Gabriel Guembarski Flávio, Thamyris Lucimar Pastorini Gonçalves, Bruna Daniella de Sousa de Lima, Márcia Eiko Karino
{"title":"A CONTRIBUIÇÃO DO TRANSPORTE AEROMÉDICO NA SOBREVIDA DE PACIENTES VÍTIMAS DE TRAUMA E AGRAVOS À SAÚDE: UM OLHAR À LUZ DE EVIDÊNCIAS","authors":"Gabriel Guembarski Flávio, Thamyris Lucimar Pastorini Gonçalves, Bruna Daniella de Sousa de Lima, Márcia Eiko Karino","doi":"10.29327/152039.2-4","DOIUrl":"https://doi.org/10.29327/152039.2-4","url":null,"abstract":"","PeriodicalId":147890,"journal":{"name":"Anais do(a) 2º Congresso Aeromédico Brasileiro","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"1900-01-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"130088101","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Objetivo: Identificar o perfil dos pacientes atendidos por um serviço de transporte aeromédico privado do estado de São Paulo durante a pandemia. Método: Estudo descritivo, de natureza exploratória, do perfil epidemiológico dos pacientes atendidos pelo serviço de transporte aeromédico, no período de 23 de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2020. Foram utilizados dados dos prontuários, contendo as variáveis: sexo, idade, cidade de origem, cidade de destino, diagnóstico, dados referentes a hemodinâmica, tipo de suporte ventilatório e características da ventilação mecânica. Resultados: No período estudado, foram registrados 69 pacientes atendidos pelo serviço, sendo 54 (78%) do sexo masculino e 15 (24%) do sexo feminino. A faixa etária predominante foi a compreendida acima dos 50 anos. Em relação ao diagnóstico 86% tinham o diagnóstico de COVID-19, destes 36 (54,5%) estavam intubados. As cidades situadas no sudeste foram as principais cidades de origem e São Paulo capital (96,9%) a principal cidade destino. Conclusão: O perfil de pacientes atendidos pelo serviço de transporte aeromédico corresponde ao sexo masculino, com idade acima dos 50 anos, atendidos devido principalmente a doenças do aparelho respiratório, com diagnóstico de COVID-19 e intubados. O período de maior ocorrência dos transportes se deu entre os meses de Outubro a Dezembro de 2020.
{"title":"PERFIL DOS PACIENTES ATENDIDOS POR UM SERVIÇO DE TRANSPORTE AEROMÉDICO INTER-HOSPITALAR PRIVADO NO ANO DE 2020 DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19","authors":"A. Vera, A. Cavalcante, Junia Sueoka","doi":"10.29327/152039.2-1","DOIUrl":"https://doi.org/10.29327/152039.2-1","url":null,"abstract":"Objetivo: Identificar o perfil dos pacientes atendidos por um serviço de transporte aeromédico privado do estado de São Paulo durante a pandemia. Método: Estudo descritivo, de natureza exploratória, do perfil epidemiológico dos pacientes atendidos pelo serviço de transporte aeromédico, no período de 23 de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2020. Foram utilizados dados dos prontuários, contendo as variáveis: sexo, idade, cidade de origem, cidade de destino, diagnóstico, dados referentes a hemodinâmica, tipo de suporte ventilatório e características da ventilação mecânica. Resultados: No período estudado, foram registrados 69 pacientes atendidos pelo serviço, sendo 54 (78%) do sexo masculino e 15 (24%) do sexo feminino. A faixa etária predominante foi a compreendida acima dos 50 anos. Em relação ao diagnóstico 86% tinham o diagnóstico de COVID-19, destes 36 (54,5%) estavam intubados. As cidades situadas no sudeste foram as principais cidades de origem e São Paulo capital (96,9%) a principal cidade destino. Conclusão: O perfil de pacientes atendidos pelo serviço de transporte aeromédico corresponde ao sexo masculino, com idade acima dos 50 anos, atendidos devido principalmente a doenças do aparelho respiratório, com diagnóstico de COVID-19 e intubados. O período de maior ocorrência dos transportes se deu entre os meses de Outubro a Dezembro de 2020.","PeriodicalId":147890,"journal":{"name":"Anais do(a) 2º Congresso Aeromédico Brasileiro","volume":"114 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"1900-01-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"117202760","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
