Pub Date : 2023-06-14DOI: 10.61389/geofronter.v9i1.7642
Victor Dantas Siqueira Pequeno
A escrita do presente artigo foi encorajada por motivações pessoais que me levaram a um tema (prostituição) a um objeto (corporeidades de prostitutas/os) e alguns questionamentos (Qual interesse da Geografia para com a prostituição? A prostituição é um fenômeno geográfico? A prostituição está restrita ao espaço urbano? Quem na Geografia têm pesquisado prostituição nos últimos anos?). Na travessia que me propus a realizar, fiz uso da pesquisa bibliográfica e documental. Nos resultados, discuto alguns trabalhos identificados no sítio eletrônico da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) no período 2016-2020. Ao final, permito-me fazer algumas sugestões tendo em vista o movimento coletivo que considero existente e por demais criativo-subversivo para a descoberta de outras geografias prostitutas.
{"title":"QUASE 30 ANOS DE GEOGRAFIAS PROSTITUTAS!","authors":"Victor Dantas Siqueira Pequeno","doi":"10.61389/geofronter.v9i1.7642","DOIUrl":"https://doi.org/10.61389/geofronter.v9i1.7642","url":null,"abstract":"A escrita do presente artigo foi encorajada por motivações pessoais que me levaram a um tema (prostituição) a um objeto (corporeidades de prostitutas/os) e alguns questionamentos (Qual interesse da Geografia para com a prostituição? A prostituição é um fenômeno geográfico? A prostituição está restrita ao espaço urbano? Quem na Geografia têm pesquisado prostituição nos últimos anos?). Na travessia que me propus a realizar, fiz uso da pesquisa bibliográfica e documental. Nos resultados, discuto alguns trabalhos identificados no sítio eletrônico da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) no período 2016-2020. Ao final, permito-me fazer algumas sugestões tendo em vista o movimento coletivo que considero existente e por demais criativo-subversivo para a descoberta de outras geografias prostitutas.","PeriodicalId":491044,"journal":{"name":"GEOFRONTER","volume":"155 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-06-14","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"136017294","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2023-06-01DOI: 10.61389/geofronter.v9i1.7537
Erica Martins da Silva, Vitor Matheus Bacani
Os estudos ambientais em bacia hidrográfica são fundamentais para o entendimento dos processos de uso e ocupação devido à urgência de equilíbrio entre as práticas econômicas e as condições ambientais que acabam por alterar drasticamente as paisagens naturais. O objetivo do presente estudo foi analisar a fragilidade ambiental da Bacia Hidrográfica do Ribeirão Jatobá- BHRJ localizada no médio curso do rio Aquidauana, sendo de grande contribuição para o Pantanal no estado de Mato Grosso do Sul. A metodologia adotada fundamentou-se na proposta de Ross (1994) e de Bacani et al. (2015), onde se considerou a análise integrada do ambiente a partir das variáveis, solo, declividade, precipitação, uso e cobertura da terra, e adição das Áreas Preservação Permanentes - APPs. Os resultados demonstraram que a BHRJ possui potencial natural de baixa fragilidade ocupando 56,9% da área da bacia, porém o tipo de uso predominante refere-se à classe de pastagem (46% da área), essa influência resulta em fragilidade ambiental emergente média, ocupando 74% da área de estudo. Para validar o modelo de fragilidade ambiental desenvolvido foram mapeados locais de erosão e conflitos de uso da terra que foram correlacionados com as classes de fragilidade ambiental e de uso e cobertura da terra. Constatou-se que as áreas mais frágeis próximas às APPs possuem maior número de locais (pontos) com erosão indicando uma correlação com os altos graus de fragilidade, onde o tipo de uso e cobertura da terra influencia na fragilidade juntamente com as condições naturais.
