J. A. Ferreira, Michele Negrini, Beatriz Regina Gomes Pereira
Este artigo tem como objetivo analisar os enquadramentos noticiosos construídos sobre o coronavírus no programa Globo Esporte RS. Para isso, foram estudadas três edições do telejornal esportivo da emissora RBS TV, afiliada da Rede Globo, nos respectivos dias 13, 14 e 16 de março de 2020, sob a perspectiva da teoria do enquadramento, com base em autores como Mauro Porto (2004) e Danilo Rothberg (2007).
{"title":"OS ENQUADRAMENTOS DA COVID-19 NO TELEJORNALISMO ESPORTIVO","authors":"J. A. Ferreira, Michele Negrini, Beatriz Regina Gomes Pereira","doi":"10.51283/rc.28.e16793","DOIUrl":"https://doi.org/10.51283/rc.28.e16793","url":null,"abstract":"Este artigo tem como objetivo analisar os enquadramentos noticiosos construídos sobre o coronavírus no programa Globo Esporte RS. Para isso, foram estudadas três edições do telejornal esportivo da emissora RBS TV, afiliada da Rede Globo, nos respectivos dias 13, 14 e 16 de março de 2020, sob a perspectiva da teoria do enquadramento, com base em autores como Mauro Porto (2004) e Danilo Rothberg (2007).","PeriodicalId":507409,"journal":{"name":"Corpoconsciência","volume":"58 2","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-06-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"141278683","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
O presente estudo objetivou identificar e analisar a produção acadêmico-científica acerca Futebol Society. Para tal, foi realizada uma pesquisa de revisão bibliográfica considerando publicações realizadas entre o período de 2015 e 2024, identificadas por meio do portal de Periódicos Capes, utilizando os termos “Futebol Society”, “Futebol 7” e “Futebol Sete” para identificação. A pesquisa resultou em 14 artigos condizentes com os critérios de inclusão, os quais foram publicados a partir de 2017 e abordaram diferentes temáticas atreladas ao Futebol Society, sendo as mais abordadas, “Treinamento Desportivo” (5) e “Gênero” (3). Assim, consideramos que apesar de não se limitar a aspectos técnico-táticos, as pesquisas voltadas ao Futebol Society são escassas, sendo necessário maiores investimentos acadêmico-científicos a fim de compreendê-lo sob diferentes perspectivas e em contextos diversos, incluindo sua possibilidade enquanto meio para o processo de ensino, vivência e aprendizagem de práticas similares.
{"title":"A PRODUÇÃO CIENTÍFICA ACERCA DO FUTEBOL SOCIETY","authors":"Matheus Felipe Batista, D. Brasil","doi":"10.51283/rc.28.e17213","DOIUrl":"https://doi.org/10.51283/rc.28.e17213","url":null,"abstract":"O presente estudo objetivou identificar e analisar a produção acadêmico-científica acerca Futebol Society. Para tal, foi realizada uma pesquisa de revisão bibliográfica considerando publicações realizadas entre o período de 2015 e 2024, identificadas por meio do portal de Periódicos Capes, utilizando os termos “Futebol Society”, “Futebol 7” e “Futebol Sete” para identificação. A pesquisa resultou em 14 artigos condizentes com os critérios de inclusão, os quais foram publicados a partir de 2017 e abordaram diferentes temáticas atreladas ao Futebol Society, sendo as mais abordadas, “Treinamento Desportivo” (5) e “Gênero” (3). Assim, consideramos que apesar de não se limitar a aspectos técnico-táticos, as pesquisas voltadas ao Futebol Society são escassas, sendo necessário maiores investimentos acadêmico-científicos a fim de compreendê-lo sob diferentes perspectivas e em contextos diversos, incluindo sua possibilidade enquanto meio para o processo de ensino, vivência e aprendizagem de práticas similares.","PeriodicalId":507409,"journal":{"name":"Corpoconsciência","volume":"127 44","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-06-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"141282055","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
D. Moreno, Jânio Luiz Correia Júnior, Maria Cristina de Oliveira Andrade Marques Aguiar, Viviane Colares
A pandemia da COVID-19 promoveu mudanças no estilo de vida de adolescentes devido ao distanciamento e isolamento sociais, maior tempo em comportamento sedentário, alterações na saúde mental, dificultando a prática de atividade física e seu fator protetivo. Com isso, o presente estudo objetivou avaliar a relação do tempo de tela e do exercício físico neste período e os efeitos desses comportamentos (sedentário e ativo) na saúde dos adolescentes. Foi realizada uma revisão de literatura sob as recomendações do PRISMA nas bases de dados PudMed e LILACS, com 21 estudos incluídos. Verificou-se que o período da pandemia de Covid-19 impactou, de maneira significativa, negativamente, na saúde mental dos adolescentes e que o tempo de tela possui relação diretamente proporcional com a piora desse quadro, inversamente influenciado pela atividade física. Esta, quando mais praticada, promoveu a melhora da saúde mental e bem-estar quando associada com a diminuição no tempo de tela.