N. Bender, R. M. Silva, Alexssandro Marcos Rosa, Jorge Costa Safe
{"title":"PROCESSO DE CAPACITAÇÃO DO OPERADOR DE SUPORTE MÉDICO (OSM) PARA PROCEDIMENTOS DE SALVAMENTO EM ALTURA (SALT)","authors":"N. Bender, R. M. Silva, Alexssandro Marcos Rosa, Jorge Costa Safe","doi":"10.29327/152039.2-9","DOIUrl":"https://doi.org/10.29327/152039.2-9","url":null,"abstract":"","PeriodicalId":147890,"journal":{"name":"Anais do(a) 2º Congresso Aeromédico Brasileiro","volume":"106 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"1900-01-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"126256651","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
O Ministério da Saúde, em 2003, intitulou a Política Nacional de Humanização, regida pelos princípios do Sistema Único de Saúde. Nos serviços que prestam assistência de urgências e emergências é notado que a tecnologia pode distanciar o cuidador da humanização. É neste contexto que se enquadra o suporte avançado aeromédico, consolidado no Estado do Paraná através da UAP (Unidade Aérea Pública) que conta com 5 bases. No intuito de trazer a humanização para os recém-nascidos (RNs) atendidos, a equipe aeromédica da base Cascavel implementou medidas que impactaram na qualidade assistencial e conforto desses pequenos pacientes, sendo o objetivo desse estudo descrever e justificar cada uma dessas medidas. Constitui-se um estudo de abordagem descritiva e exploratória. Primeiramente, desenvolveu-se um instrumento de checklist neonatal, colaborando com a qualidade das informações coletadas pela central de regulação, auxiliando no gerenciamento e execução dos procedimentos. Como segunda medida, identificou-se, por experiência, que o maior benefício para o RN é alcançado quando se realiza o transporte leito a leito, pois permite a estabilização e manipulação em ambiente controlado. Para isso, o uso do dispositivo Baby Pod II se mostrou o mais indicado para ser deslocado até as unidades de saúde. Para completar esse grupo de cuidados foi implantado o projeto Aeropolvo, com objetivo de proteger e amenizar os estressores de voo e o abafador auricular para a preservação auditiva dos neonatos transportados. Entende-se que a gravidade e fragilidade dos RNs atendidos torna a humanização imprescindível para acolher e minimizar todo o desgaste envolvido no transporte e internação. PALAVRAS-CHAVE: humanização da assistência, neonatologia, resgate aéreo.
{"title":"DISPOSITIVOS IMPLEMENTADOS PELO SERVIÇO AEROMÉDICO UAP/SESA PR BASE CASCAVEL EM PROL DA HUMANIZAÇÃO NOS ATENDIMENTOS NEONATAIS","authors":"Vanessa Coldebella, L. Grando","doi":"10.29327/152039.2-11","DOIUrl":"https://doi.org/10.29327/152039.2-11","url":null,"abstract":"O Ministério da Saúde, em 2003, intitulou a Política Nacional de Humanização, regida pelos princípios do Sistema Único de Saúde. Nos serviços que prestam assistência de urgências e emergências é notado que a tecnologia pode distanciar o cuidador da humanização. É neste contexto que se enquadra o suporte avançado aeromédico, consolidado no Estado do Paraná através da UAP (Unidade Aérea Pública) que conta com 5 bases. No intuito de trazer a humanização para os recém-nascidos (RNs) atendidos, a equipe aeromédica da base Cascavel implementou medidas que impactaram na qualidade assistencial e conforto desses pequenos pacientes, sendo o objetivo desse estudo descrever e justificar cada uma dessas medidas. Constitui-se um estudo de abordagem descritiva e exploratória. Primeiramente, desenvolveu-se um instrumento de checklist neonatal, colaborando com a qualidade das informações coletadas pela central de regulação, auxiliando no gerenciamento e execução dos procedimentos. Como segunda medida, identificou-se, por experiência, que o maior benefício para o RN é alcançado quando se realiza o transporte leito a leito, pois permite a estabilização e manipulação em ambiente