{"title":"ANÁLISE DA FRAGILIDADE AMBIENTAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO JATOBÁ-MS","authors":"Erica Martins da Silva, Vitor Matheus Bacani","doi":"10.61389/geofronter.v9i1.7537","DOIUrl":"https://doi.org/10.61389/geofronter.v9i1.7537","url":null,"abstract":"Os estudos ambientais em bacia hidrográfica são fundamentais para o entendimento dos processos de uso e ocupação devido à urgência de equilíbrio entre as práticas econômicas e as condições ambientais que acabam por alterar drasticamente as paisagens naturais. O objetivo do presente estudo foi analisar a fragilidade ambiental da Bacia Hidrográfica do Ribeirão Jatobá- BHRJ localizada no médio curso do rio Aquidauana, sendo de grande contribuição para o Pantanal no estado de Mato Grosso do Sul. A metodologia adotada fundamentou-se na proposta de Ross (1994) e de Bacani et al. (2015), onde se considerou a análise integrada do ambiente a partir das variáveis, solo, declividade, precipitação, uso e cobertura da terra, e adição das Áreas Preservação Permanentes - APPs. Os resultados demonstraram que a BHRJ possui potencial natural de baixa fragilidade ocupando 56,9% da área da bacia, porém o tipo de uso predominante refere-se à classe de pastagem (46% da área), essa influência resulta em fragilidade ambiental emergente média, ocupando 74% da área de estudo. Para validar o modelo de fragilidade ambiental desenvolvido foram mapeados locais de erosão e conflitos de uso da terra que foram correlacionados com as classes de fragilidade ambiental e de uso e cobertura da terra. Constatou-se que as áreas mais frágeis próximas às APPs possuem maior número de locais (pontos) com erosão indicando uma correlação com os altos graus de fragilidade, onde o tipo de uso e cobertura da terra influencia na fragilidade juntamente com as condições naturais.","PeriodicalId":491044,"journal":{"name":"GEOFRONTER","volume":"11 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-06-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"135145416","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2023-06-01DOI: 10.61389/geofronter.v9i1.7620
Walter Guedes Silva, Maria Joana Durbem Mareco
A formação dos professores alfabetizadores constitui-se elemento central na melhoria da qualidade da educação básica. O objetivo desse artigo é contextualizar o Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) como Política de Formação Continuada para Professores Alfabetizadores. Enquanto procedimento metodológico, foram realizadas pesquisas em revistas especializadas, documentos governamentais e investigações realizadas em órgãos públicos. O referencial teórico do estudo está ancorado nos estudos educacionais que analisam as políticas públicas de formação continuada e o processo de alfabetização. Como política de formação continuada, o PNAIC possibilitou uma nova compreensão dos conceitos de alfabetização e letramento como componentes do aprendizado, mas não considerou o professor como sujeito atuante no seu processo formativo.
{"title":"PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA COMO POLÍTICA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES ALFABETIZADORES","authors":"Walter Guedes Silva, Maria Joana Durbem Mareco","doi":"10.61389/geofronter.v9i1.7620","DOIUrl":"https://doi.org/10.61389/geofronter.v9i1.7620","url":null,"abstract":"A formação dos professores alfabetizadores constitui-se elemento central na melhoria da qualidade da educação básica. O objetivo desse artigo é contextualizar o Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) como Política de Formação Continuada para Professores Alfabetizadores. Enquanto procedimento metodológico, foram realizadas pesquisas em revistas especializadas, documentos governamentais e investigações realizadas em órgãos públicos. O referencial teórico do estudo está ancorado nos estudos educacionais que analisam as políticas públicas de formação continuada e o processo de alfabetização. Como política de formação continuada, o PNAIC possibilitou uma nova compreensão dos conceitos de alfabetização e letramento como componentes do aprendizado, mas não considerou o professor como sujeito atuante no seu processo formativo.","PeriodicalId":491044,"journal":{"name":"GEOFRONTER","volume":"4 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-06-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"135145189","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2023-05-31DOI: 10.61389/geofronter.v9i1.7486
Carlos Siqueira Peixoto, Patricia Helena Mirandola Garcia, Alexandre Meira de Vasconcelos
O presente trabalho trata-se da aplicação de uma avaliação diagnóstica que teve por objetivo identificar as fragilidades ou potencialidades de alunos do 6° ao 9° ano do Ensino Fundamental sobre seu conhecimento acerca do conceito de “mapa”. Foram realizadas uma atividade em que cada aluno recebeu uma folha com um mapa físico contendo informações de hipsometria e hidrografia e núcleos urbanos do município em que vivem e precisaram responder “O que são mapas?”. As respostas foram codificadas e consolidadas em um corpus textual. Para análise, utilizou-se o software Iramuteq para auxiliar na compreensão de como os alunos conceituam a cartografia do seu espaço vivido. Tais análises foram fundamentais para compreender como os alunos percebem o mundo a partir da escala geográfica em que estão inseridos, e refletir sobre quais as barreiras que professor em sala de aula precisa enfrentar para promover a alfabetização cartográfica significativa.
