Objetivos: Traçar as características biopsicossociais das mulheres no ciclo grávido-puerperal e analisar as representações sociais dessas mulheres sobre a violência obstétrica. Metodologia: Estudo descritivo, de abordagem qualitativa, norteado pela Teoria das Representações Sociais, realizado no período de setembro de 2021 a abril de 2022, com 40 mulheres atendidas em uma maternidade de Minas Gerais, no Brasil. Os dados foram coletados por meio de um roteiro de entrevista semiestruturada e da técnica de associação livre de palavras. A caracterização foi analisada pela estatística descritiva simples, a entrevista semiestruturada pela técnica de conteúdo temática proposta por Bardin e a técnica de associação livre de palavras pelo software Iramuteq. Resultados: 82,5 % das participantes possuíam faixa de 18 e 29 anos, 77,5 % intitularam-se pardas, 25 % tinham ensino médio completo e 65 % referiram renda de 1 a 3 salários-mínimos. Quanto à história obstétrica, 52 % possuíam idade gestacional entre 37 e 41 semanas, 70 % não haviam planejado a gravidez, 42,5 % haviam sido admitidas em trabalho de parto e 87,5 % estavam acompanhadas. A violência obstétrica é representada pelas mulheres de maneira superficial com enfoque na dimensão física e emocional, sendo em alguns momentos naturalizada. Conclusão: A violência obstétrica é uma grave problemática vivenciada pelo público feminino e a falta de conhecimento pode levar à naturalização, deixando-as em posição de ampla vulnerabilidade. Palavras-chave: Gravidez; Período pós-parto; Violência Obstétrica; Assistência à Saúde; Enfermagem.
{"title":"Representações sociais de mulheres no ciclo gravídico-puerperal sobre violência obstétrica","authors":"Michelle Araújo Moreira, Mariana Xavier de Souza","doi":"10.22235/ech.v12i2.3273","DOIUrl":"https://doi.org/10.22235/ech.v12i2.3273","url":null,"abstract":"Objetivos: Traçar as características biopsicossociais das mulheres no ciclo grávido-puerperal e analisar as representações sociais dessas mulheres sobre a violência obstétrica. Metodologia: Estudo descritivo, de abordagem qualitativa, norteado pela Teoria das Representações Sociais, realizado no período de setembro de 2021 a abril de 2022, com 40 mulheres atendidas em uma maternidade de Minas Gerais, no Brasil. Os dados foram coletados por meio de um roteiro de entrevista semiestruturada e da técnica de associação livre de palavras. A caracterização foi analisada pela estatística descritiva simples, a entrevista semiestruturada pela técnica de conteúdo temática proposta por Bardin e a técnica de associação livre de palavras pelo software Iramuteq. Resultados: 82,5 % das participantes possuíam faixa de 18 e 29 anos, 77,5 % intitularam-se pardas, 25 % tinham ensino médio completo e 65 % referiram renda de 1 a 3 salários-mínimos. Quanto à história obstétrica, 52 % possuíam idade gestacional entre 37 e 41 semanas, 70 % não haviam planejado a gravidez, 42,5 % haviam sido admitidas em trabalho de parto e 87,5 % estavam acompanhadas. A violência obstétrica é representada pelas mulheres de maneira superficial com enfoque na dimensão física e emocional, sendo em alguns momentos naturalizada. Conclusão: A violência obstétrica é uma grave problemática vivenciada pelo público feminino e a falta de conhecimento pode levar à naturalização, deixando-as em posição de ampla vulnerabilidade. Palavras-chave: Gravidez; Período pós-parto; Violência Obstétrica; Assistência à Saúde; Enfermagem.","PeriodicalId":30948,"journal":{"name":"Enfermeria Cuidados Humanizados","volume":"72 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-10-10","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"136294023","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Luis Fernando Reis Macedo, Kenya Waléria de Siqueira Coelho Lisboa, Sarah de Lima Pinto, Izabel Cristina Santiago Lemos De Beltrão
Objetivo: Analisar aspectos de gestão em recursos das unidades de terapia intensiva (UTI) em tempos de COVID-19 na microrregião Cariri cearense. Método: Estudo descritivo do tipo transversal em quatro hospitais da microrregião do Cariri, com 91 profissionais da equipe interdisciplinar que atuam em UTI desde o início da pandemia. A pesquisa foi realizada através de e-mail, Instagram e/ou WhatsApp e os dados analisados em teste do qui-quadrado, teste-T e gráfico de clusters. Resultados: Acerca dos recursos humanos, 73,6 % dos profissionais realizaram curso de manejo do paciente em UTI durante a COVID-19 e 67,0 % sobre controle de infecções relacionados a serviços de saúde. Um 64,8 % conseguiram lidar como as dificuldades na UTI, 69,2 % foram remanejados de outros setores hospitalares para atender demandas da UTI e grande parte dos profissionais (76,9 %) não tiveram aporte psicológico para a pandemia. Nos recursos estruturais, 100 % dos leitos de UTI adulto foram ocupados durante a pandemia, apresentando diferença entre antes e durante, durante e após a crise com aumento exponencial da capacidade de leitos (p<0,001), e não apresentando diferenças significativas em momentos antes e após a pandemia (p=0,035). Recursos materiais estiveram em escassez e diminuição, como equipamentos de proteção individual, oxigênio, medicamentos, entre outros. Conclusão: Foi possível identificar a reorganização dos recursos humanos, materiais e estruturais dos hospitais da pesquisa. Houve aumento exponencial de leitos durante a crise pandêmica quando comparado a capacidade relatada pelos profissionais de momentos antes da pandemia. Portanto, esta pesquisa contribui para o conhecimento de gestão em saúde e reestruturação hospitalar em tempos de pandemia.