{"title":"TEMPO DE TELA E ATIVIDADE FÍSICA NA ADOLESCÊNCIA DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19","authors":"D. Moreno, Jânio Luiz Correia Júnior, Maria Cristina de Oliveira Andrade Marques Aguiar, Viviane Colares","doi":"10.51283/rc.28.e16657","DOIUrl":"https://doi.org/10.51283/rc.28.e16657","url":null,"abstract":"A pandemia da COVID-19 promoveu mudanças no estilo de vida de adolescentes devido ao distanciamento e isolamento sociais, maior tempo em comportamento sedentário, alterações na saúde mental, dificultando a prática de atividade física e seu fator protetivo. Com isso, o presente estudo objetivou avaliar a relação do tempo de tela e do exercício físico neste período e os efeitos desses comportamentos (sedentário e ativo) na saúde dos adolescentes. Foi realizada uma revisão de literatura sob as recomendações do PRISMA nas bases de dados PudMed e LILACS, com 21 estudos incluídos. Verificou-se que o período da pandemia de Covid-19 impactou, de maneira significativa, negativamente, na saúde mental dos adolescentes e que o tempo de tela possui relação diretamente proporcional com a piora desse quadro, inversamente influenciado pela atividade física. Esta, quando mais praticada, promoveu a melhora da saúde mental e bem-estar quando associada com a diminuição no tempo de tela.","PeriodicalId":507409,"journal":{"name":"Corpoconsciência","volume":"44 3","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-06-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"141277864","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
A destreza manual se define como a capacidade de realizar movimentos coordenados com as mãos. Ela está relacionada às habilidades motoras finas, isso inclui tarefas como desenhar, escrever, costurar, digitar, tocar um instrumento musical, entre outras atividades que requerem a coordenação fina, ou seja, o uso de pequenos músculos das mãos. O presente estudo possui como objetivo verificar a influência do sexo e nível cognitivo na destreza manual em pessoas. A amostra foi composta por 30 pessoas idosas não institucionalizadas, de ambos os sexos (15 homens e 15 mulheres). Foi realizada uma anamnese a fim de conhecer o histórico de saúde do voluntário, assim como outras avaliações: Inventário de Dominância Lateral de Edimburgo, Teste de Katz (Escala de Atividades Básicas da Vida Diária - ABVD), Teste de Lawton (Escala de Atividades Instrumentais da Vida Diária - AIVD) e o Mini Exame do Estado Mental (MEEM). Como tarefa motora, foi realizado o Grooved Pegboard Test. Para a análise dos dados, foi feita a média dos valores obtidos na tarefa de colocar e retirar os pinos. A normalidade dos dados foi verificada através do teste de Shapiro-Wilk (p>0,05). Para comparar o desempenho entre os grupos, foi realizado uma ANOVA three-way com medidas repetidas no segundo fator (condição x mãos x grupos). Os resultados não indicaram diferença estatisticamente significativa na destreza manual entre os sexos. Houve diferença nos resultados entre as condições (colocar e retirar os pinos) e entre as mãos (direita e esquerda), onde na tarefa de colocar, por ser mais complexa, o tempo médio gasto de ambos os grupos foi maior em comparação à tarefa de retirar e, também, maior tempo de execução com a mão esquerda em comparação à mão direita. Em uma análise descritiva, houve um desempenho distinto da destreza manual nos homens em comparação às mulheres, onde o tempo médio do primeiro grupo foi menor. De maneira geral, o estudo indica uma possível relação entre a capacidade cognitiva e a destreza manual, independente do sexo.