{"title":"O QUE SÃO MAPAS? ANÁLISE DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL","authors":"Carlos Siqueira Peixoto, Patricia Helena Mirandola Garcia, Alexandre Meira de Vasconcelos","doi":"10.61389/geofronter.v9i1.7486","DOIUrl":"https://doi.org/10.61389/geofronter.v9i1.7486","url":null,"abstract":"O presente trabalho trata-se da aplicação de uma avaliação diagnóstica que teve por objetivo identificar as fragilidades ou potencialidades de alunos do 6° ao 9° ano do Ensino Fundamental sobre seu conhecimento acerca do conceito de “mapa”. Foram realizadas uma atividade em que cada aluno recebeu uma folha com um mapa físico contendo informações de hipsometria e hidrografia e núcleos urbanos do município em que vivem e precisaram responder “O que são mapas?”. As respostas foram codificadas e consolidadas em um corpus textual. Para análise, utilizou-se o software Iramuteq para auxiliar na compreensão de como os alunos conceituam a cartografia do seu espaço vivido. Tais análises foram fundamentais para compreender como os alunos percebem o mundo a partir da escala geográfica em que estão inseridos, e refletir sobre quais as barreiras que professor em sala de aula precisa enfrentar para promover a alfabetização cartográfica significativa.","PeriodicalId":491044,"journal":{"name":"GEOFRONTER","volume":"167 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-05-31","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"135439304","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
A Amazônia brasileira vem sendo rapidamente transformada pela extração de madeira, queimadas, inserção de pastagens, estabelecimento de culturas agrícolas e extração mineral. No território maranhense, a intervenção antrópica resultou na supressão da vegetação nativa e em muitos outros problemas ambientais, sendo que em municípios como Buriticupu, o bioma amazônico foi drasticamente impactado. O objetivo desta pesquisa foi analisar alterações do bioma amazônico em Buriticupu e os processos de substituição de antigas áreas de pastagens por cultivos agrícolas intensivos, próprios do agronegócio. Para a realização da pesquisa, adotou-se como procedimentos metodológicos a revisão de literatura, análise de imagens de satélite e a pesquisa de campo, com realização de entrevistas. Foram analisadas imagens dos satélites TM/ Landsat 5, do sensor OLI/Landsat 8 e do IVAS (Índice de Vegetação Ajustado ao Solo), a partir das quais foram detectadas as áreas desmatadas e ocupadas por campos de soja e outras culturas intensivas. Constatou-se que entre os anos de 1987 a 2017, houve aumento de solos expostos, com culturas de médio e alto vigor vegetativo e redução de cobertura vegetal nativa. Constatou-se também que parte das atuais áreas agrícolas ocupam antigas pastagens e que o avanço da agricultura intensiva tem prejudicado a população das comunidades, em função da aplicação de agrotóxicos que afetam os cultivos realizados nos pequenos quintais e áreas remanescentes.
