Benedita Monique Almeida Freires, Elayne Carvalho Santos, Ingrid Nazaré Lourinho Alves, Fernanda Gabriella de Siqueira Barros Nogueira, Juliana Anézia Rodrigues do Amaral, A. K. P. Pinto, Natalia Camargo Rodrigues Iosimuta
Introdução: A parada cardíaca ao nascimento representa um problema grave em todo o mundo. A prática comumente recomendada para reanimação de recém-nascidos asfixiados tem sido o uso de oxigênio a 100% para ventilação assistida. No entanto, há evidências crescentes de que o ar ambiente é tão eficaz quanto o oxigênio a 100% e que o oxigênio a 100% pode ter efeitos adversos na fisiologia respiratória e na circulação cerebral. Objetivo: Comparar a efetividade e segurança do uso do ar ambiente com o oxigênio a 100% na ressuscitação de neonatos em parada cardíaca ao nascimento. Métodos: Realizaremos uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados (ECR) e registraremos o protocolo do estudo na Plataforma Prospero. Incluiremos neonatos a termo, diagnosticados com parada cardíaca ou asfixia neonatal. As buscas serão realizadas nas bases de dados: Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (Medline) via Pubmed, Excerpta Médica dataBASE (Embase) via Elsevier, Cochrane Central Register of Controlled Trials (Central) via Cochrane Library, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs) via Portal da Biblioteca Virtual em Saúde, sem restrições de idioma ou ano de publicação. A seleção dos estudos, extração de dados, avaliação do viés dos estudos incluídos e avaliação da certeza da evidência serão realizados por dois pesquisadores independentes. Resultados esperados: Esperamos esclarecer a efetividade e segurança do uso do ar ambiente em comparação com o oxigênio a 100%, fornecendo informações úteis para a tomada de decisão clínica e para embasar futuros ensaios clínicos randomizados de alta qualidade sobre o assunto
{"title":"Efetividade e segurança do uso do ar ambiente em comparação ao oxigênio a 100% nos neonatos em parada cardíaca","authors":"Benedita Monique Almeida Freires, Elayne Carvalho Santos, Ingrid Nazaré Lourinho Alves, Fernanda Gabriella de Siqueira Barros Nogueira, Juliana Anézia Rodrigues do Amaral, A. K. P. Pinto, Natalia Camargo Rodrigues Iosimuta","doi":"10.33233/fb.v24i6.5522","DOIUrl":"https://doi.org/10.33233/fb.v24i6.5522","url":null,"abstract":"Introdução: A parada cardíaca ao nascimento representa um problema grave em todo o mundo. A prática comumente recomendada para reanimação de recém-nascidos asfixiados tem sido o uso de oxigênio a 100% para ventilação assistida. No entanto, há evidências crescentes de que o ar ambiente é tão eficaz quanto o oxigênio a 100% e que o oxigênio a 100% pode ter efeitos adversos na fisiologia respiratória e na circulação cerebral. Objetivo: Comparar a efetividade e segurança do uso do ar ambiente com o oxigênio a 100% na ressuscitação de neonatos em parada cardíaca ao nascimento. Métodos: Realizaremos uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados (ECR) e registraremos o protocolo do estudo na Plataforma Prospero. Incluiremos neonatos a termo, diagnosticados com parada cardíaca ou asfixia neonatal. As buscas serão realizadas nas bases de dados: Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (Medline) via Pubmed, Excerpta Médica dataBASE (Embase) via Elsevier, Cochrane Central Register of Controlled Trials (Central) via Cochrane Library, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs) via Portal da Biblioteca Virtual em Saúde, sem restrições de idioma ou ano de publicação. A seleção dos estudos, extração de dados, avaliação do viés dos estudos incluídos e avaliação da certeza da evidência serão realizados por dois pesquisadores independentes. Resultados esperados: Esperamos esclarecer a efetividade e segurança do uso do ar ambiente em comparação com o oxigênio a 100%, fornecendo informações úteis para a tomada de decisão clínica e para embasar futuros ensaios clínicos randomizados de alta qualidade sobre o assunto","PeriodicalId":439064,"journal":{"name":"Fisioterapia Brasil","volume":"55 9","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-01-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"139449542","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Sophia Baraldi Boscolo, M. Nishiyama, Nicolle Tammy Sominami, Marcelo Antonini, Gisela Rosa Franco Salerno
Introdução: O climatério é definido como um período de transição entre os anos reprodutivos e não reprodutivos da mulher, que acontece na meia-idade. Objetivo: Verificar e comparar os efeitos da aplicação de protocolo de exercícios presencial e via teleatendimento nas variáveis; qualidade de vida, qualidade de sono e satisfação sexual, em mulheres no período climatérico. Métodos: Estudo prospectivo comparativo, com 20 mulheres, idade entre 47-62 anos, sedentárias e com sintomas de climatério, divididas em Grupo Exercício Presencial (G1) e Grupo Exercício Teleatendimento (G2). Todas receberam o mesmo protocolo de exercícios progressivos, por 12 semanas, tendo duração de 45 minutos cada atendimento. No início e ao final do protocolo foram avaliadas por meio do WHOQOL-bref (qualidade de vida), Female Sexual Function Index (desempenho sexual) e Escala de Pittsburgh (qualidade de sono). Para análise estatística, foi aplicado o teste de KS, seguido de teste paramétrico anova, considerando p ≤ 0,005. Resultados: Foi observado ao comparar as variáveis avaliadas que os grupos eram semelhantes antes das intervenções (p > 0,05). Após as intervenções, com relação a qualidade de vida, os dois grupos obtiveram alterações positivas sendo que o G1 apresentou diferença estatística em relação ao G2 (p = 0,0002), na satisfação sexual (p ≤ 0,05) e qualidade de sono, apenas o G1 apresentou alteração positiva nos seus domínios. Conclusão: O protocolo de exercícios, de forma presencial e online, alterou de forma positiva a qualidade de vida, vida sexual e qualidade de sono, todavia o Grupo Exercício Presencial obteve melhores resultados.
