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O trabalho é realizado no Laboratório e Grupo de Pesquisa Representações, Espaços, Tempos e Linguagens em Experiências Educativas (RETLEE), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Campus de Francisco Beltrão (UNIOESTE-FB), onde as matrizes de mapas táteis são construídas baseadas nos dados recolhidos na investigação e no indicativo da maior necessidade para estudar e ensinar sobre a relação do lugar no mundo dos cegos. As bases foram construídas e avaliadas por professores e estudantes cegos. Os mapas foram reproduzidos em acetato na máquina de termoformagem. Seguimos na afirmativa de que nenhuma proposta pedagógica por si só dá conta da realidade. Portanto, defendemos a perspectiva teórica de Vigotski, pois indica que a mediação dos conteúdos considera a realidade para proporcionar o conhecimento e que sejam analisados os aspectos históricos e sociais do contexto estudado.","PeriodicalId":117596,"journal":{"name":"Metodologias e Aprendizado","volume":"33 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2023-01-04","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":"{\"title\":\"Mapas táteis como mediadores na interpretação espacial\",\"authors\":\"Maiara Tibola, Mafalda Nesi Francischett\",\"doi\":\"10.21166/metapre.v6i.3132\",\"DOIUrl\":null,\"url\":null,\"abstract\":\"Neste texto, apresentamos aspectos relacionados à importância dos mapas táteis, como recursos didáticos mediadores para o conhecimento geográfico dos estudantes cegos. 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Mapas táteis como mediadores na interpretação espacial
Neste texto, apresentamos aspectos relacionados à importância dos mapas táteis, como recursos didáticos mediadores para o conhecimento geográfico dos estudantes cegos. Um estudo de caso em desenvolvimento, cujo recorte espacial se dá no município de Francisco Beltrão-PR, com a participação de 15 professores da Educação Básica, que foram entrevistados a respeito do ensino dos estudantes cegos inclusos e sobre o trabalho com os conceitos geográficos, tanto no ensino regular como no Atendimento Educacional Especializado, das Salas de Recursos Multifuncionais - Área da Deficiência Visual (SRM-DV) e no Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual (CAP). A linha metodológica segue pela Teoria Histórico Crítica, como base na elaboração e adaptação de recursos didáticos táteis. O trabalho é realizado no Laboratório e Grupo de Pesquisa Representações, Espaços, Tempos e Linguagens em Experiências Educativas (RETLEE), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Campus de Francisco Beltrão (UNIOESTE-FB), onde as matrizes de mapas táteis são construídas baseadas nos dados recolhidos na investigação e no indicativo da maior necessidade para estudar e ensinar sobre a relação do lugar no mundo dos cegos. As bases foram construídas e avaliadas por professores e estudantes cegos. Os mapas foram reproduzidos em acetato na máquina de termoformagem. Seguimos na afirmativa de que nenhuma proposta pedagógica por si só dá conta da realidade. Portanto, defendemos a perspectiva teórica de Vigotski, pois indica que a mediação dos conteúdos considera a realidade para proporcionar o conhecimento e que sejam analisados os aspectos históricos e sociais do contexto estudado.