手的灵活性是指用手做出协调动作的能力。它与精细运动技能有关,包括绘画、书写、缝纫、打字、演奏乐器等需要精细协调的活动,即使用手部的小肌肉。本研究的目的是验证性别和认知水平对人们手部灵活性的影响。样本包括 30 名非机构养老的男女老人(15 名男性和 15 名女性)。为了了解志愿者的健康史,我们对他们进行了简历采集和其他评估:爱丁堡外侧支配力量表、卡茨测试(基本日常生活活动量表 - ABVD)、劳顿测试(工具性日常生活活动量表 - IADL)和迷你精神状态检查(MMSE)。开槽钉板测试是一项运动任务。在分析数据时,取放置和移除钉子任务的平均值。数据的正态性采用 Shapiro-Wilk 检验(P>0.05)。 为了比较各组之间的成绩,对第二个因素(条件 x 手 x 组)进行了三因素方差分析。结果表明,男女之间的手部灵活性没有明显的统计学差异。不同条件(放针和拔针)和不同手(左手和右手)之间的结果存在差异,在放针任务中,由于更复杂,两组的平均用时都比拔针任务长,左手的执行时间也比右手长。在描述性分析中,男性与女性的手部灵活性表现不同,第一组的平均时间较短。总之,这项研究表明,认知能力与手的灵活性之间可能存在关系,而与性别无关。
{"title":"INFLUÊNCIA DO SEXO E NÍVEL COGNITIVO NA DESTREZA MANUAL EM PESSOAS IDOSAS","authors":"Lara Nascimento Batista, Tércio Apolinário-Souza, Daiana Amaral-Medeiros, Lidiane Aparecida Fernandes","doi":"10.51283/rc.28.e16012","DOIUrl":"https://doi.org/10.51283/rc.28.e16012","url":null,"abstract":"A destreza manual se define como a capacidade de realizar movimentos coordenados com as mãos. Ela está relacionada às habilidades motoras finas, isso inclui tarefas como desenhar, escrever, costurar, digitar, tocar um instrumento musical, entre outras atividades que requerem a coordenação fina, ou seja, o uso de pequenos músculos das mãos. O presente estudo possui como objetivo verificar a influência do sexo e nível cognitivo na destreza manual em pessoas. A amostra foi composta por 30 pessoas idosas não institucionalizadas, de ambos os sexos (15 homens e 15 mulheres). Foi realizada uma anamnese a fim de conhecer o histórico de saúde do voluntário, assim como outras avaliações: Inventário de Dominância Lateral de Edimburgo, Teste de Katz (Escala de Atividades Básicas da Vida Diária - ABVD), Teste de Lawton (Escala de Atividades Instrumentais da Vida Diária - AIVD) e o Mini Exame do Estado Mental (MEEM). Como tarefa motora, foi realizado o Grooved Pegboard Test. Para a análise dos dados, foi feita a média dos valores obtidos na tarefa de colocar e retirar os pinos. A normalidade dos dados foi verificada através do teste de Shapiro-Wilk (p>0,05). Para comparar o desempenho entre os grupos, foi realizado uma ANOVA three-way com medidas repetidas no segundo fator (condição x mãos x grupos). Os resultados não indicaram diferença estatisticamente significativa na destreza manual entre os sexos. Houve diferença nos resultados entre as condições (colocar e retirar os pinos) e entre as mãos (direita e esquerda), onde na tarefa de colocar, por ser mais complexa, o tempo médio gasto de ambos os grupos foi maior em comparação à tarefa de retirar e, também, maior tempo de execução com a mão esquerda em comparação à mão direita. Em uma análise descritiva, houve um desempenho distinto da destreza manual nos homens em comparação às mulheres, onde o tempo médio do primeiro grupo foi menor. De maneira geral, o estudo indica uma possível relação entre a capacidade cognitiva e a destreza manual, independente do sexo.","PeriodicalId":507409,"journal":{"name":"Corpoconsciência","volume":"59 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-06-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"141279499","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Daniel Morais Teodoro, M. V. Mizoguchi, Henrique de Oliveira Castro
