Pub Date : 2020-10-07DOI: 10.51359/2675-3472.2020.245981
Rozivaldo Barros de Souza
O texto tem o propósito de apresentar uma discussão acerca dos conflitos socioterritoriais causados por empreendimentos hidroelétricos na Amazônia, a iniciar pelas usinas hidrelétricas de Tucuruí (PA) e Balbina (AM), no norte do país, construídas na década de 1970, por meio de políticas públicas como o Programa de Integração Nacional (PIN) e, nos anos 2000 o Programa de Aceleramento do Crescimento (PAC), para a implantação do complexo hidrelétrico de Teles Pires, composto por cinco Usinas Hidrelétricas na bacia do rio Teles Pires no norte do estado de Mato Grosso. O objetivo é analisar os atuais desdobramentos dos conflitos socioterritoriais de centenas de famílias promovidos pelas políticas do setor elétrico, que estão sendo implantadas nessa área. A pesquisa foi direcionada para uma abordagem teórico dialético, a partir de leituras bibliográficas e documental, a partir das obras de Barbosa (1988), Fiorelo Picoli (2005) sobre a ocupação da Amazônia Legal; Souza (2017), Soares (2016), Soares (2016), Gonçalves (2007), MAB (2013), que debatem a atual situação das UHE’s já implantadas e em processo de implantação na bacia do rio Teles Pires. A pesquisa é qualitativa, embora sejam utilizados dados quantitativos, que apresentam impactos ambientais e sociais na área da bacia.
{"title":"OS CONFLITOS SOCIOTERRITORIAIS CAUSADOS POR EMPREENDIMENTOS HIDROELÉTRICOS NA AMAZÔNIA: E OS ATINGIDOS POR BARRAGENS DA GLEBA MERCEDES EM SINOP/MT","authors":"Rozivaldo Barros de Souza","doi":"10.51359/2675-3472.2020.245981","DOIUrl":"https://doi.org/10.51359/2675-3472.2020.245981","url":null,"abstract":"O texto tem o propósito de apresentar uma discussão acerca dos conflitos socioterritoriais causados por empreendimentos hidroelétricos na Amazônia, a iniciar pelas usinas hidrelétricas de Tucuruí (PA) e Balbina (AM), no norte do país, construídas na década de 1970, por meio de políticas públicas como o Programa de Integração Nacional (PIN) e, nos anos 2000 o Programa de Aceleramento do Crescimento (PAC), para a implantação do complexo hidrelétrico de Teles Pires, composto por cinco Usinas Hidrelétricas na bacia do rio Teles Pires no norte do estado de Mato Grosso. O objetivo é analisar os atuais desdobramentos dos conflitos socioterritoriais de centenas de famílias promovidos pelas políticas do setor elétrico, que estão sendo implantadas nessa área. A pesquisa foi direcionada para uma abordagem teórico dialético, a partir de leituras bibliográficas e documental, a partir das obras de Barbosa (1988), Fiorelo Picoli (2005) sobre a ocupação da Amazônia Legal; Souza (2017), Soares (2016), Soares (2016), Gonçalves (2007), MAB (2013), que debatem a atual situação das UHE’s já implantadas e em processo de implantação na bacia do rio Teles Pires. A pesquisa é qualitativa, embora sejam utilizados dados quantitativos, que apresentam impactos ambientais e sociais na área da bacia.","PeriodicalId":284770,"journal":{"name":"Revista Mutirõ. Folhetim de Geografias Agrárias do Sul","volume":"2010 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2020-10-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"133829799","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2020-10-07DOI: 10.51359/2675-3472.2020.246237
Flavia Donini Rossito, Anne Geraldi Pimentel, Katya Regina Isaguirre-Torres
Apesar do avanço da industrialização nas fronteiras do campo, que desterrou os camponeses e tentou os marginalizar dos conhecimentos e das práticas tradicionais camponesas, esses camponeses encontraram outras formas de continuar resistindo e desenvolvendo uma agricultura em bases agroecológicas. Para demonstrar esse processo de resistência buscou-se descrever duas experiências, uma cubana e outra brasileira, que buscaram resgatar a memória coletiva para desenvolver uma ciência popular que veio a ser chamada de agroecologia.
