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ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA NA VISÃO DE ALUNOS ENCARCERADOS
A presente pesquisa analisa a alfabetização científica tecnológica (ACT) no ensino médio, sob a ótica de alunos privados de liberdade, articulando os conceitos de educação no sistema prisional e CTS. As discussões se apoiam em autores da atualidade, bem como clássicos da área, portanto, a pesquisa tem cunho bibliográfico. É exploratória porque embora a ACT seja constante alvo de pesquisas no Brasil, são parcos os trabalhos que aliam essas concepções à educação no sistema carcerário. O procedimento técnico adotado foi o estudo de caso. Os dados foram obtidos mediante aplicação de questionário a 43 alunos privados de liberdade, egressos do ensino médio de um Centro Estadual de Educação Básica para Jovens e Adultos da rede pública do Paraná, localizado dentro de uma unidade penal. Todos os alunos assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. Convém elucidar que embora os alunos sejam egressos do ensino médio, os mesmos permanecem presos em regime fechado e/ou semiaberto na referida unidade penal. A hipótese elaborada para o estudo partiu da premissa de que os alunos privados de liberdade não são alfabetizados cientificamente em função das limitações impostas pelo sistema carcerário, o que vem corroborar com a origem humilde e ausência de escolarização em idade adequada da totalidade dos alunos pesquisados.