{"title":"Promoção de saúde no climatério: uma proposta fisioterapêutica","authors":"Sophia Baraldi Boscolo, M. Nishiyama, Nicolle Tammy Sominami, Marcelo Antonini, Gisela Rosa Franco Salerno","doi":"10.33233/fb.v24i6.5436","DOIUrl":"https://doi.org/10.33233/fb.v24i6.5436","url":null,"abstract":"Introdução: O climatério é definido como um período de transição entre os anos reprodutivos e não reprodutivos da mulher, que acontece na meia-idade. Objetivo: Verificar e comparar os efeitos da aplicação de protocolo de exercícios presencial e via teleatendimento nas variáveis; qualidade de vida, qualidade de sono e satisfação sexual, em mulheres no período climatérico. Métodos: Estudo prospectivo comparativo, com 20 mulheres, idade entre 47-62 anos, sedentárias e com sintomas de climatério, divididas em Grupo Exercício Presencial (G1) e Grupo Exercício Teleatendimento (G2). Todas receberam o mesmo protocolo de exercícios progressivos, por 12 semanas, tendo duração de 45 minutos cada atendimento. No início e ao final do protocolo foram avaliadas por meio do WHOQOL-bref (qualidade de vida), Female Sexual Function Index (desempenho sexual) e Escala de Pittsburgh (qualidade de sono). Para análise estatística, foi aplicado o teste de KS, seguido de teste paramétrico anova, considerando p ≤ 0,005. Resultados: Foi observado ao comparar as variáveis avaliadas que os grupos eram semelhantes antes das intervenções (p > 0,05). Após as intervenções, com relação a qualidade de vida, os dois grupos obtiveram alterações positivas sendo que o G1 apresentou diferença estatística em relação ao G2 (p = 0,0002), na satisfação sexual (p ≤ 0,05) e qualidade de sono, apenas o G1 apresentou alteração positiva nos seus domínios. Conclusão: O protocolo de exercícios, de forma presencial e online, alterou de forma positiva a qualidade de vida, vida sexual e qualidade de sono, todavia o Grupo Exercício Presencial obteve melhores resultados.","PeriodicalId":439064,"journal":{"name":"Fisioterapia Brasil","volume":"14 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-01-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"139629797","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Vitorugo dos Santos Rocha, N. Fernandes, Bruna Wandscher, Kethely Karine Brito Silva, Leticya Sousa Teixeira, Ana Cristina dos Santos Monteiro, Manoel Campos de Carvalho Neto, Samara Sousa Vasconcelos Gouveia
Objetivo: Avaliar a eficácia e os efeitos do exercício proprioceptivo na reabilitação de pacientes após lesão ligamentar do tornozelo. Método: Trata-se de uma Revisão Sistemática, realizada por meio da busca de artigos nas bases de dados eletrônicos PubMed, Scielo, Scopus, Web of Science, Science Direct, PEDro e Portal Regional BVS, sendo estabelecidos critérios de elegibilidade conforme estratégia PICOS. A qualidade metodológica e a certeza das evidências foram avaliadas por meio da ferramenta de colaboração Cochrane Scale. Resultados: A busca eletrônica resultou em 3217 artigos, foram excluídos 24 artigos duplicados e 3160 após leitura de título e resumo pelos critérios de elegibilidade, restando assim 33 artigos para leitura completa do texto. Após a leitura, 19 estudos foram excluídos por não atenderem aos critérios de elegibilidade. A avaliação metodológica pela escala Cochrane foi realizada com 14 estudos, dos quais sete tiveram sua elegibilidade confirmada com a média de cinco escores, sendo então, incluídos nesta revisão. O treino proprioceptivo foi eficaz no tratamento de pacientes com lesão ligamentar de tornozelo. Os principais efeitos reportados pelos estudos foram melhora da amplitude de movimento, desempenho funcional, equilíbrio e função muscular. Conclusão: Esta revisão sistemática evidenciou que o treino proprioceptivo pode ser eficaz no tratamento de pacientes com lesão ligamentar de tornozelo, com melhoras significativas, principalmente, para melhora da amplitude de movimento do tornozelo, na funcionalidade e qualidade de vida.