{"title":"DO PASTO AO GRÃO","authors":"Marcelino Silva Farias Filho, Janilci Serra, Vitoria Gleyce Sousa Ferreira","doi":"10.61389/geofronter.v9i1.7481","DOIUrl":"https://doi.org/10.61389/geofronter.v9i1.7481","url":null,"abstract":"A Amazônia brasileira vem sendo rapidamente transformada pela extração de madeira, queimadas, inserção de pastagens, estabelecimento de culturas agrícolas e extração mineral. No território maranhense, a intervenção antrópica resultou na supressão da vegetação nativa e em muitos outros problemas ambientais, sendo que em municípios como Buriticupu, o bioma amazônico foi drasticamente impactado. O objetivo desta pesquisa foi analisar alterações do bioma amazônico em Buriticupu e os processos de substituição de antigas áreas de pastagens por cultivos agrícolas intensivos, próprios do agronegócio. Para a realização da pesquisa, adotou-se como procedimentos metodológicos a revisão de literatura, análise de imagens de satélite e a pesquisa de campo, com realização de entrevistas. Foram analisadas imagens dos satélites TM/ Landsat 5, do sensor OLI/Landsat 8 e do IVAS (Índice de Vegetação Ajustado ao Solo), a partir das quais foram detectadas as áreas desmatadas e ocupadas por campos de soja e outras culturas intensivas. Constatou-se que entre os anos de 1987 a 2017, houve aumento de solos expostos, com culturas de médio e alto vigor vegetativo e redução de cobertura vegetal nativa. Constatou-se também que parte das atuais áreas agrícolas ocupam antigas pastagens e que o avanço da agricultura intensiva tem prejudicado a população das comunidades, em função da aplicação de agrotóxicos que afetam os cultivos realizados nos pequenos quintais e áreas remanescentes.","PeriodicalId":491044,"journal":{"name":"GEOFRONTER","volume":"13 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-05-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"135429248","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2023-05-19DOI: 10.61389/geofronter.v9i1.7439
Tatiane Aparecida Dreger de Souza Fernandes, Rodrigo Rocha, Antonio Conceição Paranhos Filho
O córrego Criminoso é um afluente do rio Taquari que integra uma microbacia inserida próximo ao perímetro urbano do município de Coxim-MS, no estado de Mato Grosso do Sul. A referida microbacia tem enfrentado impactos advindos da agropecuária e da expansão urbana. Logo, a partir de imagem do satélite Landsat 8, foi realizada a classificação de uso e cobertura da microbacia até o mês de setembro do ano de 2018, utilizando o algoritmo Battacharya, com classificação supervisionada. Os resultados apontaram sete classes de uso da terra e cobertura vegetal, sendo o maior percentual da área ocupado por pastagens. Como resultado, apesar da vegetação marginal em torno do córrego estar em processo de recuperação, houve a redução das áreas de Cerrado da microbacia, o que é preocupante, devido a possibilidades de aumentar o escoamento superficial da vazão do córrego e do potencial poluidor das águas por meio do carreamento de pesticidas e fertilizantes usados no manejo das pastagens e, também, de sedimentos.