O presente estudo objetiva analisar os fatores motivacionais de atletas federados para a prática do atletismo. Utilizou-se três questionários: Sociodemográfico, Escala de satisfação das necessidades básicas no esporte e Escala de motivação para o esporte. A amostra foi composta por 159 atletas de atletismo de 12 a 41 anos participantes dos campeonatos estaduais de Mato Grosso em 2022. Para análise dos dados foram utilizados os testes de Kolmogorov-Smirnov, ANOVA de Medidas Repetidas, U de Mann-Whitney e a correlação de Spearman. Observou-se que os atletas têm altos níveis de motivação intrínseca e baixos níveis de desmotivação. Os principais motivos para a iniciar a prática do atletismo foi o sentimento de gostar da modalidade e as influências da família, escola e amigos. Conclui-se que os atletas de atletismo de Mato Grosso têm altos níveis de motivação intrínseca, e que treinam e competem porque gostam da modalidade e sentem prazer.
{"title":"MOTIVAÇÃO DE ATLETAS PARA PRÁTICA DO ATLETISMO","authors":"Daniel Morais Teodoro, M. V. Mizoguchi, Henrique de Oliveira Castro","doi":"10.51283/rc.28.e15962","DOIUrl":"https://doi.org/10.51283/rc.28.e15962","url":null,"abstract":"O presente estudo objetiva analisar os fatores motivacionais de atletas federados para a prática do atletismo. Utilizou-se três questionários: Sociodemográfico, Escala de satisfação das necessidades básicas no esporte e Escala de motivação para o esporte. A amostra foi composta por 159 atletas de atletismo de 12 a 41 anos participantes dos campeonatos estaduais de Mato Grosso em 2022. Para análise dos dados foram utilizados os testes de Kolmogorov-Smirnov, ANOVA de Medidas Repetidas, U de Mann-Whitney e a correlação de Spearman. Observou-se que os atletas têm altos níveis de motivação intrínseca e baixos níveis de desmotivação. Os principais motivos para a iniciar a prática do atletismo foi o sentimento de gostar da modalidade e as influências da família, escola e amigos. Conclui-se que os atletas de atletismo de Mato Grosso têm altos níveis de motivação intrínseca, e que treinam e competem porque gostam da modalidade e sentem prazer.","PeriodicalId":507409,"journal":{"name":"Corpoconsciência","volume":"17 11","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-06-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"141281337","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Siomara Aparecida da Silva, S. Gomes, João Marcelo Niquini Caríssimo
O presente estudo verificou os motivos que levam jovens estudantes a aderirem à prática de atividade física. A amostra foi constituída por 489 escolares do 3° ano do ensino médio de Minas Gerais (179 do sexo masculino e 310 do sexo feminino), com idade entre os 16 e 19 anos. Os dados foram obtidos através de questões sociodemográficas e do uso dos questionários IPAQ e IMPRAF-54. Para a análise de dados foi utilizado o software estatístico SPSS 20, com estatística descritiva, comparativa (Teste T-student, Anova com Bonferroni) e correlacional (Pearson e Spearman). Apenas 47.6% da amostra praticam atividade física, sendo o futebol mais praticado pelos rapazes (34.7%) e a musculação pelas moças (8.2%). As dimensões motivacionais mais pontuadas para a prática de atividade física foram a saúde e o prazer, e a menos pontuada foi a competitividade. As comparações em função do sexo e idade apresentaram diferenças significativas na motivação e no nível de atividade física. Também foram encontradas correlações significativas entre os dois questionários, sendo que a dimensão prazer apresentou maior correlação com os dias totais de atividades. Conclui-se que os principais fatores motivacionais para a prática são advindos do interesse à saúde e ao prazer.
