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Abstract
Objetiva problematizar a imagem e a pesquisa com o cotidiano escolar como potências para a emergência da fabulação criadora no movimento do pensamento produzido em redes de conversações, tecendo imagens outras e problematizando as imagens clichê. Discute o conceito de imagem, tomando como intercessores teóricos Bergson (2006) e Deleuze (1990). Usa como metodologia as redes de conversações com estudantes e professores de séries iniciais do ensino fundamental em uma escola pública, com base em pinturas de Glenn Brady. Conclui que a pesquisa se configura como espaço de aproximações e trocas do coletivo. Assim, a potência do falso e/ou do estranhamento não advém de um personagem dentro de uma imagem, mas de trocas entre imagens, pois não se espera mais que os heróis ajam, mas que qualquer um movimente o pensamento em seus processos de fabular outros mundos possíveis em que os saberes não sejam dogmáticos, mas múltiplos e plurais.