{"title":"Caminhos da memória coletiva agroecológica nas r-existências camponesas","authors":"Flavia Donini Rossito, Anne Geraldi Pimentel, Katya Regina Isaguirre-Torres","doi":"10.51359/2675-3472.2020.246237","DOIUrl":"https://doi.org/10.51359/2675-3472.2020.246237","url":null,"abstract":"Apesar do avanço da industrialização nas fronteiras do campo, que desterrou os camponeses e tentou os marginalizar dos conhecimentos e das práticas tradicionais camponesas, esses camponeses encontraram outras formas de continuar resistindo e desenvolvendo uma agricultura em bases agroecológicas. Para demonstrar esse processo de resistência buscou-se descrever duas experiências, uma cubana e outra brasileira, que buscaram resgatar a memória coletiva para desenvolver uma ciência popular que veio a ser chamada de agroecologia.","PeriodicalId":284770,"journal":{"name":"Revista Mutirõ. Folhetim de Geografias Agrárias do Sul","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2020-10-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"114056379","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2020-10-07DOI: 10.51359/2675-3472.2020.246158
Ythana De Oliveira Santos, Janaina Paixão Pereira
Este artigo tem como objetivo apresentar as diferentes responsabilidades atribuídas ao Movimento Sem Terra (MST) no que se refere a dinâmica espacial de uma área, como é o caso do município de Boa Vista do Tupim, e o papel social do Movimento, além dos desafios enfrentados e os meios encontrados para a permanência dos trabalhadores rurais dessa localidade. Apesar de procurarem enxergar o mundo, no que diz respeito aos seus conceitos ideológicos, da forma mais comunitária possível, nem só da ajuda mútua consegue viver o MST, por isso o Movimento recorre a formação de associações e depende também da comercialização dos seus produtos para sua permanência em determinados locais. O presente artigo procura também mostrar a importância do Movimento na formação política e social dos indivíduos que fazem parte dos assentamentos e acampamentos. E apresentar as pautas e as transformações positivas que o Movimento promove no espaço geográfico, já que essa é uma responsabilidade para com a sociedade em que vivemos. Além do apoio bibliográfico, esse trabalho foi realizado devido a uma viagem de campo de uma turma de Geografia do terceiro ano do ensino médio e foi escrita através de relatos de assentados, acampados e dirigentes do MST da região.
{"title":"MST e reforma agrária na Bahia: O caso do assentamento Che Guevara em Boa Vista do Tupim, Bahia","authors":"Ythana De Oliveira Santos, Janaina Paixão Pereira","doi":"10.51359/2675-3472.2020.246158","DOIUrl":"https://doi.org/10.51359/2675-3472.2020.246158","url":null,"abstract":"Este artigo tem como objetivo apresentar as diferentes responsabilidades atribuídas ao Movimento Sem Terra (MST) no que se refere a dinâmica espacial de uma área, como é o caso do município de Boa Vista do Tupim, e o papel social do Movimento, além dos desafios enfrentados e os meios encontrados para a permanência dos trabalhadores rurais dessa localidade. Apesar de procurarem enxergar o mundo, no que diz respeito aos seus conceitos ideológicos, da forma mais comunitária possível, nem só da ajuda mútua consegue viver o MST, por isso o Movimento recorre a formação de associações e depende também da comercialização dos seus produtos para sua permanência em determinados locais. O presente artigo procura também mostrar a importância do Movimento na formação política e social dos indivíduos que fazem parte dos assentamentos e acampamentos. E apresentar as pautas e as transformações positivas que o Movimento promove no espaço geográfico, já que essa é uma responsabilidade para com a sociedade em que vivemos. Além do apoio bibliográfico, esse trabalho foi realizado devido a uma viagem de campo de uma turma de Geografia do terceiro ano do ensino médio e foi escrita através de relatos de assentados, acampados e dirigentes do MST da região.","PeriodicalId":284770,"journal":{"name":"Revista Mutirõ. Folhetim de Geografias Agrárias do Sul","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2020-10-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"130900365","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2020-10-07DOI: 10.51359/2675-3472.2020.245983