{"title":"MOTIVOS DE ADERÊNCIA À PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DE ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO","authors":"Siomara Aparecida da Silva, S. Gomes, João Marcelo Niquini Caríssimo","doi":"10.51283/rc.28.e16769","DOIUrl":"https://doi.org/10.51283/rc.28.e16769","url":null,"abstract":"O presente estudo verificou os motivos que levam jovens estudantes a aderirem à prática de atividade física. A amostra foi constituída por 489 escolares do 3° ano do ensino médio de Minas Gerais (179 do sexo masculino e 310 do sexo feminino), com idade entre os 16 e 19 anos. Os dados foram obtidos através de questões sociodemográficas e do uso dos questionários IPAQ e IMPRAF-54. Para a análise de dados foi utilizado o software estatístico SPSS 20, com estatística descritiva, comparativa (Teste T-student, Anova com Bonferroni) e correlacional (Pearson e Spearman). Apenas 47.6% da amostra praticam atividade física, sendo o futebol mais praticado pelos rapazes (34.7%) e a musculação pelas moças (8.2%). As dimensões motivacionais mais pontuadas para a prática de atividade física foram a saúde e o prazer, e a menos pontuada foi a competitividade. As comparações em função do sexo e idade apresentaram diferenças significativas na motivação e no nível de atividade física. Também foram encontradas correlações significativas entre os dois questionários, sendo que a dimensão prazer apresentou maior correlação com os dias totais de atividades. Conclui-se que os principais fatores motivacionais para a prática são advindos do interesse à saúde e ao prazer.","PeriodicalId":507409,"journal":{"name":"Corpoconsciência","volume":"52 6","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-06-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"141277854","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Práticas Corporais representam ações em saúde com caráter terapêutico, referindo-se a medidas de promoção da saúde, ao oposto do que vem sendo observado, a saber, uma tendência centrada em agravos e doenças. Neste sentido, até mesmo como princípios do Sistema Único de Saúde, entende-se que o acesso a essas medidas deve ser ampliado, entendidos sob uma ótica diferente da mercadológica. O presente trabalho teve como objetivo analisar o fornecimento das referidas práticas dentro do SUS no estado do Acre, oeste da Região Amazônica brasileira, abrangendo o período de 2015 a 2023. Buscou-se metodologia de análise espacial, favorecendo o destaque de áreas prioritárias a estas intervenções, associadas a índices de vulnerabilidades sociais. Apesar da relevância do tema de estudo, não foram observados trabalhos científicos que abordassem esta questão, o que reforça a importância do presente manuscrito, que pode fornecer um ponto de partida para ações em saúde.
{"title":"PRÁTICAS CORPORAIS NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DO ACRE, AMAZÔNIA OCIDENTAL BRASILEIRA (2015-2023)","authors":"M. Alves","doi":"10.51283/rc.28.e16653","DOIUrl":"https://doi.org/10.51283/rc.28.e16653","url":null,"abstract":"Práticas Corporais representam ações em saúde com caráter terapêutico, referindo-se a medidas de promoção da saúde, ao oposto do que vem sendo observado, a saber, uma tendência centrada em agravos e doenças. Neste sentido, até mesmo como princípios do Sistema Único de Saúde, entende-se que o acesso a essas medidas deve ser ampliado, entendidos sob uma ótica diferente da mercadológica. O presente trabalho teve como objetivo analisar o fornecimento das referidas práticas dentro do SUS no estado do Acre, oeste da Região Amazônica brasileira, abrangendo o período de 2015 a 2023. Buscou-se metodologia de análise espacial, favorecendo o destaque de áreas prioritárias a estas intervenções, associadas a índices de vulnerabilidades sociais. Apesar da relevância do tema de estudo, não foram observados trabalhos científicos que abordassem esta questão, o que reforça a importância do presente manuscrito, que pode fornecer um ponto de partida para ações em saúde.","PeriodicalId":507409,"journal":{"name":"Corpoconsciência","volume":"1 20","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-04-11","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"140712844","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Jhennifer Carolina de Almeida Alves, Andréa Maria Cavalcante Santos, Vinícius Pinto, Ananda Glícia da Costa Azevedo
