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A (des)padronização no emprego do complemento relativo: ecos da NGB
variedade padrão é “uma competência basicamente adquirida pela escola e pela via da leitura” (Azeredo, 2021, p. 27) e deve ser abordada na aula de português na escola. Dito isso, este trabalho revisita um tema que motivou a publicação da Nomenclatura Gramatical Brasileira, em 1959: “um total conflito no emprego de termos” que prejudicava exclusivamente “o estudante do curso médio (Henriques, 2009, p. 16). O objetivo deste trabalho é problematizar a falta de padronização no emprego do complemento relativo entre o texto da Nomenclatura Gramatical Brasileira, das importantes gramáticas brasileiras contemporâneas e da literatura didática com foco no Ensino Médio em tempos hodiernos. Observou-se a ausência de consenso no tratamento dos complementos verbais preposicionados entre as gramáticas analisadas e os materiais didáticos em tempos atuais. Por conseguinte, constatou-se a necessidade da continuação de debates sobre a possível alteração da Norma Gramatical Brasileira.