Objetivo: Compreender as percepções das famílias e terapeutas sobre a sua participação em um programa domiciliar individualizado via telessaúde implementado para crianças e adolescentes com paralisia cerebral (PC) durante a pandemia da COVID-19 no Brasil. MÉTODO: Estudo qualitativo descritivo com 13 famílias de crianças/adolescentes com PC (Sistema de Classificação da Função Motora Grossa - GMFCS níveis IV-V) e 20 terapeutas que participaram de um programa domiciliar individualizado via telessaúde. Entrevistas semiestruturadas online foram realizadas com os participantes ao final da intervenção para compreender suas expectativas, desafios, benefícios e sugestões para serviços futuros. As entrevistas foram transcritas para realização de análise temática.
Resultados: Os três temas foram: 1- Medo do desconhecido, 2- Novos caminhos, 3- Benefícios e perspectivas futuras. Os participantes reconheceram que o envolvimento ativo da família durante a intervenção, o estabelecimento de objetivos individualizados e a comunicação entre pais e terapeutas levaram a mudanças no envolvimento das crianças, nas rotinas das famílias e no empoderamento dos pais em relação ao processo de reabilitação dos seus filhos. Conclusão: O estabelecimento de parceria entre terapeutas e famílias, associando conhecimento técnico e experiência de vida, contribuiu para a implementação bem-sucedida da intervenção. Ações futuras podem envolver a adoção de modelos de intervenção híbridos, focados nas necessidades específicas das famílias de crianças/adolescentes com paralisia cerebral.
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