O agachamento é um dos exercícios mais usuais ao longo de um programa de treinamento em diversas áreas esportivas, proporcionando benefícios ao mecanismo fisiológico e funcional das articulações do joelho. Contudo, ainda não há consistências nos achados em relação aos efeitos dos exercícios de alongamento e mobilidade de tornozelo nas variáveis cinemáticas angulares do agachamento livre. O objetivo deste estudo é investigar os efeitos dos exercícios de alongamento estático de panturrilha e mobilidade de tornozelo na amplitude de movimento durante o agachamento com barra. Participaram do estudo 11 universitários de ambos os sexos com idade entre 22 e 32 anos. Após o aquecimento, os voluntários realizaram quatro agachamentos livres com barra antes e após protocolo de alongamento e mobilidade de tornozelo. Por meio de filmagem foram avaliados os ângulos de inclinação do tronco, de quadril, de joelho e de tornozelo. Uma média das quatro repetições foi considerada. Não foram encontradas diferenças significativas entre pré e pós protocolo de alongamento e mobilidade para todas as variáveis analisadas (p > 0.05). Por isso, conclui-se que um protocolo de 10 minutos de exercícios de alongamento e mobilidade de tornozelo, realizados de maneira intermitente, não é suficiente para melhorar a amplitude de movimento do agachamento livre. Contudo, a interpretação dos resultados deve ser tomada com cautela.
{"title":"EFEITO AGUDO DO ALONGAMENTO ESTÁTICO E MOBILIDADE DE TORNOZELO NA AMPLITUDE DO AGACHAMENTO LIVRE","authors":"Jhennifer Carolina de Almeida Alves, Andréa Maria Cavalcante Santos, Vinícius Pinto, Ananda Glícia da Costa Azevedo","doi":"10.51283/rc.28.e15972","DOIUrl":"https://doi.org/10.51283/rc.28.e15972","url":null,"abstract":"O agachamento é um dos exercícios mais usuais ao longo de um programa de treinamento em diversas áreas esportivas, proporcionando benefícios ao mecanismo fisiológico e funcional das articulações do joelho. Contudo, ainda não há consistências nos achados em relação aos efeitos dos exercícios de alongamento e mobilidade de tornozelo nas variáveis cinemáticas angulares do agachamento livre. O objetivo deste estudo é investigar os efeitos dos exercícios de alongamento estático de panturrilha e mobilidade de tornozelo na amplitude de movimento durante o agachamento com barra. Participaram do estudo 11 universitários de ambos os sexos com idade entre 22 e 32 anos. Após o aquecimento, os voluntários realizaram quatro agachamentos livres com barra antes e após protocolo de alongamento e mobilidade de tornozelo. Por meio de filmagem foram avaliados os ângulos de inclinação do tronco, de quadril, de joelho e de tornozelo. Uma média das quatro repetições foi considerada. Não foram encontradas diferenças significativas entre pré e pós protocolo de alongamento e mobilidade para todas as variáveis analisadas (p > 0.05). Por isso, conclui-se que um protocolo de 10 minutos de exercícios de alongamento e mobilidade de tornozelo, realizados de maneira intermitente, não é suficiente para melhorar a amplitude de movimento do agachamento livre. Contudo, a interpretação dos resultados deve ser tomada com cautela.","PeriodicalId":507409,"journal":{"name":"Corpoconsciência","volume":"22 5","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-04-11","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"140713481","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Camila Borges Müller, Amanda Costa da Silva, Milena Andretti Piana, Rousseau Silva da Veiga, Gabriel Gustavo Bergmann, E. Pinheiro
Este estudo teve como objetivo relacionar experiência esportiva e ansiedade competitiva em jovens atletas de rugby do gênero feminino. Participaram 12 atletas de rugby inseridas em um projeto de desenvolvimento esportivo de longo prazo para jovens com alta performance física. Dois questionários multidimensionais relacionados ao estado de ansiedade competitiva e experiências no esporte foram aplicados. Utilizou-se correlação de Pearson para análise paramétrica. Observou-se correlação positiva entre ansiedade somática (AS) e experiências negativas, e entre autoconfiança e habilidades cognitivas (HC). Ainda, houve correlação negativa entre AS e HC. Conclui-se que experiências no ambiente esportivo são essenciais na construção de características psicossociais de jovens atletas.