{"title":"Eficácia dos exercícios proprioceptivos na reabilitação pós lesão ligamentar do tornozelo em adultos: uma revisão sistemática","authors":"Vitorugo dos Santos Rocha, N. Fernandes, Bruna Wandscher, Kethely Karine Brito Silva, Leticya Sousa Teixeira, Ana Cristina dos Santos Monteiro, Manoel Campos de Carvalho Neto, Samara Sousa Vasconcelos Gouveia","doi":"10.33233/fb.v24i6.5533","DOIUrl":"https://doi.org/10.33233/fb.v24i6.5533","url":null,"abstract":"Objetivo: Avaliar a eficácia e os efeitos do exercício proprioceptivo na reabilitação de pacientes após lesão ligamentar do tornozelo. Método: Trata-se de uma Revisão Sistemática, realizada por meio da busca de artigos nas bases de dados eletrônicos PubMed, Scielo, Scopus, Web of Science, Science Direct, PEDro e Portal Regional BVS, sendo estabelecidos critérios de elegibilidade conforme estratégia PICOS. A qualidade metodológica e a certeza das evidências foram avaliadas por meio da ferramenta de colaboração Cochrane Scale. Resultados: A busca eletrônica resultou em 3217 artigos, foram excluídos 24 artigos duplicados e 3160 após leitura de título e resumo pelos critérios de elegibilidade, restando assim 33 artigos para leitura completa do texto. Após a leitura, 19 estudos foram excluídos por não atenderem aos critérios de elegibilidade. A avaliação metodológica pela escala Cochrane foi realizada com 14 estudos, dos quais sete tiveram sua elegibilidade confirmada com a média de cinco escores, sendo então, incluídos nesta revisão. O treino proprioceptivo foi eficaz no tratamento de pacientes com lesão ligamentar de tornozelo. Os principais efeitos reportados pelos estudos foram melhora da amplitude de movimento, desempenho funcional, equilíbrio e função muscular. Conclusão: Esta revisão sistemática evidenciou que o treino proprioceptivo pode ser eficaz no tratamento de pacientes com lesão ligamentar de tornozelo, com melhoras significativas, principalmente, para melhora da amplitude de movimento do tornozelo, na funcionalidade e qualidade de vida.","PeriodicalId":439064,"journal":{"name":"Fisioterapia Brasil","volume":"49 10","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-01-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"139449593","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Camila Santos Barros, M. F. Vieira, Carla Trevisan M. Ribeiro
Objetivo: Investigar o uso de instrumentos de avaliação de participação e fatores contextuais para permitir uma análise ampliada do neurodesenvolvimento de crianças de risco. Métodos: Estudo transversal, composto por crianças pré-termo, entre 3 e 42 meses. Foram excluídas aquelas com malformação congênita, síndrome genética e exposição à infecção congênita. Para a avaliação foram utilizados os instrumentos Escala Motora Infantil de Alberta (AIMS), Teste de Denver II, Child Engagement in Daily Life (CEDL), Affordances in the Home Environment for Motor Development (AHEMD) e um questionário estruturado elaborado pelas pesquisadoras. Resultados: Amostra de 29 crianças com maior prevalência de alteração nos domínios motor fino (34,5%) e amplo (24,1%); em relação à participação, 58,6% quase nunca brincavam ao ar livre com outras crianças e 75,9% quase nunca realizavam passeios de entretenimento; quanto aos fatores contextuais, observou-se baixa provisão de materiais de motricidade fina (46,4%) e grossa (57,1%) nas residências. Conclusão: Crianças com neurodesenvolvimento classificado como questionável tiveram alterações nos domínios de participação e fatores contextuais, apontando para a importância de uma avaliação mais detalhada. O uso de instrumentos para análise destes domínios auxiliou na compreensão ampliada do neurodesenvolvimento.
