{"title":"TRÊS SONETOS DE ADAM MICKIEWICZ","authors":"Marcelo Paiva de Souza","doi":"10.36517/revletras.42.1.1","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"No presente artigo, apresento e discuto brevemente minhas traduções de três sonetos de Adam Mickiewicz, dados à estampa na coletânea Sonety, em 1826: “Stepy akermańskie” (As estepes de Aquermã), “Dobranoc” (Boa noite) e “Dzieńdobry” (Bom dia), o primeiro pertencente ao ciclo “Sonety krymskie” (Sonetos da Crimeia) e os dois restantes, aos “Sonety erotyczne” (Sonetos eróticos) – também chamados de “Sonety odeskie” (Sonetos de Odessa). Começo situando os textos nas coordenadas da vida e da obra de Mickiewicz, para então me debruçar sobre dois pontos básicos: os fatores que determinaram a escolha dos poemas traduzidos e os pressupostos e parâmetros gerais que orientaram o trabalho de tradução. Em seguida, detenho-me em cada um dos sonetos, para comentar aspectos mais relevantes de seu respectivo traslado. Faço referência ao longo do texto a historiadores da literatura polonesa (Czesław Miłosz e Dorota Siwicka), a estudiosos da poesia de Mickiewicz (Henryk Siewierski, Maria Dłuska, Zbigniew Majchrowski, entre outros), bem como a teóricos e estudiosos da tradução (sobretudo Efim Etkind). \nPalavras-chave: Sonety (Sonetos), de Adam Mickiewicz; romantismo polonês; estudos da tradução.","PeriodicalId":40243,"journal":{"name":"Revista de Letras","volume":"43 3","pages":""},"PeriodicalIF":0.1000,"publicationDate":"2023-08-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Revista de Letras","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.36517/revletras.42.1.1","RegionNum":4,"RegionCategory":"文学","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"0","JCRName":"LITERARY THEORY & CRITICISM","Score":null,"Total":0}
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Abstract
No presente artigo, apresento e discuto brevemente minhas traduções de três sonetos de Adam Mickiewicz, dados à estampa na coletânea Sonety, em 1826: “Stepy akermańskie” (As estepes de Aquermã), “Dobranoc” (Boa noite) e “Dzieńdobry” (Bom dia), o primeiro pertencente ao ciclo “Sonety krymskie” (Sonetos da Crimeia) e os dois restantes, aos “Sonety erotyczne” (Sonetos eróticos) – também chamados de “Sonety odeskie” (Sonetos de Odessa). Começo situando os textos nas coordenadas da vida e da obra de Mickiewicz, para então me debruçar sobre dois pontos básicos: os fatores que determinaram a escolha dos poemas traduzidos e os pressupostos e parâmetros gerais que orientaram o trabalho de tradução. Em seguida, detenho-me em cada um dos sonetos, para comentar aspectos mais relevantes de seu respectivo traslado. Faço referência ao longo do texto a historiadores da literatura polonesa (Czesław Miłosz e Dorota Siwicka), a estudiosos da poesia de Mickiewicz (Henryk Siewierski, Maria Dłuska, Zbigniew Majchrowski, entre outros), bem como a teóricos e estudiosos da tradução (sobretudo Efim Etkind).
Palavras-chave: Sonety (Sonetos), de Adam Mickiewicz; romantismo polonês; estudos da tradução.