Alysson André Oliveira Cabral
O artigo procura analisar a política de Reforma Agrária no Brasil durante o governo Dilma Rousseff (2011-2016), do Partido dos Trabalhadores (PT). O Partido historicamente havia defendido essa bandeira e apoiado a luta dos trabalhadores rurais sem-terra, mas, contraditoriamente, ajudou a fortalecer os latifundiários durante os 14 anos em que ocupou o poder executivo federal. A pesquisa bibliográfica procurou compreender essa contradição. Fundamentada nos conceitos de espaço geográfico e território, a Reforma Agrária é encarada como uma política que possibilita a conquista da terra de trabalho, de uma fração do território capitalista, da construção material e simbólica camponesa do território, o Território de Esperança. Constatou-se que decisões de política econômica e resistências político-institucionais limitaram a capacidade reformista do Estado, ao mesmo tempo em que fortaleciam grupos políticos e econômicos contrários à luta dos trabalhadores. Com isso, a pauta trabalhista foi perdendo espaço na aliança que sustentava o governo. Ironicamente, a pauta do latifúndio avançou e os representantes do agronegócio no Congresso Nacional foram os principais responsáveis pela deposição da presidente Dilma Rousseff.
{"title":"REFORMA AGRÁRIA NO BRASIL (2011-2016): A REFORMA (IM)POSSÍVEL","authors":"Alysson André Oliveira Cabral","doi":"10.51359/2675-3472.2020.245983","DOIUrl":"https://doi.org/10.51359/2675-3472.2020.245983","url":null,"abstract":"O artigo procura analisar a política de Reforma Agrária no Brasil durante o governo Dilma Rousseff (2011-2016), do Partido dos Trabalhadores (PT). O Partido historicamente havia defendido essa bandeira e apoiado a luta dos trabalhadores rurais sem-terra, mas, contraditoriamente, ajudou a fortalecer os latifundiários durante os 14 anos em que ocupou o poder executivo federal. A pesquisa bibliográfica procurou compreender essa contradição. Fundamentada nos conceitos de espaço geográfico e território, a Reforma Agrária é encarada como uma política que possibilita a conquista da terra de trabalho, de uma fração do território capitalista, da construção material e simbólica camponesa do território, o Território de Esperança. Constatou-se que decisões de política econômica e resistências político-institucionais limitaram a capacidade reformista do Estado, ao mesmo tempo em que fortaleciam grupos políticos e econômicos contrários à luta dos trabalhadores. Com isso, a pauta trabalhista foi perdendo espaço na aliança que sustentava o governo. Ironicamente, a pauta do latifúndio avançou e os representantes do agronegócio no Congresso Nacional foram os principais responsáveis pela deposição da presidente Dilma Rousseff.","PeriodicalId":284770,"journal":{"name":"Revista Mutirõ. Folhetim de Geografias Agrárias do Sul","volume":"72 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2020-10-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"125104051","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2020-10-07DOI: 10.51359/2675-3472.2020.245977
Dalila Alves Calisto
Este trabalho busca analisar a estratégia da privatização da água pelo capital na atualidade. Na analise aqui proposta, o universo empírico estudado é o processo de privatização na companhia Águas e Esgotos S/A (AGESPISA), buscando compreender como isto se dá e quais os possíveis impactos na vida do povo piauiense. A pesquisa foi realizada com um enfoque qualitativo, a partir de estudo bibliográfico, análise documental e jornalística.