{"title":"A utilização de avaliação de participação e fatores contextuais para análise ampliada do neurodesenvolvimento infantil","authors":"Camila Santos Barros, M. F. Vieira, Carla Trevisan M. Ribeiro","doi":"10.33233/fb.v24i6.5497","DOIUrl":"https://doi.org/10.33233/fb.v24i6.5497","url":null,"abstract":"Objetivo: Investigar o uso de instrumentos de avaliação de participação e fatores contextuais para permitir uma análise ampliada do neurodesenvolvimento de crianças de risco. Métodos: Estudo transversal, composto por crianças pré-termo, entre 3 e 42 meses. Foram excluídas aquelas com malformação congênita, síndrome genética e exposição à infecção congênita. Para a avaliação foram utilizados os instrumentos Escala Motora Infantil de Alberta (AIMS), Teste de Denver II, Child Engagement in Daily Life (CEDL), Affordances in the Home Environment for Motor Development (AHEMD) e um questionário estruturado elaborado pelas pesquisadoras. Resultados: Amostra de 29 crianças com maior prevalência de alteração nos domínios motor fino (34,5%) e amplo (24,1%); em relação à participação, 58,6% quase nunca brincavam ao ar livre com outras crianças e 75,9% quase nunca realizavam passeios de entretenimento; quanto aos fatores contextuais, observou-se baixa provisão de materiais de motricidade fina (46,4%) e grossa (57,1%) nas residências. Conclusão: Crianças com neurodesenvolvimento classificado como questionável tiveram alterações nos domínios de participação e fatores contextuais, apontando para a importância de uma avaliação mais detalhada. O uso de instrumentos para análise destes domínios auxiliou na compreensão ampliada do neurodesenvolvimento.","PeriodicalId":439064,"journal":{"name":"Fisioterapia Brasil","volume":"1‐83 S1‐16","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-01-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"139629270","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Taís da Cunha Schneider, Yasmin Podlasinski da Silva, M. Furlanetto
Introdução: A dança no transparto possui o intuito de trazer efeitos benéficos às gestantes nesse processo fisiológico. O uso dessa prática é uma alternativa ao método farmacológico a fim de evitar complicações, dor, medo, além de trazer conforto e satisfação às parturientes. Objetivo: Revisar sistematicamente os estudos publicados nos últimos 10 anos a respeito da atuação e dos efeitos da dança no trabalho de parto. Métodos: Revisão sistemática de literatura realizada através de busca bibliográfica digital em artigos do tipo ensaios clínicos e estudos randomizados, no período compreendido entre os anos de 2011 e 2021, nas bases de dados eletrônicas PubMed, BVS Scielo e Science Direct. Resultados: Foram incluídos 4 artigos aplicáveis aos critérios de elegibilidade. A população estudada foi de mulheres de 18 a 35 anos, parturientes, que avaliaram os efeitos relacionados a dança no transparto. Não houve grande variabilidade dos recursos utilizados e os estudos apresentaram resultados positivos e semelhantes. Conclusão: A dança mostrou-se benéfica para as parturientes durante o trabalho de parto em relação ao conforto, satisfação e na diminuição da percepção de medo e trauma no parto. No entanto, mais pesquisas são necessárias, tendo em vista os escores metodológicos moderados e escassez dos estudos analisados.
{"title":"A dança no trabalho de parto: revisão sistemática","authors":"Taís da Cunha Schneider, Yasmin Podlasinski da Silva, M. Furlanetto","doi":"10.33233/fb.v24i6.5239","DOIUrl":"https://doi.org/10.33233/fb.v24i6.5239","url":null,"abstract":"Introdução: A dança no transparto possui o intuito de trazer efeitos benéficos às gestantes nesse processo fisiológico. O uso dessa prática é uma alternativa ao método farmacológico a fim de evitar complicações, dor, medo, além de trazer conforto e satisfação às parturientes. Objetivo: Revisar sistematicamente os estudos publicados nos últimos 10 anos a respeito da atuação e dos efeitos da dança no trabalho de parto. Métodos: Revisão sistemática de literatura realizada através de busca bibliográfica digital em artigos do tipo ensaios clínicos e estudos randomizados, no período compreendido entre os anos de 2011 e 2021, nas bases de dados eletrônicas PubMed, BVS Scielo e Science Direct. Resultados: Foram incluídos 4 artigos aplicáveis aos critérios de elegibilidade. A população estudada foi de mulheres de 18 a 35 anos, parturientes, que avaliaram os efeitos relacionados a dança no transparto. Não houve grande variabilidade dos recursos utilizados e os estudos apresentaram resultados positivos e semelhantes. Conclusão: A dança mostrou-se benéfica para as parturientes durante o trabalho de parto em relação ao conforto, satisfação e na diminuição da percepção de medo e trauma no parto. No entanto, mais pesquisas são necessárias, tendo em vista os escores metodológicos moderados e escassez dos estudos analisados.","PeriodicalId":439064,"journal":{"name":"Fisioterapia Brasil","volume":"60 3","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-01-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"139629549","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
André de Aguiar Santos Filho, Tereza Cristina dos Reis Ferreira, M. C. S. Santos, Paulo Eduardo Santos Ávila, T. C. Esteves, Gabriela Melo Andrade, Altair Vallinoto Klautau, João Sérgio de Sousa Oliveira
Introdução: O músculo reto abdominal possui entre suas funções estabilizar e fletir o tronco, existindo diversos exercícios estáticos e dinâmicos que podem condicioná-lo para o desempenho esportivo ou reabilitação. Objetivo: Comparar a ativação neuromuscular do reto abdominal entre os exercícios hundred, plank e crunch por eletromiografia de superfície. Métodos: Estudo transversal com discentes do gênero feminino de uma universidade pública, idade de 18 e 30 anos. Avaliadas durante a execução dos exercícios por eletromiografia de superfície, equipamento Miotool 400, software MiotecSuite, eletrodos unipolares de superfície posicionados bilateralmente nas porções superiores do músculo reto abdominal, considerando valores da raiz quadrada da média normalizados por pico dinâmico no exercício crunch e contração isométrica voluntária máxima no hundred e plank. Resultados: As participantes com idade em torno de 20 anos, durante a realização do exercício hundred, evidenciou diferença significante (p = 0,0146) entre a ativação dos ventres musculares do reto abdominal, revelando maior ativação no esquerdo em relação ao direito; o exercício plank foi o que revelou a maior discrepância entre os ventres musculares (p = 0,0001), expondo elevada ativação do ventre esquerdo em comparação ao direito; já o exercício crunch não evidenciou diferença significativa entre os ventres musculares (p = 0,1834), com menor ativação entre os exercícios. Conclusão: O exercício abdominal crunch se mostrou um exercício isotônico que recrutou menor número de unidades motoras, sugerindo maior efetividade ao se executar a tarefa de forma plena.