{"title":"CARACTERIZAÇÃO DO USO E OCUPAÇÃO DAS TERRAS NA MICROBACIA DO CÓRREGO CRIMINOSO, BACIA DO RIO TAQUARI-MS, BRASIL","authors":"Tatiane Aparecida Dreger de Souza Fernandes, Rodrigo Rocha, Antonio Conceição Paranhos Filho","doi":"10.61389/geofronter.v9i1.7439","DOIUrl":"https://doi.org/10.61389/geofronter.v9i1.7439","url":null,"abstract":"O córrego Criminoso é um afluente do rio Taquari que integra uma microbacia inserida próximo ao perímetro urbano do município de Coxim-MS, no estado de Mato Grosso do Sul. A referida microbacia tem enfrentado impactos advindos da agropecuária e da expansão urbana. Logo, a partir de imagem do satélite Landsat 8, foi realizada a classificação de uso e cobertura da microbacia até o mês de setembro do ano de 2018, utilizando o algoritmo Battacharya, com classificação supervisionada. Os resultados apontaram sete classes de uso da terra e cobertura vegetal, sendo o maior percentual da área ocupado por pastagens. Como resultado, apesar da vegetação marginal em torno do córrego estar em processo de recuperação, houve a redução das áreas de Cerrado da microbacia, o que é preocupante, devido a possibilidades de aumentar o escoamento superficial da vazão do córrego e do potencial poluidor das águas por meio do carreamento de pesticidas e fertilizantes usados no manejo das pastagens e, também, de sedimentos.","PeriodicalId":491044,"journal":{"name":"GEOFRONTER","volume":"18 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-05-19","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"135674630","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2023-05-15DOI: 10.61389/geofronter.v9i1.7407
Ildson Carlos dos Santos Soares, Rafael Pereira da Silva
O presente trabalho de pesquisa aborda a temática da centralidade intraurbana, dando enfoque às dinâmicas urbanas de consumo em áreas das cidades que implicam em processos geradores de formas e conteúdos. Nesse sentido, para o entendimento das dinâmicas urbanas de consumo nas cidades, é de fundamental importância pensar as áreas centrais e a articulação dos objetos técnicos nelas presentes, bem como o conjunto de lógicas espaciais. Sob a perspectiva das dinâmicas da centralidade intraurbana surge o interesse de se pensar a cidade de Assú/RN, a partir do desenrolar da formação das especializações correspondentes ao centro histórico da cidade. Os procedimentos metodológicos foram pautados em levantamento bibliográfico, acerca das obras de Spósito (2013, 1991), Santos (2015), Borges (2013), Corrêa (2002), Dolzani (2008), Contel (2006) e Pintaudi (1981). Para a análise das áreas centrais da cidade de Assú, foi selecionado como procedimento a identificação dos objetos técnicos presentes no centro da cidade e nas áreas periféricas, através de trabalhos de campo. Posteriormente com o uso do (GPS) de modelo GARMIN eTrex 10 iniciou-se a elaboração de mapas temáticos, com o uso da ferramenta de geoprocessamento Quantum Gis 3.10 (Qgis 3.10). Pode-se observar a diversificação na centralidade intraurbana na cidade de Assú que surge a partir de novas formas materiais associadas a ofertas de serviços associados ao comércio, educação, saúde e aos serviços especializados prestados pelo setor público, que promovem e condicionam novos fluxos, permitindo a configuração de novas centralidades.
Palavras-chave: Centralidade intraurbana; Objetos técnicos; Assú; Rio Grande do Norte
{"title":"DINÂMICA INTRAURBANA DA CIDADE DE ASSÚ/RN","authors":"Ildson Carlos dos Santos Soares, Rafael Pereira da Silva","doi":"10.61389/geofronter.v9i1.7407","DOIUrl":"https://doi.org/10.61389/geofronter.v9i1.7407","url":null,"abstract":"O presente trabalho de pesquisa aborda a temática da centralidade intraurbana, dando enfoque às dinâmicas urbanas de consumo em áreas das cidades que implicam em processos geradores de formas e conteúdos. Nesse sentido, para o entendimento das dinâmicas urbanas de consumo nas cidades, é de fundamental importância pensar as áreas centrais e a articulação dos objetos técnicos nelas presentes, bem como o conjunto de lógicas espaciais. Sob a perspectiva das dinâmicas da centralidade intraurbana surge o interesse de se pensar a cidade de Assú/RN, a partir do desenrolar da formação das especializações correspondentes ao centro histórico da cidade. Os procedimentos metodológicos foram pautados em levantamento bibliográfico, acerca das obras de Spósito (2013, 1991), Santos (2015), Borges (2013), Corrêa (2002), Dolzani (2008), Contel (2006) e Pintaudi (1981). Para a análise das áreas centrais da cidade de Assú, foi selecionado como procedimento a identificação dos objetos técnicos presentes no centro da cidade e nas áreas periféricas, através de trabalhos de campo. Posteriormente com o uso do (GPS) de modelo GARMIN eTrex 10 iniciou-se a elaboração de mapas temáticos, com o uso da ferramenta de geoprocessamento Quantum Gis 3.10 (Qgis 3.10). Pode-se observar a diversificação na centralidade intraurbana na cidade de Assú que surge a partir de novas formas materiais associadas a ofertas de serviços associados ao comércio, educação, saúde e aos serviços especializados prestados pelo setor público, que promovem e condicionam novos fluxos, permitindo a configuração de novas centralidades.