{"title":"ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DE JOVENS ATLETAS DE RUGBY FEMININO","authors":"Camila Borges Müller, Amanda Costa da Silva, Milena Andretti Piana, Rousseau Silva da Veiga, Gabriel Gustavo Bergmann, E. Pinheiro","doi":"10.51283/rc.28.e17199","DOIUrl":"https://doi.org/10.51283/rc.28.e17199","url":null,"abstract":"Este estudo teve como objetivo relacionar experiência esportiva e ansiedade competitiva em jovens atletas de rugby do gênero feminino. Participaram 12 atletas de rugby inseridas em um projeto de desenvolvimento esportivo de longo prazo para jovens com alta performance física. Dois questionários multidimensionais relacionados ao estado de ansiedade competitiva e experiências no esporte foram aplicados. Utilizou-se correlação de Pearson para análise paramétrica. Observou-se correlação positiva entre ansiedade somática (AS) e experiências negativas, e entre autoconfiança e habilidades cognitivas (HC). Ainda, houve correlação negativa entre AS e HC. Conclui-se que experiências no ambiente esportivo são essenciais na construção de características psicossociais de jovens atletas.","PeriodicalId":507409,"journal":{"name":"Corpoconsciência","volume":"14 5","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-04-11","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"140713170","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Cauê dos Santos Agostini, Daniela Godoi-Jacomassi, L. Rufino, Osmar Moreira de Souza Júnior
O presente estudo objetivou analisar as opiniões e posicionamentos de estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio em relação à igualdade de Gênero no futebol no ambiente escolar e alto rendimento. Para isso, utilizou-se um questionário denominado EAIGFU (Escala de Atitudes para a Igualdade de Gênero no Futebol Escolar), desenvolvido por pesquisadores espanhóis e validado no Brasil, obtendo-se 187 respostas de estudantes com idades entre 12 e 18 anos. Para as análises, utilizou-se o software Statistical Pachage for Social Sciences (SPSS) que agrupou as respostas em três clusters. Os resultados apontam para opiniões e posicionamentos que transitam entre os espectros igualitários e sexistas nos clusters 1 e 2, com maior predomínio de respostas sexistas no 2 e de incertezas no 1 e uma consistência de respostas igualitárias do cluster 3, formado em sua maioria por meninas em oposição aos dois primeiros majoritariamente masculinos.
{"title":"SENSIBILIDADE À IGUALDADE DE GÊNERO NO FUTEBOL","authors":"Cauê dos Santos Agostini, Daniela Godoi-Jacomassi, L. Rufino, Osmar Moreira de Souza Júnior","doi":"10.51283/rc.28.e17194","DOIUrl":"https://doi.org/10.51283/rc.28.e17194","url":null,"abstract":"O presente estudo objetivou analisar as opiniões e posicionamentos de estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio em relação à igualdade de Gênero no futebol no ambiente escolar e alto rendimento. Para isso, utilizou-se um questionário denominado EAIGFU (Escala de Atitudes para a Igualdade de Gênero no Futebol Escolar), desenvolvido por pesquisadores espanhóis e validado no Brasil, obtendo-se 187 respostas de estudantes com idades entre 12 e 18 anos. Para as análises, utilizou-se o software Statistical Pachage for Social Sciences (SPSS) que agrupou as respostas em três clusters. Os resultados apontam para opiniões e posicionamentos que transitam entre os espectros igualitários e sexistas nos clusters 1 e 2, com maior predomínio de respostas sexistas no 2 e de incertezas no 1 e uma consistência de respostas igualitárias do cluster 3, formado em sua maioria por meninas em oposição aos dois primeiros majoritariamente masculinos.","PeriodicalId":507409,"journal":{"name":"Corpoconsciência","volume":"7 6","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2024-04-11","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"140715116","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}