{"title":"Ativação neuromuscular do reto abdominal nos exercícios hundred, plank e crunch: Comparação eletromiográfica de superfície","authors":"André de Aguiar Santos Filho, Tereza Cristina dos Reis Ferreira, M. C. S. Santos, Paulo Eduardo Santos Ávila, T. C. Esteves, Gabriela Melo Andrade, Altair Vallinoto Klautau, João Sérgio de Sousa Oliveira","doi":"10.33233/fb.v24i6.5476","DOIUrl":"https://doi.org/10.33233/fb.v24i6.5476","url":null,"abstract":"Introdução: O músculo reto abdominal possui entre suas funções estabilizar e fletir o tronco, existindo diversos exercícios estáticos e dinâmicos que podem condicioná-lo para o desempenho esportivo ou reabilitação. Objetivo: Comparar a ativação neuromuscular do reto abdominal entre os exercícios hundred, plank e crunch por eletromiografia de superfície. Métodos: Estudo transversal com discentes do gênero feminino de uma universidade pública, idade de 18 e 30 anos. Avaliadas durante a execução dos exercícios por eletromiografia de superfície, equipamento Miotool 400, software MiotecSuite, eletrodos unipolares de superfície posicionados bilateralmente nas porções superiores do músculo reto abdominal, considerando valores da raiz quadrada da média normalizados por pico dinâmico no exercício crunch e contração isométrica voluntária máxima no hundred e plank. Resultados: As participantes com idade em torno de 20 anos, durante a realização do exercício hundred, evidenciou diferença significante (p = 0,0146) entre a ativação dos ventres musculares do reto abdominal, revelando maior ativação no esquerdo em relação ao direito; o exercício plank foi o que revelou a maior discrepância entre os ventres musculares (p = 0,0001), expondo elevada ativação do ventre esquerdo em comparação ao direito; já o exercício crunch não evidenciou diferença significativa entre os ventres musculares (p = 0,1834), com menor ativação entre os exercícios. Conclusão: O exercício abdominal crunch se mostrou um exercício isotônico que recrutou menor número de unidades motoras, sugerindo maior efetividade ao se executar a tarefa de forma plena.","PeriodicalId":439064,"journal":{"name":"Fisioterapia Brasil","volume":"5 S16","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-01-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"139629411","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Thaisa Sarmento dos Santos, Katia Martins de Moura Barbosa, Marco Orsini, Stéphanie Raposo Gomes, Thiago de Mello Tavares, Priscila Enomoto Velame, Cristiane Sousa Nascimento Baez Garcia, Luciana Moisés Camilo, Mauricio de Sant Anna Jr
Introdução: O treinamento muscular inspiratório (TMI) vem sendo utilizado em indivíduos sadios com a finalidade de promover melhora no desempenho físico. Porém as respostas cardiovasculares oriundas do TMI ainda não foram bem elucidadas. Objetivo: Descrever as respostas cardiovasculares agudas e as modificações na modulação autonômica cardiovascular (MAC) oriundas de uma sessão de treinamento muscular inspiratório de intensidade moderada. Métodos: Estudo observacional e transversal realizado com uma amostra de conveniência composta por indivíduos adultos jovens. O protocolo foi desenhado com duração de 25 minutos, sendo 10 minutos de repouso (pré TMI), 5 minutos de TMI e um período de recuperação de 10 minutos (pós TMI), com verificação de frequência cardíaca (FC), pressão arterial sistólica (PAS), diastólica (PAD) e média (PAD), duplo-produto (DP) e sensação subjetiva de esforço (Borg). O TMI foi realizado utilizando através de dispositivo digital, com carga equivalente a 50% da pressão inspiratória máxima (PImax,). A avaliação da MAC foi realizada através de análise da variabilidade da frequência cardíaca (VFC) nos domínios do tempo (DT) e da frequência (DF). Para análise dos dados e comparação entre os períodos pré TMI, TMI e pós TMI foi utilizada ANOVA de dupla entrada sendo adotado como significância quando o P < 0,05. Resultados: Participaram do estudo 17 indivíduos com média de idade 26,40 ± 6,11 anos, 13 (77%) pertencem ao sexo feminino. Durante a realização do TMI pode-se observar que os indivíduos atingiram em média 46% da FC máxima. No que diz respeito às variáveis hemodinâmicas foram observadas diferenças significativas quando comparados os períodos pré TMI vs. TMI para FC, PAS, PAD, PAM, DP e Borg (p < 0,05), além de significância entre os períodos TMI vs. pós TMI para as variáveis FC, PAS, PAM e DP (p < 0,05). Também foi verificada significância entre os períodos pré TMI vs. pós TMI apenas para a sensação subjetiva de esforço. Quanto a VFC, foram observadas diferenças significativas entre pré TMI vs TMI no DT para os intervalos RR, e entre os períodos TMI vs. pós TMI no DF para os componentes de baixa frequência e alta frequência (p < 0,05). Conclusão: Uma sessão de TMI com 50% da PImáx é capaz de promover importantes incrementos nas variáveis cardiovasculares com elevação de pressão arterial e frequência cardíaca e sensação subjetiva de esforço, além de redução da atividade parassimpática.