本文旨在分析当前资本水资源私有化的策略。在这里提出的分析中,实证宇宙研究的是aguas e Esgotos S/A公司(AGESPISA)的私有化过程,试图了解这是如何发生的,以及它可能对piaui人民的生活产生什么影响。本研究采用定性研究方法,从文献研究、文献分析和新闻分析入手。
{"title":"A ESTRATÉGIA DO CAPITAL SOBRE A ÁGUA – UMA ANÁLISE SOBRE O PROCESSO DE PRIVATIZAÇÃO DA AGESPISA","authors":"Dalila Alves Calisto","doi":"10.51359/2675-3472.2020.245977","DOIUrl":"https://doi.org/10.51359/2675-3472.2020.245977","url":null,"abstract":"Este trabalho busca analisar a estratégia da privatização da água pelo capital na atualidade. Na analise aqui proposta, o universo empírico estudado é o processo de privatização na companhia Águas e Esgotos S/A (AGESPISA), buscando compreender como isto se dá e quais os possíveis impactos na vida do povo piauiense. A pesquisa foi realizada com um enfoque qualitativo, a partir de estudo bibliográfico, análise documental e jornalística.","PeriodicalId":284770,"journal":{"name":"Revista Mutirõ. Folhetim de Geografias Agrárias do Sul","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2020-10-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"130296852","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2020-10-07DOI: 10.51359/2675-3472.2020.246230
Hilda Maria Gonçalves da Silva, Anderson Camargo Rodrigues Brito
O referido trabalho, objetiva analisar as propostas desenvolvidas na região do Cariri, que buscaram a distribuição de terras, mais especificamente, intenciona produzir um estudo comparativo entre os assentamentos, Malhada e Jenipapo, ambos localizados no município de Crato. Os assentamentos mencionados possuem características de formação e de consolidação bastante distintos, embora façam parte da mesma proposta de reforma agrária do governo do Estado do Ceará. A pesquisa foi desenvolvida a partir de levantamentos de dados secundários, sendo eles: artigos, livros, monografias etc. e como fonte primária, foi utilizado especificamente entrevistas à moradores dos locais. A pesquisa bibliográfica utilizada versa sobre estrutura agrária brasileira, reforma agrária, crédito fundiário, estrutura agrária caririense etc. A implementação dos projetos de Reforma Agrária no Ceará, em especial no Cariri, ocorreu em momentos específicos e teve sua organicidade de forma bastante distinta, assim se pode constatar que os espaços em questão possuem níveis de desenvolvimento econômico e social diferentes, além de organicidade e modos de produção que não se assemelham, em sua totalidade.
{"title":"A REFORMA AGRÁRIA DE MERCADO NO CARIRI CEARENSE, UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE EXPERIÊNCIAS DE PRODUÇÃO FAMILIAR CAMPONESA","authors":"Hilda Maria Gonçalves da Silva, Anderson Camargo Rodrigues Brito","doi":"10.51359/2675-3472.2020.246230","DOIUrl":"https://doi.org/10.51359/2675-3472.2020.246230","url":null,"abstract":"O referido trabalho, objetiva analisar as propostas desenvolvidas na região do Cariri, que buscaram a distribuição de terras, mais especificamente, intenciona produzir um estudo comparativo entre os assentamentos, Malhada e Jenipapo, ambos localizados no município de Crato. Os assentamentos mencionados possuem características de formação e de consolidação bastante distintos, embora façam parte da mesma proposta de reforma agrária do governo do Estado do Ceará. A pesquisa foi desenvolvida a partir de levantamentos de dados secundários, sendo eles: artigos, livros, monografias etc. e como fonte primária, foi utilizado especificamente entrevistas à moradores dos locais. A pesquisa bibliográfica utilizada versa sobre estrutura agrária brasileira, reforma agrária, crédito fundiário, estrutura agrária caririense etc. A implementação dos projetos de Reforma Agrária no Ceará, em especial no Cariri, ocorreu em momentos específicos e teve sua organicidade de forma bastante distinta, assim se pode constatar que os espaços em questão possuem níveis de desenvolvimento econômico e social diferentes, além de organicidade e modos de produção que não se assemelham, em sua totalidade.","PeriodicalId":284770,"journal":{"name":"Revista Mutirõ. Folhetim de Geografias Agrárias do Sul","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2020-10-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"124385340","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2020-10-07DOI: 10.51359/2675-3472.2020.245979
