Rafael Nogueira Costa, F. Branquinho, M. M. Molisani
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Abstract
Engenharia e ciências ambientais: contribuições à gestão ecossistêmica 1 MACHADO, C. J. S. (org.). Ciências, políticas públicas e sociedade sustentável. Rio de Janeiro: E-papers, 2012. 2 SARTORI, S.; LATRONICO, F.; CAMPOS, L.M.S. Sustentabilidade e desenvolvimento sustentável: uma taxonomia no campo da literatura. Revista Ambiente e Sociedade, São Paulo, v. 17, n. 1, p. 01-22, mar. 2014. Disponível em: http://bit.ly/1tuwjd3. Acesso em: 17 jun. 2016. 3 UCN. UNEP. WWF. The World Conservation Strategy: Living Resource Conservation for Sustainable Development. Gland, Switzerland: International Union for Conservation of Nature (IUCN): United Nations Environment Programme. UNEP: World Wide Fund for Nature (WWF), 1980. 4 BRASIL. Lei n. 6.938, de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Diário Oficial da União, 02 set. 1981, Brasília, DF. 5 ANTUNES, P. B. Direito Ambiental. 16a. ed. São Paulo: Atlas, 2014. 6 MACHADO, C. J. S. (org.). Ciências, políticas públicas e sociedade sustentável, op. cit. 7 SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. 8 WCED. WORLD COMMISSION ON ENVIRONMENT AND DEVELOPMENT. Our common future. Oxford: Oxford University Press, 1987. A INSUSTENTÁVEL “CAPITAL DO PETRÓLEO”: O CASO DO ESTUÁRIO DO RIO MACAÉ