{"title":"Gestão de recursos das unidades de terapia intensiva em tempos de pandemia por COVID-19","authors":"Luis Fernando Reis Macedo, Kenya Waléria de Siqueira Coelho Lisboa, Sarah de Lima Pinto, Izabel Cristina Santiago Lemos De Beltrão","doi":"10.22235/ech.v12i2.3341","DOIUrl":"https://doi.org/10.22235/ech.v12i2.3341","url":null,"abstract":"Objetivo: Analisar aspectos de gestão em recursos das unidades de terapia intensiva (UTI) em tempos de COVID-19 na microrregião Cariri cearense. Método: Estudo descritivo do tipo transversal em quatro hospitais da microrregião do Cariri, com 91 profissionais da equipe interdisciplinar que atuam em UTI desde o início da pandemia. A pesquisa foi realizada através de e-mail, Instagram e/ou WhatsApp e os dados analisados em teste do qui-quadrado, teste-T e gráfico de clusters. Resultados: Acerca dos recursos humanos, 73,6 % dos profissionais realizaram curso de manejo do paciente em UTI durante a COVID-19 e 67,0 % sobre controle de infecções relacionados a serviços de saúde. Um 64,8 % conseguiram lidar como as dificuldades na UTI, 69,2 % foram remanejados de outros setores hospitalares para atender demandas da UTI e grande parte dos profissionais (76,9 %) não tiveram aporte psicológico para a pandemia. Nos recursos estruturais, 100 % dos leitos de UTI adulto foram ocupados durante a pandemia, apresentando diferença entre antes e durante, durante e após a crise com aumento exponencial da capacidade de leitos (p<0,001), e não apresentando diferenças significativas em momentos antes e após a pandemia (p=0,035). Recursos materiais estiveram em escassez e diminuição, como equipamentos de proteção individual, oxigênio, medicamentos, entre outros. Conclusão: Foi possível identificar a reorganização dos recursos humanos, materiais e estruturais dos hospitais da pesquisa. Houve aumento exponencial de leitos durante a crise pandêmica quando comparado a capacidade relatada pelos profissionais de momentos antes da pandemia. Portanto, esta pesquisa contribui para o conhecimento de gestão em saúde e reestruturação hospitalar em tempos de pandemia.","PeriodicalId":30948,"journal":{"name":"Enfermeria Cuidados Humanizados","volume":"14 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-10-09","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"135146454","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Kelen Mitie Wakassugui de Rocco, Maria Gorete Nicolete Pereira, Caroline Lourenço de Almeida, Maria do Carmo Haddad, Eleine Aparecida da Penha Martins
Objetivo: Avaliar a simulação realística como estratégia de capacitação de técnicos de enfermagem e condutores de ambulância na avaliação primária dos traumas. Método: Estudo quase experimental, tipo antes e depois, abordagem quantitativa, desenvolvido entre dezembro de 2021 a março de 2022. A população constitui-se de 98 profissionais de 14 municípios que compõem o Complexo Regulador do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, da região norte do Estado do Paraná. Foi aplicado um teste de conhecimento, com 10 questões, antes e depois da simulação. Os dados foram avaliados em relação à medida central e dispersão. Os acertos, no pré e pós-teste, foram comparados por percentual. A média e desvio padrão dos acertos foram avaliados empregando o teste de Shapiro-Wilk para identificação da distribuição normal, ou não, dos dados. Também foi realizado o teste de Wilcoxon para identificação de diferença entre as médias de acertos entre os momentos de pesquisa. Empregou-se o índice de significância de 0,050. Resultados: Das perguntas propostas, aquelas sobre cinemática do trauma, estágios da avaliação primária da vítima, planejamento do atendimento e imobilização da vítima de trauma, atendimento na avaliação e presença de choque atingiram 90% das respostas corretas esperadas após o treinamento. As perguntas sobre avaliação primária do paciente e manejo das vias aéreas também produziram resultados significativos. Conclusão: A assimilação de conhecimento através da simulação realística promoveu um incremento importante de acertos das questões.