{"title":"Respostas cardiovasculares agudas e modificações na modulação autonômica em uma sessão de treinamento muscular inspiratório: um estudo piloto","authors":"Thaisa Sarmento dos Santos, Katia Martins de Moura Barbosa, Marco Orsini, Stéphanie Raposo Gomes, Thiago de Mello Tavares, Priscila Enomoto Velame, Cristiane Sousa Nascimento Baez Garcia, Luciana Moisés Camilo, Mauricio de Sant Anna Jr","doi":"10.33233/fb.v24i6.5569","DOIUrl":"https://doi.org/10.33233/fb.v24i6.5569","url":null,"abstract":"Introdução: O treinamento muscular inspiratório (TMI) vem sendo utilizado em indivíduos sadios com a finalidade de promover melhora no desempenho físico. Porém as respostas cardiovasculares oriundas do TMI ainda não foram bem elucidadas. Objetivo: Descrever as respostas cardiovasculares agudas e as modificações na modulação autonômica cardiovascular (MAC) oriundas de uma sessão de treinamento muscular inspiratório de intensidade moderada. Métodos: Estudo observacional e transversal realizado com uma amostra de conveniência composta por indivíduos adultos jovens. O protocolo foi desenhado com duração de 25 minutos, sendo 10 minutos de repouso (pré TMI), 5 minutos de TMI e um período de recuperação de 10 minutos (pós TMI), com verificação de frequência cardíaca (FC), pressão arterial sistólica (PAS), diastólica (PAD) e média (PAD), duplo-produto (DP) e sensação subjetiva de esforço (Borg). O TMI foi realizado utilizando através de dispositivo digital, com carga equivalente a 50% da pressão inspiratória máxima (PImax,). A avaliação da MAC foi realizada através de análise da variabilidade da frequência cardíaca (VFC) nos domínios do tempo (DT) e da frequência (DF). Para análise dos dados e comparação entre os períodos pré TMI, TMI e pós TMI foi utilizada ANOVA de dupla entrada sendo adotado como significância quando o P < 0,05. Resultados: Participaram do estudo 17 indivíduos com média de idade 26,40 ± 6,11 anos, 13 (77%) pertencem ao sexo feminino. Durante a realização do TMI pode-se observar que os indivíduos atingiram em média 46% da FC máxima. No que diz respeito às variáveis hemodinâmicas foram observadas diferenças significativas quando comparados os períodos pré TMI vs. TMI para FC, PAS, PAD, PAM, DP e Borg (p < 0,05), além de significância entre os períodos TMI vs. pós TMI para as variáveis FC, PAS, PAM e DP (p < 0,05). Também foi verificada significância entre os períodos pré TMI vs. pós TMI apenas para a sensação subjetiva de esforço. Quanto a VFC, foram observadas diferenças significativas entre pré TMI vs TMI no DT para os intervalos RR, e entre os períodos TMI vs. pós TMI no DF para os componentes de baixa frequência e alta frequência (p < 0,05). Conclusão: Uma sessão de TMI com 50% da PImáx é capaz de promover importantes incrementos nas variáveis cardiovasculares com elevação de pressão arterial e frequência cardíaca e sensação subjetiva de esforço, além de redução da atividade parassimpática.","PeriodicalId":439064,"journal":{"name":"Fisioterapia Brasil","volume":"62 52","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-01-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"139449053","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Marco Orsini, Marcela de Moraes Mesquita, M. R. D. Freitas, C. D. A. Leite, Lara Alexandre Brandão Tomassini, Thiago de Mello Tavares, Victor Hugo Bastos, Maria Victórya Manzi de Sant Anna, Mauricio Sant’Anna Junior
O termo distrofia muscular de cinturas (DMC) foi introduzido para delinear uma forma distinta de distrofia muscular com fraqueza predominantemente proximal nas extremidades superiores e inferiores. PAS, 71 anos, sexo masculino, aposentado, diabéticos e hipertenso. Ele relata que o quadro clínico iniciou em meados de 2010 com queixas relacionadas à atrofia da cintura escapular e região da coxa. “Ao me olhar no espelho comecei a perceber que estava perdendo músculos nos ombros”. O início do quadro clínico se arrastou, ainda com formato muscular próximo ao normal para realização das atividades diárias. Ele ressalta que a região cervical o incomoda bastante, principalmente pela posição inclinada em que se encontra. Neste caso clínico apresentamos avaliações neurológicas e funcionais, bem como exames complementares que auxiliam na detecção de DMC. Novos estudos, abrangendo um número maior de pacientes com miopatia de cintura e membros, são necessários. Acreditamos que a melhor forma de reabilitação para esse grupo de miopatias é não buscar danos por uso excessivo e, sem dúvida, trabalhar em busca de função e não principalmente de força.