Tays Almeida dos Santos, L. Nascimento, Islane Silva Batista
Este artigo tem como objetivo analisar a resistência enquanto persistência camponesa de Moita Bonita, do Estado de Sergipe. Leva-se em conta a investigação da estrutura fundiária do município nos anos de 1985, 1995/1996 e 2006, a predominância na pequena propriedade e a ênfase na diversificação dos cultivos, tais como batata doce, mandioca, amendoim, feijão, banana e hortaliças. Também, a utilização dos dados do Censos Agropecuários de 1985, 1995/96 e 2006 e as entrevistas com pequenos produtores contribuem para compreensão da realidade camponesa do município. A partir dos dados, elaboram-se a Curva de Lorenz, com base em José Alexandre FelizolaDiniz (1982), os resultados do Índice de Gini, tendo como referência Handresha da Rocha Santos (2016), e o gráfico da predominância atrelado à elaboração dos mapas do défícithabitacional e da pobreza, tudo no intuito de averiguar a permanência camponesa em Moita Bonita nos anos em questão. E, por fim, a fundamentação teórica parte dos levantamentos bibliográficos, aliados à coleta de dados no SIDRA-IBGE, para mapear os principais cultivares do município.
{"title":"A RESISTÊNCIA ENQUANTO PERSISTÊNCIA NO CAMPO EM MOITA BONITA-SE","authors":"Tays Almeida dos Santos, L. Nascimento, Islane Silva Batista","doi":"10.51359/2675-3472.2020.245979","DOIUrl":"https://doi.org/10.51359/2675-3472.2020.245979","url":null,"abstract":"Este artigo tem como objetivo analisar a resistência enquanto persistência camponesa de Moita Bonita, do Estado de Sergipe. Leva-se em conta a investigação da estrutura fundiária do município nos anos de 1985, 1995/1996 e 2006, a predominância na pequena propriedade e a ênfase na diversificação dos cultivos, tais como batata doce, mandioca, amendoim, feijão, banana e hortaliças. Também, a utilização dos dados do Censos Agropecuários de 1985, 1995/96 e 2006 e as entrevistas com pequenos produtores contribuem para compreensão da realidade camponesa do município. A partir dos dados, elaboram-se a Curva de Lorenz, com base em José Alexandre FelizolaDiniz (1982), os resultados do Índice de Gini, tendo como referência Handresha da Rocha Santos (2016), e o gráfico da predominância atrelado à elaboração dos mapas do défícithabitacional e da pobreza, tudo no intuito de averiguar a permanência camponesa em Moita Bonita nos anos em questão. E, por fim, a fundamentação teórica parte dos levantamentos bibliográficos, aliados à coleta de dados no SIDRA-IBGE, para mapear os principais cultivares do município.","PeriodicalId":284770,"journal":{"name":"Revista Mutirõ. Folhetim de Geografias Agrárias do Sul","volume":"129 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2020-10-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"124235567","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2020-10-07DOI: 10.51359/2675-3472.2020.247396
Maria De Estrada, M. Quesada
Este trabajo pretende reconstruir una experiencia en monitoreo de sequias en Argentina ocurrida durante la sequía 2017-2018 que produjo una caída en un tercio del PBI agropecuario comparado con el período anterior y la declaración en estado de emergencia agropecuaria en ocho provincias por la pérdida de rendimientos en los dos cultivos principales: soja y maíz. En este contexto se puso en debate la metodología más adecuada para evaluar la situación. Por un lado, la posibilidad de utilizar para la evaluación del impacto un único índice derivado de información satelital, frente a la utilización de múltiples índices que permitan identificar el efecto de la sequía en distintas variables ambientales, así como involucrar a las instituciones que los producen y publican mediante una mesa de discusión técnica interinstitucional e interdisciplinaria. Con ello pretendemos también poner en debate el alcance de las geotecnologías en el monitoreo de sequías, así como la importancia de que existan redes territoriales que permitan su integración con los impactos concretos que ocurren en la escala local.