{"title":"Simulação realítsica como estratégia de treinamento para equipe de saúde","authors":"Kelen Mitie Wakassugui de Rocco, Maria Gorete Nicolete Pereira, Caroline Lourenço de Almeida, Maria do Carmo Haddad, Eleine Aparecida da Penha Martins","doi":"10.22235/ech.v12i2.3329","DOIUrl":"https://doi.org/10.22235/ech.v12i2.3329","url":null,"abstract":"Objetivo: Avaliar a simulação realística como estratégia de capacitação de técnicos de enfermagem e condutores de ambulância na avaliação primária dos traumas. Método: Estudo quase experimental, tipo antes e depois, abordagem quantitativa, desenvolvido entre dezembro de 2021 a março de 2022. A população constitui-se de 98 profissionais de 14 municípios que compõem o Complexo Regulador do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, da região norte do Estado do Paraná. Foi aplicado um teste de conhecimento, com 10 questões, antes e depois da simulação. Os dados foram avaliados em relação à medida central e dispersão. Os acertos, no pré e pós-teste, foram comparados por percentual. A média e desvio padrão dos acertos foram avaliados empregando o teste de Shapiro-Wilk para identificação da distribuição normal, ou não, dos dados. Também foi realizado o teste de Wilcoxon para identificação de diferença entre as médias de acertos entre os momentos de pesquisa. Empregou-se o índice de significância de 0,050. Resultados: Das perguntas propostas, aquelas sobre cinemática do trauma, estágios da avaliação primária da vítima, planejamento do atendimento e imobilização da vítima de trauma, atendimento na avaliação e presença de choque atingiram 90% das respostas corretas esperadas após o treinamento. As perguntas sobre avaliação primária do paciente e manejo das vias aéreas também produziram resultados significativos. Conclusão: A assimilação de conhecimento através da simulação realística promoveu um incremento importante de acertos das questões.","PeriodicalId":30948,"journal":{"name":"Enfermeria Cuidados Humanizados","volume":"205 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-09-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"135395752","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Michelle Araújo Moreira, Amanda Santana de Souza, Pedro Moreira Oliveira, Mariana Xavier de Souza, José Carlos de Araújo Junior, Polliana Santos Ribeiro
Objetivo: Analisar as práticas assistenciais de saúde no processo do abortamento tipificadas como violência obstétrica. Metodologia: Estudo qualitativo e descritivo, realizado em um hospital público no Brasil com 15 profissionais de saúde de nível médio e superior. Os dados foram coletados presencialmente, através de um roteiro de entrevista semiestruturada. O perfil foi analisado pela estatística descritiva simples e as questões abertas pela técnica de conteúdo temática proposta por Bardin. Resultados: Evidenciou-se que as práticas que denotam violência obstétrica relacionam-se a alocação das mulheres em processo de abortamento no mesmo ambiente que gestantes e puérperas e ao emitirem juízos de valor no momento da assistência às mulheres. Conclusão: Há necessidade de educação permanente para que as/os profissionais possam assistir de maneira humanizada e qualificada.
