{"title":"解释1988-2016年周期的结束:费塔朵和弗洛瑞斯坦的“伙伴关系”能否为理解过去的现在提供新的理论和方法线索?","authors":"A. Barbosa","doi":"10.36311/0102-5864.2019.v57n1.11.p109","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"Neste texto, recorremos às obras de Furtado e Florestan para ilustrar a sua ousadia metodológica de questionar a falsa universalidade das teorias produzidas no centro, para ressalvar a nossa especificidade, sem com isso desprezar as categorias que compõem o patrimônio comum do pensamento social e econômico. Tal esforço somente seria possível se revelássemos o todo - ou melhor, as estruturas geopolíticas e sociais do capitalismo na sua manifestação internacional - do qual fazíamos parte enquanto periferia, tal como demonstrado por estes intelectuais.","PeriodicalId":30832,"journal":{"name":"Revista Novos Rumos Sociologicos","volume":"47 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2020-06-29","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"1","resultStr":"{\"title\":\"Interpretando o fim do ciclo 1988-2016: pode a “parceria” Furtado e Florestan fornecer novas pistas teóricas e metodológicas para entender o presente passado?\",\"authors\":\"A. Barbosa\",\"doi\":\"10.36311/0102-5864.2019.v57n1.11.p109\",\"DOIUrl\":null,\"url\":null,\"abstract\":\"Neste texto, recorremos às obras de Furtado e Florestan para ilustrar a sua ousadia metodológica de questionar a falsa universalidade das teorias produzidas no centro, para ressalvar a nossa especificidade, sem com isso desprezar as categorias que compõem o patrimônio comum do pensamento social e econômico. Tal esforço somente seria possível se revelássemos o todo - ou melhor, as estruturas geopolíticas e sociais do capitalismo na sua manifestação internacional - do qual fazíamos parte enquanto periferia, tal como demonstrado por estes intelectuais.\",\"PeriodicalId\":30832,\"journal\":{\"name\":\"Revista Novos Rumos Sociologicos\",\"volume\":\"47 1\",\"pages\":\"\"},\"PeriodicalIF\":0.0000,\"publicationDate\":\"2020-06-29\",\"publicationTypes\":\"Journal Article\",\"fieldsOfStudy\":null,\"isOpenAccess\":false,\"openAccessPdf\":\"\",\"citationCount\":\"1\",\"resultStr\":null,\"platform\":\"Semanticscholar\",\"paperid\":null,\"PeriodicalName\":\"Revista Novos Rumos Sociologicos\",\"FirstCategoryId\":\"1085\",\"ListUrlMain\":\"https://doi.org/10.36311/0102-5864.2019.v57n1.11.p109\",\"RegionNum\":0,\"RegionCategory\":null,\"ArticlePicture\":[],\"TitleCN\":null,\"AbstractTextCN\":null,\"PMCID\":null,\"EPubDate\":\"\",\"PubModel\":\"\",\"JCR\":\"\",\"JCRName\":\"\",\"Score\":null,\"Total\":0}","platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Revista Novos Rumos Sociologicos","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.36311/0102-5864.2019.v57n1.11.p109","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
Interpretando o fim do ciclo 1988-2016: pode a “parceria” Furtado e Florestan fornecer novas pistas teóricas e metodológicas para entender o presente passado?
Neste texto, recorremos às obras de Furtado e Florestan para ilustrar a sua ousadia metodológica de questionar a falsa universalidade das teorias produzidas no centro, para ressalvar a nossa especificidade, sem com isso desprezar as categorias que compõem o patrimônio comum do pensamento social e econômico. Tal esforço somente seria possível se revelássemos o todo - ou melhor, as estruturas geopolíticas e sociais do capitalismo na sua manifestação internacional - do qual fazíamos parte enquanto periferia, tal como demonstrado por estes intelectuais.