{"title":"La sequía perfecta","authors":"Maria De Estrada, M. Quesada","doi":"10.51359/2675-3472.2020.247396","DOIUrl":"https://doi.org/10.51359/2675-3472.2020.247396","url":null,"abstract":"Este trabajo pretende reconstruir una experiencia en monitoreo de sequias en Argentina ocurrida durante la sequía 2017-2018 que produjo una caída en un tercio del PBI agropecuario comparado con el período anterior y la declaración en estado de emergencia agropecuaria en ocho provincias por la pérdida de rendimientos en los dos cultivos principales: soja y maíz. En este contexto se puso en debate la metodología más adecuada para evaluar la situación. Por un lado, la posibilidad de utilizar para la evaluación del impacto un único índice derivado de información satelital, frente a la utilización de múltiples índices que permitan identificar el efecto de la sequía en distintas variables ambientales, así como involucrar a las instituciones que los producen y publican mediante una mesa de discusión técnica interinstitucional e interdisciplinaria. Con ello pretendemos también poner en debate el alcance de las geotecnologías en el monitoreo de sequías, así como la importancia de que existan redes territoriales que permitan su integración con los impactos concretos que ocurren en la escala local.","PeriodicalId":284770,"journal":{"name":"Revista Mutirõ. Folhetim de Geografias Agrárias do Sul","volume":"78 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2020-10-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"127595086","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2020-10-07DOI: 10.51359/2675-3472.2020.246722
Thiago França Simonetti, Bruno Maia Halley
O artigo constitui uma ligeira contribuição à retomada de dois intelectuais, políticos e ativistas sociais no Brasil do século XX, Josué de Castro e Francisco Julião, procurando elucidar suas práticas sociais empreendidas a favor do movimento das Ligas Camponesas no Nordeste brasileiro, no período que antecedeu o Golpe Militar de 1964. A pesquisa aporta-senas trajetórias destes atores sociais, marcadas pela contestação e pela denúncia das mazelas sociais, em especial no campo brasileiro, reveladoras de um engajamento e de uma luta político-social que aproximou Josué e Julião, seja nos palanques eleitorais e no contato direto com os camponeses, seja nas suas ações a favor da reforma agrária e contra a fome e o latifúndio monocultor. Na vanguarda do seu tempo, Josué e Julião lutaram juntos pelos camponeses, externando o modo de vida destes trabalhadores rurais imerso em outras cognições e matrizes de saberes reveladoras de r-existências identitárias ao seu território de vivência, o simbólico Engenho Galileia, frente à lógica perversa da monocultura canavieira da Zona da Mata Pernambucana.