{"title":"Violencia obstétrica en el proceso del aborto","authors":"Michelle Araújo Moreira, Amanda Santana de Souza, Pedro Moreira Oliveira, Mariana Xavier de Souza, José Carlos de Araújo Junior, Polliana Santos Ribeiro","doi":"10.22235/ech.v12i2.3166","DOIUrl":"https://doi.org/10.22235/ech.v12i2.3166","url":null,"abstract":"Objetivo: Analisar as práticas assistenciais de saúde no processo do abortamento tipificadas como violência obstétrica. Metodologia: Estudo qualitativo e descritivo, realizado em um hospital público no Brasil com 15 profissionais de saúde de nível médio e superior. Os dados foram coletados presencialmente, através de um roteiro de entrevista semiestruturada. O perfil foi analisado pela estatística descritiva simples e as questões abertas pela técnica de conteúdo temática proposta por Bardin. Resultados: Evidenciou-se que as práticas que denotam violência obstétrica relacionam-se a alocação das mulheres em processo de abortamento no mesmo ambiente que gestantes e puérperas e ao emitirem juízos de valor no momento da assistência às mulheres. Conclusão: Há necessidade de educação permanente para que as/os profissionais possam assistir de maneira humanizada e qualificada.","PeriodicalId":30948,"journal":{"name":"Enfermeria Cuidados Humanizados","volume":"95 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-09-14","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"134911911","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
C. Canova-Barrios, Patricia Graciela Méndez, Liliana Rosa Sosa, Marcela Anahí Flores, Mónica Andrea Rodríguez, Silvina Soledad Hernández
Objetivo: Analizar la percepción y la satisfacción con la educación en modalidad virtual de los estudiantes de la carrera de Licenciatura en Enfermería de una institución de educación superior de carácter público de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina, durante el segundo semestre de 2021. Metodología: Estudio analítico, transversal y cuantitativo. La muestra estuvo compuesta por 121 estudiantes, seleccionados mediante muestreo no probabilístico, quienes respondieron un instrumento conformado por 24 preguntas. Resultados: Los encuestados fueron mayormente de sexo femenino (84.30 %), con media de edad de 29.2 años (DE: 8), de tercer año (55.37 %) y con hijos (44.63 %). Respecto a la percepción sobre la modalidad virtual se halló que las clases fueron consideradas como motivantes para el aprendizaje (66.94 %), los alumnos pudieron mantener la atención entre un 75-99 % del tiempo durante la clase (38.84 %), una baja cantidad pudo realizar todas las consultas al docente (16.52 %) y la mayoría sintió nerviosismo ante la evaluación remota al mismo nivel que su contraparte presencial (52.89 %). La satisfacción global con la modalidad fue puntuada con una media de 6.9 sobre 10 y el 75.20 % los encuestados desea continuar con clases virtuales. Conclusiones: La satisfacción fue caracterizada como media. Las variables que se relacionaron con una mayor satisfacción con la educación remota son la tenencia de hijos, la mayor edad, la creencia de que se hubiese aprendido más con clases presenciales, el tiempo que perciben que pueden mantener la atención en clases virtuales, la baja sensación de nerviosismo ante la evaluación virtual y la ausencia de dificultades para la conexión a las clases sincrónicas.
{"title":"Percepción y satisfacción de estudiantes de Enfermería con la educación virtual en época de COVID-19","authors":"C. Canova-Barrios, Patricia Graciela Méndez, Liliana Rosa Sosa, Marcela Anahí Flores, Mónica Andrea Rodríguez, Silvina Soledad Hernández","doi":"10.22235/ech.v12i2.3304","DOIUrl":"https://doi.org/10.22235/ech.v12i2.3304","url":null,"abstract":"Objetivo: Analizar la percepción y la satisfacción con la educación en modalidad virtual de los estudiantes de la carrera de Licenciatura en Enfermería de una institución de educación superior de carácter público de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina, durante el segundo semestre de 2021. Metodología: Estudio analítico, transversal y cuantitativo. La muestra estuvo compuesta por 121 estudiantes, seleccionados mediante muestreo no probabilístico, quienes respondieron un instrumento conformado por 24 preguntas. Resultados: Los encuestados fueron mayormente de sexo femenino (84.30 %), con media de edad de 29.2 años (DE: 8), de tercer año (55.37 %) y con hijos (44.63 %). Respecto a la percepción sobre la modalidad virtual se halló que las clases fueron consideradas como motivantes para el aprendizaje (66.94 %), los alumnos pudieron mantener la atención entre un 75-99 % del tiempo durante la clase (38.84 %), una baja cantidad pudo realizar todas las consultas al docente (16.52 %) y la mayoría sintió nerviosismo ante la evaluación remota al mismo nivel que su contraparte presencial (52.89 %). La satisfacción global con la modalidad fue puntuada con una media de 6.9 sobre 10 y el 75.20 % los encuestados desea continuar con clases virtuales. Conclusiones: La satisfacción fue caracterizada como media. Las variables que se relacionaron con una mayor satisfacción con la educación remota son la tenencia de hijos, la mayor edad, la creencia de que se hubiese aprendido más con clases presenciales, el tiempo que perciben que pueden mantener la atención en clases virtuales, la baja sensación de nerviosismo ante la evaluación virtual y la ausencia de dificultades para la conexión a las clases sincrónicas.","PeriodicalId":30948,"journal":{"name":"Enfermeria Cuidados Humanizados","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-29","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"49029640","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Cintia Maria Magalhães Oliveira de Araujo, Camila Tahis dos Santos Silva, Flávia Lavínia de Carvalho Macedo, Josie Agatha Parrilha da Silva, Cláudia Nery Teixeira Palombo, Ridalva Dias Felix Martins
Objetivo: Identificar los principales criterios evidenciados por la literatura científica involucrados en el alta hospitalaria segura del recién nacido. Método: Revisión integrativa de la literatura, realizada en diciembre de 2021 en las bases de datos Pubmed/Medline, BVS, Scopus, Lilacs, utilizando los descriptores “patient high summaries” OR “patient high” AND “newborn”. El estudio se basó en los procedimientos metodológicos PRISMA, se adoptaron criterios de elegibilidad y criterios de inclusión: artículos disponibles en su totalidad, publicados en los últimos 5 años, en inglés, español y portugués que versan sobre la atención del recién nacidos, el alta hospitalaria o el alta del paciente neonatal. Se excluyeron todos los artículos que no cumplieran con el objetivo de la investigación y/o no tuvieran relación con el tema en estudio. Resultados: De los 94 artículos identificados entre 2017 y 2021, se incluyeron 12 estudios, la mayoría de Brasil y con abordaje cualitativo. Se establecieron tres categorías temáticas de análisis: 1) Parámetros biofisiológicos; 2) Comunicación y orientación a los padres: fragilidades y potencialidades de la familia; y 3) Atención posterior al alta y seguimiento en red. Conclusión: Según a la bibliografía seleccionada, se concluye que el alta hospitalaria segura de los recién nacidos requiere atención a aspectos fisiológicos, de comunicación con la familia e intersectoriales para el seguimiento en red.
