Introdução: O estabelecimento do comprimento de trabalho (CT) é uma etapa fundamental para o sucesso do tratamento endodôntico, principalmente na dentição decídua. O exame radiográfico é um dos principais meios de definir o CT. A mensuração desse comprimento também pode ser obtida por meio de dispositivos eletrônicos. Objetivo: Revisar a literatura acerca da concordância entre a medida de CT por radiografia e localizadores foraminais (LF) na dentição decídua. Metodologia: A busca bibliográfica foi realizada nas bases de dados PubMed, Cochrane Library e BVS, seguindo uma estratégia de combinação de palavras-chave, filtrando apenas pesquisas clínicas. A seleção dos artigos foi realizada em duas etapas: através da leitura dos títulos e resumos e, em seguida, por meio da obtenção e leitura dos artigos completos selecionados. Resultados: sete artigos foram selecionados, publicados entre 2011 e 2020. Todos foram analisados quanto à qualidade metodológica e à caracterização como tamanho da amostra, objetivo, metodologia, resultados e conclusão. Todos possuíam os dados necessários para contemplar o objetivo dessa pesquisa. O uso dos LF mostrou-se tão preciso quanto o método radiográfico (n=6), e em um estudo, o método eletrônico foi superior ao radiográfico para determinação do CT. Conclusão: O método eletrônico possui eficácia na determinação do CT durante o tratamento endodôntico de dentes decíduos sendo comparável ao radiográfico.
{"title":"Concordância entre medida de comprimento de trabalho por radiografia e localizador foraminal na dentição decídua: revisão integrativa","authors":"None Beatriz Pires Sampaio, None Taiomara Vieira Mania, IANE SOUZA NERY SILVA","doi":"10.47296/salusvita.v41i01.144","DOIUrl":"https://doi.org/10.47296/salusvita.v41i01.144","url":null,"abstract":"Introdução: O estabelecimento do comprimento de trabalho (CT) é uma etapa fundamental para o sucesso do tratamento endodôntico, principalmente na dentição decídua. O exame radiográfico é um dos principais meios de definir o CT. A mensuração desse comprimento também pode ser obtida por meio de dispositivos eletrônicos. Objetivo: Revisar a literatura acerca da concordância entre a medida de CT por radiografia e localizadores foraminais (LF) na dentição decídua. Metodologia: A busca bibliográfica foi realizada nas bases de dados PubMed, Cochrane Library e BVS, seguindo uma estratégia de combinação de palavras-chave, filtrando apenas pesquisas clínicas. A seleção dos artigos foi realizada em duas etapas: através da leitura dos títulos e resumos e, em seguida, por meio da obtenção e leitura dos artigos completos selecionados. Resultados: sete artigos foram selecionados, publicados entre 2011 e 2020. Todos foram analisados quanto à qualidade metodológica e à caracterização como tamanho da amostra, objetivo, metodologia, resultados e conclusão. Todos possuíam os dados necessários para contemplar o objetivo dessa pesquisa. O uso dos LF mostrou-se tão preciso quanto o método radiográfico (n=6), e em um estudo, o método eletrônico foi superior ao radiográfico para determinação do CT. Conclusão: O método eletrônico possui eficácia na determinação do CT durante o tratamento endodôntico de dentes decíduos sendo comparável ao radiográfico.","PeriodicalId":481669,"journal":{"name":"SALUSVITA","volume":"69 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-01-25","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"136083905","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2023-01-25DOI: 10.47296/salusvita.v41i01.302
Gabriela Marini
Introdução: O envelhecimento populacional cresce a cada ano e consequentemente surgem adaptações fisiológicas do organismo como diminuição da velocidade da marcha, de estabilidade e adaptação postural, perda da integralidade muscular, podendo causar disfunções de assoalho pélvico e prejuízo da mobilidade. Objetivo: avaliar e associar a função do assoalho pélvico com mobilidade em idosas. Materiais e métodos: trata-se um estudo transversal desenvolvido com mulheres acima de 60 anos residentes na cidade de Bauru/SP. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (parecer nº4.040.883) e todas as voluntárias que assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido responderam aos questionários para caracterização sociodemográfica e verificação das queixas de disfunções do assoalho pélvico. A avaliação da mobilidade foi realizada pela marcha por meio da passarela de 14 metros e análise dos parâmetros cinemáticos da marcha pelo módulo de aquisição de sinais biológicos e um acelerômetro triaxial posicionado sobre o maléolo lateral e a bateria de avaliação Short Physical Performance Battery. Resultados: No total foram avaliadas 13 mulheres (7 no grupo com disfunção do assoalho pélvico e 6 no grupo controle) com média de idade de 64 ±6,3 anos. Relataram incontinência urinaria 54% das mulheres, 8% prolapso de órgãos pélvicos, 15% incontinência fecal e 8% disfunção sexual. Nos resultados do SPPB, 92% das voluntárias apresentaram boa capacidade e 8% baixa capacidade e na avaliação da marcha não foram encontradas diferenças estatísticas entre os grupos (p=0,260). Conclusão: Não houve relação entre a função do assoalho pélvico e a mobilidade nas participantes avaliadas.
{"title":"ASSOCIAÇÃO DA FUNÇÃO DO ASSOALHO PÉLVICO E MOBILIDADE EM IDOSAS","authors":"Gabriela Marini","doi":"10.47296/salusvita.v41i01.302","DOIUrl":"https://doi.org/10.47296/salusvita.v41i01.302","url":null,"abstract":"Introdução: O envelhecimento populacional cresce a cada ano e consequentemente surgem adaptações fisiológicas do organismo como diminuição da velocidade da marcha, de estabilidade e adaptação postural, perda da integralidade muscular, podendo causar disfunções de assoalho pélvico e prejuízo da mobilidade. Objetivo: avaliar e associar a função do assoalho pélvico com mobilidade em idosas. Materiais e métodos: trata-se um estudo transversal desenvolvido com mulheres acima de 60 anos residentes na cidade de Bauru/SP. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (parecer nº4.040.883) e todas as voluntárias que assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido responderam aos questionários para caracterização sociodemográfica e verificação das queixas de disfunções do assoalho pélvico. A avaliação da mobilidade foi realizada pela marcha por meio da passarela de 14 metros e análise dos parâmetros cinemáticos da marcha pelo módulo de aquisição de sinais biológicos e um acelerômetro triaxial posicionado sobre o maléolo lateral e a bateria de avaliação Short Physical Performance Battery. Resultados: No total foram avaliadas 13 mulheres (7 no grupo com disfunção do assoalho pélvico e 6 no grupo controle) com média de idade de 64 ±6,3 anos. Relataram incontinência urinaria 54% das mulheres, 8% prolapso de órgãos pélvicos, 15% incontinência fecal e 8% disfunção sexual. Nos resultados do SPPB, 92% das voluntárias apresentaram boa capacidade e 8% baixa capacidade e na avaliação da marcha não foram encontradas diferenças estatísticas entre os grupos (p=0,260). Conclusão: Não houve relação entre a função do assoalho pélvico e a mobilidade nas participantes avaliadas.","PeriodicalId":481669,"journal":{"name":"SALUSVITA","volume":"18 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-01-25","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"136083683","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}