","volume":"3 6","pages":""},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2023-12-21","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":"{\"title\":\"historiografia da infância na berlinda (?)\",\"authors\":\"José Júnior\",\"doi\":\"10.14295/rbhcs.v15i30.14989\",\"DOIUrl\":null,\"url\":null,\"abstract\":\"Problematiza-se a emergência da infância e da criança como objeto de investigação histórica. Indaga, do interior de um campo desenhado em um profícuo diálogo interdisciplinar, sobre o “como” e os “porquês” do modo de tratar certa imagem da criança e da infância associada com a violência e a marginalização. Apesar das diferenças mapeáveis entre algumas obras e autorias, continua-se a caracterizar a infância sob o signo de uma “minoridade”. Assim, este texto contribui tanto para um debate nos termos de uma epistemologia da história que auxilie (re) pensar temas como sujeito da história, estrutura/sujeito e agência, como também faz da crítica historiográfica um modo de pensar diferentemente. Ao olhar para a historiografia brasileira e estrangeira busca-se pluralizar as noções de infâncias e crianças, reconhecendo que a produção do discurso historiográfico se associa ou questiona algumas imagens e formas de inteligibilidade que incidem sobre a pesquisa, a escrita e a tessitura de um saber.\",\"PeriodicalId\":508338,\"journal\":{\"name\":\"Revista Brasileira de História & Ciências Sociais\",\"volume\":\"3 6\",\"pages\":\"\"},\"PeriodicalIF\":0.0000,\"publicationDate\":\"2023-12-21\",\"publicationTypes\":\"Journal Article\",\"fieldsOfStudy\":null,\"isOpenAccess\":false,\"openAccessPdf\":\"\",\"citationCount\":\"0\",\"resultStr\":null,\"platform\":\"Semanticscholar\",\"paperid\":null,\"PeriodicalName\":\"Revista Brasileira de História & Ciências Sociais\",\"FirstCategoryId\":\"1085\",\"ListUrlMain\":\"https://doi.org/10.14295/rbhcs.v15i30.14989\",\"RegionNum\":0,\"RegionCategory\":null,\"ArticlePicture\":[],\"TitleCN\":null,\"AbstractTextCN\":null,\"PMCID\":null,\"EPubDate\":\"\",\"PubModel\":\"\",\"JCR\":\"\",\"JCRName\":\"\",\"Score\":null,\"Total\":0}","platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Revista Brasileira de História & Ciências Sociais","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.14295/rbhcs.v15i30.14989","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
Problematiza-se a emergência da infância e da criança como objeto de investigação histórica. Indaga, do interior de um campo desenhado em um profícuo diálogo interdisciplinar, sobre o “como” e os “porquês” do modo de tratar certa imagem da criança e da infância associada com a violência e a marginalização. Apesar das diferenças mapeáveis entre algumas obras e autorias, continua-se a caracterizar a infância sob o signo de uma “minoridade”. Assim, este texto contribui tanto para um debate nos termos de uma epistemologia da história que auxilie (re) pensar temas como sujeito da história, estrutura/sujeito e agência, como também faz da crítica historiográfica um modo de pensar diferentemente. Ao olhar para a historiografia brasileira e estrangeira busca-se pluralizar as noções de infâncias e crianças, reconhecendo que a produção do discurso historiográfico se associa ou questiona algumas imagens e formas de inteligibilidade que incidem sobre a pesquisa, a escrita e a tessitura de um saber.