 Palavras-chave: Centralidade intraurbana; Objetos técnicos; Assú; Rio Grande do Norte","PeriodicalId":491044,"journal":{"name":"GEOFRONTER","volume":"38 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-05-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"135140617","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2023-04-25DOI: 10.61389/geofronter.v9i1.7328
Jorge Willian Francisco de Souza, Ricardo Lopes Bastista
As diferenças sociais atuantes, geradas pelo modo produção capitalista, tem como pano de fundo o cenário dos espaços urbanos, que por sua vez, se expressa na paisagem através das condições das moradias. Neste sentido, estudos que possam identificar as estratégias provenientes da população, considerada de baixa renda, quanto ao acesso à moradia são imprescindíveis. Assim, este estudo buscou identificar e mapear as moradias com fatores precarizadores pré-determinados nos bairros Centro e Exposição no município de Aquidauana – MS. Além de compreender as estratégias residênciais adotadas pela população considerada de baixa renda, em consonância com os aspectos socioeconômicos. Para isto, foi aplicado um questionário semiestruturado e um roteiro de entrevista aos sujeitos pesquisados, além de registros fotográficos, visando identificar quais as prioridades que a população de baixa renda utiliza para garantir sua qualidade de vida e bem-estar. Ainda, foi possível observar que a distribuição espacial das moradias influencia diretamente na quantidade de fatores precarizadores atribuídos às residências. Assim, foi observado que as moradias mais precarizadas encontram-se próximas a áreas de descarte irregular de residúos sólidos e susceptivieis aos alagamentos sazonais.
{"title":"ANÁLISE DA PRODUÇÃO DO ESPAÇO E PRECARIZAÇÃO DE MORADIAS NA ÁREA URBANA DE AQUIDAUANA – MS","authors":"Jorge Willian Francisco de Souza, Ricardo Lopes Bastista","doi":"10.61389/geofronter.v9i1.7328","DOIUrl":"https://doi.org/10.61389/geofronter.v9i1.7328","url":null,"abstract":"As diferenças sociais atuantes, geradas pelo modo produção capitalista, tem como pano de fundo o cenário dos espaços urbanos, que por sua vez, se expressa na paisagem através das condições das moradias. Neste sentido, estudos que possam identificar as estratégias provenientes da população, considerada de baixa renda, quanto ao acesso à moradia são imprescindíveis. Assim, este estudo buscou identificar e mapear as moradias com fatores precarizadores pré-determinados nos bairros Centro e Exposição no município de Aquidauana – MS. Além de compreender as estratégias residênciais adotadas pela população considerada de baixa renda, em consonância com os aspectos socioeconômicos. Para isto, foi aplicado um questionário semiestruturado e um roteiro de entrevista aos sujeitos pesquisados, além de registros fotográficos, visando identificar quais as prioridades que a população de baixa renda utiliza para garantir sua qualidade de vida e bem-estar. Ainda, foi possível observar que a distribuição espacial das moradias influencia diretamente na quantidade de fatores precarizadores atribuídos às residências. Assim, foi observado que as moradias mais precarizadas encontram-se próximas a áreas de descarte irregular de residúos sólidos e susceptivieis aos alagamentos sazonais.","PeriodicalId":491044,"journal":{"name":"GEOFRONTER","volume":"10 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-04-25","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"135222857","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2023-04-19DOI: 10.61389/geofronter.v9i1.7430
Ana Carolina Torelli Marquezini Faccin, Meiry Almeida
Neste artigo apontamos fatores espaciais da disseminação e analisamos os diferentes impactos da pandemia no Brasil levando em consideração a realidade étnico racial de sua população. Desse modo, defendemos que a pandemia não foi a mesma para todos, pois na ausência de um lockdown para todos garantido pelo Estado, houve o fato de a parcela mais empobrecida ter que se expor ao vírus para garantir sua sobrevivência. Assim, defendemos que a pandemia no Brasil assume um caráter de sindemia, pois há o entendimento de que a pobreza e fatores sociais estruturais agravam o quadro epidemiológico, pois quem mais sofre são os negros e pobres e entendemos, de maneira propositiva, a disseminação global do vírus SARS-COV2 como uma verticalidade, ou seja, uma força vertical externa que se realizou no território brasileiro de maneiras distintas, principalmente se considerarmos questões étnico-raciais e de poder aquisitivo da população.