{"title":"Distrofia muscular de cinturas e fisioterapia: atualização e relato de caso","authors":"Marco Orsini, Marcela de Moraes Mesquita, M. R. D. Freitas, C. D. A. Leite, Lara Alexandre Brandão Tomassini, Thiago de Mello Tavares, Victor Hugo Bastos, Maria Victórya Manzi de Sant Anna, Mauricio Sant’Anna Junior","doi":"10.33233/fb.v24i6.5568","DOIUrl":"https://doi.org/10.33233/fb.v24i6.5568","url":null,"abstract":"O termo distrofia muscular de cinturas (DMC) foi introduzido para delinear uma forma distinta de distrofia muscular com fraqueza predominantemente proximal nas extremidades superiores e inferiores. PAS, 71 anos, sexo masculino, aposentado, diabéticos e hipertenso. Ele relata que o quadro clínico iniciou em meados de 2010 com queixas relacionadas à atrofia da cintura escapular e região da coxa. “Ao me olhar no espelho comecei a perceber que estava perdendo músculos nos ombros”. O início do quadro clínico se arrastou, ainda com formato muscular próximo ao normal para realização das atividades diárias. Ele ressalta que a região cervical o incomoda bastante, principalmente pela posição inclinada em que se encontra. Neste caso clínico apresentamos avaliações neurológicas e funcionais, bem como exames complementares que auxiliam na detecção de DMC. Novos estudos, abrangendo um número maior de pacientes com miopatia de cintura e membros, são necessários. Acreditamos que a melhor forma de reabilitação para esse grupo de miopatias é não buscar danos por uso excessivo e, sem dúvida, trabalhar em busca de função e não principalmente de força.","PeriodicalId":439064,"journal":{"name":"Fisioterapia Brasil","volume":"61 36","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-01-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"139449269","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
R.B.C. Jardim, I.L. Alves, A. Matos, Ana Carolina Pereira Nunes Pinto, N. C. R. Iosimuta
Introduction: The training with blood flow restriction (RFS) is increasingly used in the clinical rehabilitation of musculoskeletal disorders, but there is still much uncertainty about which parameters is ideal to use regarding the restriction pressure, combination with other therapies and which groups of patients can benefit most from the technique. Objective: To compare the effectiveness and safety of different methodologies for the use of RFS in the rehabilitation of musculoskeletal disorders. Methods: A systematic review will be performed through independent searches by two reviewers of studies indexed to Medline, SPORTDiscus, Central, Lilacs, CINAHL, Embase, J-STAGE and PEDro; in addition to sources of gray literature and in the bibliographic references of the studies included in the review. The study protocol was registered on the Prospero Platform (CRD422021233488). Randomized parallel-group clinical trials that tested the efficacy or safety of RFS training in individuals aged 18 years or older for at least three weeks will be considered. Details will be extracted on the application of RFS and outcomes of pain, muscle strength and adverse events, considered as primary outcomes; in addition to functional capacity, discomfort, overall physical capacity and quality of life, composing the secondary outcomes. The risk of bias of the studies will be assessed using the PEDro scale and any disagreement during the process of selection, extraction and evaluation of the risk of bias will be decided by a third reviewer. Expected results: Expose the information available in the literature and provide clear guidance to clinicians and researchers on the prescriptions and recommendations of this technique.