目的:确定有关新生儿安全出院的科学文献所证明的主要标准。方法:使用描述符“Patient High Summaries”或“Patient High”和“Newborn”,于2021年12月在PubMed/Medline、BVS、Scopus、Lilacs数据库中进行了综合文献回顾。这项研究基于Prisma方法程序,采用了资格标准和纳入标准:在过去5年中以英语、西班牙语和葡萄牙语发表的文章全文,涉及新生儿护理、出院或新生儿患者出院。不符合研究目的和/或与研究主题无关的所有文章都被排除在外。结果:在2017年至2021年确定的94篇文章中,包括12项研究,其中大多数是巴西的定性研究。建立了三个主题分析类别:(1)生物生理参数;2) 与父母的沟通和指导:家庭的脆弱性和潜力;3)出院后护理和网络监测。结论:根据选定的文献,得出的结论是,新生儿安全出院需要注意生理、家庭沟通和跨部门方面的网络监测。
{"title":"Criterios relacionados con el alta hospitalaria segura del recién nacido: Una revisión integrativa","authors":"Cintia Maria Magalhães Oliveira de Araujo, Camila Tahis dos Santos Silva, Flávia Lavínia de Carvalho Macedo, Josie Agatha Parrilha da Silva, Cláudia Nery Teixeira Palombo, Ridalva Dias Felix Martins","doi":"10.22235/ech.v12i2.3198","DOIUrl":"https://doi.org/10.22235/ech.v12i2.3198","url":null,"abstract":"Objetivo: Identificar los principales criterios evidenciados por la literatura científica involucrados en el alta hospitalaria segura del recién nacido. Método: Revisión integrativa de la literatura, realizada en diciembre de 2021 en las bases de datos Pubmed/Medline, BVS, Scopus, Lilacs, utilizando los descriptores “patient high summaries” OR “patient high” AND “newborn”. El estudio se basó en los procedimientos metodológicos PRISMA, se adoptaron criterios de elegibilidad y criterios de inclusión: artículos disponibles en su totalidad, publicados en los últimos 5 años, en inglés, español y portugués que versan sobre la atención del recién nacidos, el alta hospitalaria o el alta del paciente neonatal. Se excluyeron todos los artículos que no cumplieran con el objetivo de la investigación y/o no tuvieran relación con el tema en estudio. Resultados: De los 94 artículos identificados entre 2017 y 2021, se incluyeron 12 estudios, la mayoría de Brasil y con abordaje cualitativo. Se establecieron tres categorías temáticas de análisis: 1) Parámetros biofisiológicos; 2) Comunicación y orientación a los padres: fragilidades y potencialidades de la familia; y 3) Atención posterior al alta y seguimiento en red. Conclusión: Según a la bibliografía seleccionada, se concluye que el alta hospitalaria segura de los recién nacidos requiere atención a aspectos fisiológicos, de comunicación con la familia e intersectoriales para el seguimiento en red.","PeriodicalId":30948,"journal":{"name":"Enfermeria Cuidados Humanizados","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-10","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"41972212","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Introducción: En la adolescencia son frecuentes los comportamientos sexuales de riesgo asociados a desinformación y falta de asesoramiento de la familia y de los profesionales de enfermería, lo que constituye un problema de salud pública. Objetivo: Analizar las evidencias científicas que existen sobre intervenciones de enfermería exitosas en el marco de la educación sexual orientada a la población escolar adolescente. Método: Revisión bibliográfica en las bases de datos Dialnet, LILACS y Pubmed. Los criterios de inclusión consideraron documentos que contenían intervenciones de enfermería escolar en educación sexual en población adolescente. Respecto a la selección por calidad metodológica de los artículos, se recurrió a lectura crítica, mediante la aplicación de la lista de comprobación CASPe. Luego se emplearon técnicas de análisis de contenido y se presentaron los resultados en tablas. Resultados: Las intervenciones de enfermería en educación demostraron efectos positivos sobre la salud sexual de los adolescentes, al mejorar sus conocimientos en prevención de embarazo e infecciones de transmisión sexual y disminuir significativamente la probabilidad de cometer conductas de riesgo. Conclusión: Según la bibliografía seleccionada se concluye que la enfermera escolar es un recurso indispensable para padres y educadores, al implementar programas educativos que promueven un desarrollo sexual saludable en los adolescentes.