{"title":"PANDEMIA NÃO FOI A MESMA PARA TODOS:","authors":"Ana Carolina Torelli Marquezini Faccin, Meiry Almeida","doi":"10.61389/geofronter.v9i1.7430","DOIUrl":"https://doi.org/10.61389/geofronter.v9i1.7430","url":null,"abstract":"Neste artigo apontamos fatores espaciais da disseminação e analisamos os diferentes impactos da pandemia no Brasil levando em consideração a realidade étnico racial de sua população. Desse modo, defendemos que a pandemia não foi a mesma para todos, pois na ausência de um lockdown para todos garantido pelo Estado, houve o fato de a parcela mais empobrecida ter que se expor ao vírus para garantir sua sobrevivência. Assim, defendemos que a pandemia no Brasil assume um caráter de sindemia, pois há o entendimento de que a pobreza e fatores sociais estruturais agravam o quadro epidemiológico, pois quem mais sofre são os negros e pobres e entendemos, de maneira propositiva, a disseminação global do vírus SARS-COV2 como uma verticalidade, ou seja, uma força vertical externa que se realizou no território brasileiro de maneiras distintas, principalmente se considerarmos questões étnico-raciais e de poder aquisitivo da população.","PeriodicalId":491044,"journal":{"name":"GEOFRONTER","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-04-19","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"135862544","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2023-04-17DOI: 10.61389/geofronter.v9i1.7348
Jonatas De Pessoa Albuquerque Martins, Cicero Andersson Bezerra da Silva, Vinicius Bernardo Lima Pinheiro
O Investimento Estrangeiro Direto (IED) resulta da movimentação de capital através do estabelecimento de uma filial, da fusão ou da aquisição de empresa, havendo a presença do poder de controle do sócio estrangeiro. O IED pode ser estabelecido para diversos propósitos, podendo envolver interesses tanto da empresa investidora, quanto do Estado receptor. O estudo desse tema em território cearense justifica-se para iluminar esse aspecto no contexto da economia local, já que, nas últimas décadas, o volume de ingresso de IEDs no Ceará têm crescido acentuadamente, chegando a mais de R$21 bilhões em 2017. O objetivo do presente estudo é elucidar acerca do ingresso de IED no Ceará, com enfoque nos investimentos provenientes de Portugal e da Alemanha, dois países que estão entre os maiores investidores no estado. Analisou-se dados de 864 investimentos portugueses e alemães recebidos no Ceará no período de 1984 a 2017. Foi verificado que os IEDs de ambos os países apresentaram um rápido crescimento no início da década de 2000, estabilizando-se desde então. Através de estudos de caso com oito empresas alemãs e portuguesas atuantes no Ceará, verificou-se alinhamentos entre atividades no país de origem e no território cearense, tendo como embasamento a Escola Nórdica de Negócios Internacionais. Constatou-se que a chegada das empresas estrangeiras acentuou-se à medida que as políticas estatais favoráveis à atração de investimento foram sendo amplificadas.
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