{"title":"Josué, Julião e as ligas: R-existencias camponesas","authors":"Thiago França Simonetti, Bruno Maia Halley","doi":"10.51359/2675-3472.2020.246722","DOIUrl":"https://doi.org/10.51359/2675-3472.2020.246722","url":null,"abstract":"O artigo constitui uma ligeira contribuição à retomada de dois intelectuais, políticos e ativistas sociais no Brasil do século XX, Josué de Castro e Francisco Julião, procurando elucidar suas práticas sociais empreendidas a favor do movimento das Ligas Camponesas no Nordeste brasileiro, no período que antecedeu o Golpe Militar de 1964. A pesquisa aporta-senas trajetórias destes atores sociais, marcadas pela contestação e pela denúncia das mazelas sociais, em especial no campo brasileiro, reveladoras de um engajamento e de uma luta político-social que aproximou Josué e Julião, seja nos palanques eleitorais e no contato direto com os camponeses, seja nas suas ações a favor da reforma agrária e contra a fome e o latifúndio monocultor. Na vanguarda do seu tempo, Josué e Julião lutaram juntos pelos camponeses, externando o modo de vida destes trabalhadores rurais imerso em outras cognições e matrizes de saberes reveladoras de r-existências identitárias ao seu território de vivência, o simbólico Engenho Galileia, frente à lógica perversa da monocultura canavieira da Zona da Mata Pernambucana.","PeriodicalId":284770,"journal":{"name":"Revista Mutirõ. Folhetim de Geografias Agrárias do Sul","volume":"144 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2020-10-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"131788298","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2020-10-07DOI: 10.51359/2675-3472.2020.247717
José Wilson Ferreira Lima, Evily Igor Santos
A questão agrária brasileira é um tema que tem sido estudado e discutido por muitos estudiosos no Brasil e no mundo, tendo-se em vista a vasta literatura produzida, que apresentam um quadro histórico, geográfico, social, econômico e político do problema agrário no país, que está na raiz das desigualdades e injustiças socioespaciais vividas pelo povo brasileiro. É fato que também tem existido muita luta popular contra tal modelo de sociedade e organização territorial. A luta acontece mediante a percepção desvelada da realidade opressora. Nesse sentido, a Educação Popular, enquanto um processo que se dá do povo para o povo, que tem horizontes estratégicos e opção política-ideológica fortemente demarcada, apresenta-se como uma ferramenta necessária a formação das massas camponesas (e operárias) para a luta popular, contra o modelo hegemônico de organização da sociedade, monopolista e, consequentemente, excludente. Portanto, o presente texto tem como objetivo provocar uma reflexão acerca da Educação Popular como via para a transformação da realidade agrária brasileira. O caminho metodológico trilhado foi o da revisão de literatura e coleta de dados estatísticos em sites oficiais. Assim, identificou-se a viabilidade metodológica/pedagógicada Educação Popular para a luta por justiça social.
{"title":"Educação popular: ferramenta de luta para “a superação” da questão agrária brasileira","authors":"José Wilson Ferreira Lima, Evily Igor Santos","doi":"10.51359/2675-3472.2020.247717","DOIUrl":"https://doi.org/10.51359/2675-3472.2020.247717","url":null,"abstract":"A questão agrária brasileira é um tema que tem sido estudado e discutido por muitos estudiosos no Brasil e no mundo, tendo-se em vista a vasta literatura produzida, que apresentam um quadro histórico, geográfico, social, econômico e político do problema agrário no país, que está na raiz das desigualdades e injustiças socioespaciais vividas pelo povo brasileiro. É fato que também tem existido muita luta popular contra tal modelo de sociedade e organização territorial. A luta acontece mediante a percepção desvelada da realidade opressora. Nesse sentido, a Educação Popular, enquanto um processo que se dá do povo para o povo, que tem horizontes estratégicos e opção política-ideológica fortemente demarcada, apresenta-se como uma ferramenta necessária a formação das massas camponesas (e operárias) para a luta popular, contra o modelo hegemônico de organização da sociedade, monopolista e, consequentemente, excludente. Portanto, o presente texto tem como objetivo provocar uma reflexão acerca da Educação Popular como via para a transformação da realidade agrária brasileira. O caminho metodológico trilhado foi o da revisão de literatura e coleta de dados estatísticos em sites oficiais. Assim, identificou-se a viabilidade metodológica/pedagógicada Educação Popular para a luta por justiça social.","PeriodicalId":284770,"journal":{"name":"Revista Mutirõ. Folhetim de Geografias Agrárias do Sul","volume":"18 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2020-10-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"131496360","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}