{"title":"Revisión sobre intervenciones de enfermería exitosas en educación sexual en adolescentes","authors":"Carla Salazar Arriagada, Fernanda Zapata González, Stephania Pérez Aros, Yannyra Rosas Ailef, Rocío Sierpe Aros, Lorena Paredes Arévalo","doi":"10.22235/ech.v12i2.3278","DOIUrl":"https://doi.org/10.22235/ech.v12i2.3278","url":null,"abstract":"Introducción: En la adolescencia son frecuentes los comportamientos sexuales de riesgo asociados a desinformación y falta de asesoramiento de la familia y de los profesionales de enfermería, lo que constituye un problema de salud pública. Objetivo: Analizar las evidencias científicas que existen sobre intervenciones de enfermería exitosas en el marco de la educación sexual orientada a la población escolar adolescente. Método: Revisión bibliográfica en las bases de datos Dialnet, LILACS y Pubmed. Los criterios de inclusión consideraron documentos que contenían intervenciones de enfermería escolar en educación sexual en población adolescente. Respecto a la selección por calidad metodológica de los artículos, se recurrió a lectura crítica, mediante la aplicación de la lista de comprobación CASPe. Luego se emplearon técnicas de análisis de contenido y se presentaron los resultados en tablas. Resultados: Las intervenciones de enfermería en educación demostraron efectos positivos sobre la salud sexual de los adolescentes, al mejorar sus conocimientos en prevención de embarazo e infecciones de transmisión sexual y disminuir significativamente la probabilidad de cometer conductas de riesgo. Conclusión: Según la bibliografía seleccionada se concluye que la enfermera escolar es un recurso indispensable para padres y educadores, al implementar programas educativos que promueven un desarrollo sexual saludable en los adolescentes.","PeriodicalId":30948,"journal":{"name":"Enfermeria Cuidados Humanizados","volume":"1 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-04","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"41427659","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Objetivo: Describir conductas sexuales de riesgo relacionadas con las infecciones de transmisión sexual (ITS) en una comunidad shuar de Taisha, Ecuador. Metodología: Estudio descriptivo-transversal, con base en la teoría transcultural de Leininger. Participaron 215 adultos de ambos sexos, mayores de 18 años. Se utilizó un cuestionario validado por expertos, con método Delphi. El análisis relacional usó la prueba de X 2. Resultados: De la muestra, 153 mujeres y 62 hombres, el 99.1 % se identificó como heterosexual; 79.1 % indicó que su actividad sexual se inició en la preadolescencia, siendo lo más frecuente de tipo genital; 16.3 % reveló haber presentado alguna vez una ITS; 29.3 % ha tenido relaciones sexuales bajo efecto del alcohol o sustancias afrodisíacas, de los que 6 % indicó utilizar preservativo. El 60 % respondió que no lo usa porque no sabe cómo y por sentir menos placer; 36.7 % refirió tener relaciones sexuales fortuitas y, en ellas, 73 % sin usar preservativo. No hubo asociación significativa entre las conductas sexuales y la edad de las personas. Conclusión: El escaso uso de preservativo, relaciones sexuales fortuitas sin protección, inicio temprano y actividad sexual bajo efecto alcohol o sustancias afrodisíacas resultaron ser prácticas de riesgo para contraer una infección de transmisión sexual en esta comunidad indígena. Se necesita tender puentes, desde el sistema de salud hasta las comunidades, para implementar programas de prevención, diagnóstico y tratamiento en estadios tempranos para detección, educación, apoyo y control. El modelo de enfermería transcultural y el trabajo interdisciplinario permiten conocer los principios, valores y cosmovisión de los integrantes de la comunidad.