controlado. Para isso, o uso do dispositivo Baby Pod II se mostrou o mais indicado para ser deslocado até as unidades de saúde. Para completar esse grupo de cuidados foi implantado o projeto Aeropolvo, com objetivo de proteger e amenizar os estressores de voo e o abafador auricular para a preservação auditiva dos neonatos transportados. Entende-se que a gravidade e fragilidade dos RNs atendidos torna a humanização imprescindível para acolher e minimizar todo o desgaste envolvido no transporte e internação. PALAVRAS-CHAVE: humanização da assistência, neonatologia, resgate aéreo.","PeriodicalId":147890,"journal":{"name":"Anais do(a) 2º Congresso Aeromédico Brasileiro","volume":"14 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"1900-01-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"131010727","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
N. Mendes, A. Garcia, Kelli Cristina Barros Mendes, Ana Sarah Arana Gonçalves
RESUMO O transporte aeromédico tem sido largamente utilizado na remoção de pacientes e atendimento pré-hospitalar seja por complicações de doenças crônicas, acidentes ou malestar súbito. Nesta modalidade de transporte é importante a atuação do profissional de enfermagem altamente treinado em conhecimentos de transporte aéreo e cuidados de bordo para que possa prestar os primeiros atendimentos que podem ou não contribuir para a sobrevida desses pacientes. Assim, essa revisão bibliográfica realizada por meio de artigos científicos publicados em bases de dados Google Acadêmico, Scielo, Publimed, tendo como descritores: remoção aérea, transporte aeromédico, atendimento préhospitalar, enfermagem; teve como intuito realizar um levantamento histórico sobre a atuação do enfermeiro na remoção aérea. Com resultado, é evidente a atuação do enfermeiro no transporte aeromédico, sem o qual, não haveria condições de prestar essa assistência. No entanto, ainda é tímida a iniciativa de publicações, cursos e até de profissionais especializados neste segmento de atendimento, porém, é notável o crescimento da demanda desta modalidade de transporte, com efeito o aumento das atenções de cursos, estudos e de profissionais voltados para esta habilitação.
{"title":"A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO TRANSPORTE AEROMÉDICO","authors":"N. Mendes, A. Garcia, Kelli Cristina Barros Mendes, Ana Sarah Arana Gonçalves","doi":"10.29327/152039.2-15","DOIUrl":"https://doi.org/10.29327/152039.2-15","url":null,"abstract":"RESUMO O transporte aeromédico tem sido largamente utilizado na remoção de pacientes e atendimento pré-hospitalar seja por complicações de doenças crônicas, acidentes ou malestar súbito. Nesta modalidade de transporte é importante a atuação do profissional de enfermagem altamente treinado em conhecimentos de transporte aéreo e cuidados de bordo para que possa prestar os primeiros atendimentos que podem ou não contribuir para a sobrevida desses pacientes. Assim, essa revisão bibliográfica realizada por meio de artigos científicos publicados em bases de dados Google Acadêmico, Scielo, Publimed, tendo como descritores: remoção aérea, transporte aeromédico, atendimento préhospitalar, enfermagem; teve como intuito realizar um levantamento histórico sobre a atuação do enfermeiro na remoção aérea. Com resultado, é evidente a atuação do enfermeiro no transporte aeromédico, sem o qual, não haveria condições de prestar essa assistência. No entanto, ainda é tímida a iniciativa de publicações, cursos e até de profissionais especializados neste segmento de atendimento, porém, é notável o crescimento da demanda desta modalidade de transporte, com efeito o aumento das atenções de cursos, estudos e de profissionais voltados para esta habilitação.","PeriodicalId":147890,"journal":{"name":"Anais do(a) 2º Congresso Aeromédico Brasileiro","volume":"43 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"1900-01-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"125431271","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}