导言:限制血流训练(RFS)越来越多地应用于肌肉骨骼疾病的临床康复中,但关于限制压力、与其他疗法的结合以及哪类患者能从该技术中获益最多,目前仍存在很多不确定性。研究目的比较在肌肉骨骼疾病康复中使用 RFS 的不同方法的有效性和安全性。方法:由两名审稿人独立检索 Medline、SPORTDiscus、Central、Lilacs、CINAHL、Embase、J-STAGE 和 PEDro 索引中的研究;此外,还将检索灰色文献来源和纳入综述的研究的参考文献。研究方案已在 Prospero 平台注册(CRD422021233488)。将考虑对 18 岁或以上人群进行至少三周的 RFS 训练的有效性或安全性进行测试的随机平行组临床试验。除了功能能力、不适感、整体体能和生活质量等次要结果外,还将提取 RFS 的应用细节以及疼痛、肌肉力量和不良事件等结果,作为主要结果。研究的偏倚风险将使用 PEDro 量表进行评估,在筛选、提取和偏倚风险评估过程中出现的任何分歧都将由第三位审稿人决定。预期结果揭示文献中的可用信息,为临床医生和研究人员提供有关该技术的处方和建议的明确指导。
{"title":"Comparison between training protocols with blood flow restriction in clinical musculoskeletal rehabilitation: protocol of a systematic review","authors":"R.B.C. Jardim, I.L. Alves, A. Matos, Ana Carolina Pereira Nunes Pinto, N. C. R. Iosimuta","doi":"10.33233/fb.v24i6.5502","DOIUrl":"https://doi.org/10.33233/fb.v24i6.5502","url":null,"abstract":"Introduction: The training with blood flow restriction (RFS) is increasingly used in the clinical rehabilitation of musculoskeletal disorders, but there is still much uncertainty about which parameters is ideal to use regarding the restriction pressure, combination with other therapies and which groups of patients can benefit most from the technique. Objective: To compare the effectiveness and safety of different methodologies for the use of RFS in the rehabilitation of musculoskeletal disorders. Methods: A systematic review will be performed through independent searches by two reviewers of studies indexed to Medline, SPORTDiscus, Central, Lilacs, CINAHL, Embase, J-STAGE and PEDro; in addition to sources of gray literature and in the bibliographic references of the studies included in the review. The study protocol was registered on the Prospero Platform (CRD422021233488). Randomized parallel-group clinical trials that tested the efficacy or safety of RFS training in individuals aged 18 years or older for at least three weeks will be considered. Details will be extracted on the application of RFS and outcomes of pain, muscle strength and adverse events, considered as primary outcomes; in addition to functional capacity, discomfort, overall physical capacity and quality of life, composing the secondary outcomes. The risk of bias of the studies will be assessed using the PEDro scale and any disagreement during the process of selection, extraction and evaluation of the risk of bias will be decided by a third reviewer. Expected results: Expose the information available in the literature and provide clear guidance to clinicians and researchers on the prescriptions and recommendations of this technique.","PeriodicalId":439064,"journal":{"name":"Fisioterapia Brasil","volume":"57 18","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-01-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"139449429","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
D. Cuty, I. Brondani, Ellen Aguirre de Melo, Letícia Fernandez Frigo, N. Filippin
Objetivo: Avaliar a função sexual de mulheres em idade reprodutiva com dispareunia autorrelatada. Métodos: Este é um estudo transversal com abordagem quantitativa, composto por 127 mulheres de 18 a 35 anos. Foram aplicados questionários sobre características sociodemográficas e clínicas e a escala FSFI, em formato online. Resultados: A maioria das mulheres (96,85%) apresentou risco de disfunção sexual, sendo 80,31% desde a primeira relação sexual. Os escores mais baixos foram no domínio de satisfação. Não houve correlação entre a função sexual avaliada pelo FSFI e as características clínicas e sociodemográficas da amostra, exceto para tratamento da dor, em que mulheres que já haviam realizado tratamento obtiveram escores mais baixos na FSFI. Conclusão: Houve elevada prevalência de disfunção sexual e os baixos escores no domínio de satisfação podem indicar que mulheres com dispareunia podem ter uma insatisfação com a sua sexualidade.
{"title":"Avaliação da função sexual de mulheres em idade reprodutiva com dispareunia autorrelatada","authors":"D. Cuty, I. Brondani, Ellen Aguirre de Melo, Letícia Fernandez Frigo, N. Filippin","doi":"10.33233/fb.v24i6.5501","DOIUrl":"https://doi.org/10.33233/fb.v24i6.5501","url":null,"abstract":"Objetivo: Avaliar a função sexual de mulheres em idade reprodutiva com dispareunia autorrelatada. Métodos: Este é um estudo transversal com abordagem quantitativa, composto por 127 mulheres de 18 a 35 anos. Foram aplicados questionários sobre características sociodemográficas e clínicas e a escala FSFI, em formato online. Resultados: A maioria das mulheres (96,85%) apresentou risco de disfunção sexual, sendo 80,31% desde a primeira relação sexual. Os escores mais baixos foram no domínio de satisfação. Não houve correlação entre a função sexual avaliada pelo FSFI e as características clínicas e sociodemográficas da amostra, exceto para tratamento da dor, em que mulheres que já haviam realizado tratamento obtiveram escores mais baixos na FSFI. Conclusão: Houve elevada prevalência de disfunção sexual e os baixos escores no domínio de satisfação podem indicar que mulheres com dispareunia podem ter uma insatisfação com a sua sexualidade.","PeriodicalId":439064,"journal":{"name":"Fisioterapia Brasil","volume":"4 2","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-01-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"139629414","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}