{"title":"Conductas sexuales de riesgo relacionadas con las infecciones de transmisión sexual en una comunidad shuar de Taisha, Ecuador","authors":"Doriz Angélica Jiménez Brito, Olivia Sanhueza-Alvarado","doi":"10.22235/ech.v12i2.2967","DOIUrl":"https://doi.org/10.22235/ech.v12i2.2967","url":null,"abstract":"Objetivo: Describir conductas sexuales de riesgo relacionadas con las infecciones de transmisión sexual (ITS) en una comunidad shuar de Taisha, Ecuador. Metodología: Estudio descriptivo-transversal, con base en la teoría transcultural de Leininger. Participaron 215 adultos de ambos sexos, mayores de 18 años. Se utilizó un cuestionario validado por expertos, con método Delphi. El análisis relacional usó la prueba de X 2. Resultados: De la muestra, 153 mujeres y 62 hombres, el 99.1 % se identificó como heterosexual; 79.1 % indicó que su actividad sexual se inició en la preadolescencia, siendo lo más frecuente de tipo genital; 16.3 % reveló haber presentado alguna vez una ITS; 29.3 % ha tenido relaciones sexuales bajo efecto del alcohol o sustancias afrodisíacas, de los que 6 % indicó utilizar preservativo. El 60 % respondió que no lo usa porque no sabe cómo y por sentir menos placer; 36.7 % refirió tener relaciones sexuales fortuitas y, en ellas, 73 % sin usar preservativo. No hubo asociación significativa entre las conductas sexuales y la edad de las personas. Conclusión: El escaso uso de preservativo, relaciones sexuales fortuitas sin protección, inicio temprano y actividad sexual bajo efecto alcohol o sustancias afrodisíacas resultaron ser prácticas de riesgo para contraer una infección de transmisión sexual en esta comunidad indígena. Se necesita tender puentes, desde el sistema de salud hasta las comunidades, para implementar programas de prevención, diagnóstico y tratamiento en estadios tempranos para detección, educación, apoyo y control. El modelo de enfermería transcultural y el trabajo interdisciplinario permiten conocer los principios, valores y cosmovisión de los integrantes de la comunidad.","PeriodicalId":30948,"journal":{"name":"Enfermeria Cuidados Humanizados","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"46414533","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Camila Trindade Coelho, Stefanie Griebeler Oliveira, Fernanda Eisenhardt de Mello
Introdução: As desvantagens ligadas ao gênero feminino são visualizadas em diversos aspectos da vida, mediante ao patriarcado. É possível compreender que, no caso de mulheres negras, estas se encontram desfavorecidas frente as estruturas sociais, atravessadas por condicionantes de classe, raça e gênero. Além disso, é visto que, em diversos casos, as cuidadoras mulheres, sobretudo, mulheres negras, não escolhem de forma voluntária este papel dentro da conjuntura familiar. Objetivo: Identificar as implicações do cuidado ao familiar adoecido realizado por mulheres negras cuidadoras considerando suas condições socioculturais. Metodologia: Este trabalho é uma revisão integrativa, cuja busca no banco de dados foi realizada em dezembro de 2020, onde 3 resultados foram encontrados na base de dados Web of Science, 48 na base de dados PubMed e 29 na base de dados LILACS. Depois de ler os resumos dos 80 artigos e aplicar os critérios de exclusão, 7 artigos foram selecionados para leitura completa. Finalmente, 4 artigos foram incluídos para análise. Resultados: Apenas um estudo abordou exclusivamente mulheres, e a maioria eram afro-americanos. Dados indicam que, dentro de uma comunidade quilombola, o cuidado com a saúde é repassado do mais velho para o mais novo, como símbolo de respeito aos saberes ancestrais. Além disso, ficou evidente que cuidadores afro-americanos de pessoas com demência precisam de informações de qualidade sobre cuidados e autocuidado, necessitando de recursos em sua comunidade. Conclusão: É possível notar as desigualdades de acordo com as construções históricas, políticas e culturais causadas, para diferenciar homens e mulheres no cuidado familiar. Havendo uma necessidade de debates que tenham como enfoque a população negra, principalmente as cuidadoras, visando estratégias para reduzir sua sobrecarga para cuidar de familiares em adoecimento.
引言:通过父权制,与女性相关的劣势在生活的几个方面都得到了体现。可以理解的是,就黑人女性而言,她们在阶级、种族和性别限制的社会结构面前处于不利地位。此外,可以看到,在一些情况下,女性照顾者,特别是黑人女性,并不是自愿在家庭背景下选择这个角色的。目的:考虑到黑人女性护理人员的社会文化条件,确定其对照顾患病家庭成员的影响。方法:这项工作是一项综合综述,于2020年12月在数据库中进行了搜索,在Web of Science数据库中发现了3项结果,在PubMed数据库中发现48项,在LILACS数据库中发现29项。在阅读了80篇文章的摘要并应用排除标准后,选择了7篇文章进行全面阅读。最后,纳入4篇文章进行分析。结果:只有一项研究专门针对女性,大多数是非裔美国人。数据表明,在基隆波拉社区,医疗保健是从最年长的人传给最年轻的人的,这是对祖先知识的尊重。此外,很明显,痴呆症患者的非裔美国人护理人员需要有关护理和自我护理的高质量信息,这需要他们社区的资源。结论:根据造成的历史、政治和文化结构,可以注意到这种不平等,从而区分家庭护理中的男性和女性。有必要围绕黑人人口,特别是照顾者展开辩论,旨在制定战略,减轻他们照顾生病家庭成员的负担。
{"title":"Implicações no cuidado de um familiar doente: mulheres negras cuidadoras","authors":"Camila Trindade Coelho, Stefanie Griebeler Oliveira, Fernanda Eisenhardt de Mello","doi":"10.22235/ech.v12i2.3131","DOIUrl":"https://doi.org/10.22235/ech.v12i2.3131","url":null,"abstract":"Introdução: As desvantagens ligadas ao gênero feminino são visualizadas em diversos aspectos da vida, mediante ao patriarcado. É possível compreender que, no caso de mulheres negras, estas se encontram desfavorecidas frente as estruturas sociais, atravessadas por condicionantes de classe, raça e gênero. Além disso, é visto que, em diversos casos, as cuidadoras mulheres, sobretudo, mulheres negras, não escolhem de forma voluntária este papel dentro da conjuntura familiar. Objetivo: Identificar as implicações do cuidado ao familiar adoecido realizado por mulheres negras cuidadoras considerando suas condições socioculturais. Metodologia: Este trabalho é uma revisão integrativa, cuja busca no banco de dados foi realizada em dezembro de 2020, onde 3 resultados foram encontrados na base de dados Web of Science, 48 na base de dados PubMed e 29 na base de dados LILACS. Depois de ler os resumos dos 80 artigos e aplicar os critérios de exclusão, 7 artigos foram selecionados para leitura completa. Finalmente, 4 artigos foram incluídos para análise. Resultados: Apenas um estudo abordou exclusivamente mulheres, e a maioria eram afro-americanos. Dados indicam que, dentro de uma comunidade quilombola, o cuidado com a saúde é repassado do mais velho para o mais novo, como símbolo de respeito aos saberes ancestrais. Além disso, ficou evidente que cuidadores afro-americanos de pessoas com demência precisam de informações de qualidade sobre cuidados e autocuidado, necessitando de recursos em sua comunidade. Conclusão: É possível notar as desigualdades de acordo com as construções históricas, políticas e culturais causadas, para diferenciar homens e mulheres no cuidado familiar. Havendo uma necessidade de debates que tenham como enfoque a população negra, principalmente as cuidadoras, visando estratégias para reduzir sua sobrecarga para cuidar de familiares em adoecimento.","PeriodicalId":30948,"journal":{"name":"Enfermeria Cuidados Humanizados","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"49040727","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Introducción: La complejidad de la época actual exige tener en cuenta enfoques cuantitativos y cualitativos, datos de diferentes fuentes, métodos múltiples y un crisol de enfoques. Para dar respuesta a esta complejidad se presenta el análisis situacional como método posible. Metodología: Se presenta una revisión integrativa en relación con la variante de análisis situacional, que sigue los siguientes pasos: 1) identificación del problema (pregunta y objetivo de la investigación claramente definidos); 2) búsqueda bibliográfica (estrategia de búsqueda exhaustiva); 3) evaluación de datos; 4) análisis de datos (reducción de datos, visualización, comparación y conclusiones); y 5) presentación de los resultados así como las implicaciones para la práctica, la política públicas y las futuras investigaciones. Resultados: Emerge literatura que da cuenta del análisis situacional como una metodología utilizada en educación en salud, gestión en salud, políticas públicas y atención en salud, que incorpora elementos del análisis de discurso y teorías poshumanistas. Conclusiones: El análisis situacional es una metodología de comprensión de los fenómenos sociales, culturales, sanitarios y de educación, que está disponible y es acorde con la mirada multidimensional requerida para comprender la complejidad del entorno y fluidez de la era que estamos viviendo.
{"title":"El análisis situacional de la teoría fundamentada en salud: una revisión integrativa de la variante postmoderna de la teoría fundamentada","authors":"Mirliana Ramírez-Pereira, Natalie Figueredo-Borda, Esmérita Opazo-Morales, Cristina Oteiza-Diaz, Mónica Ferrada-Muñoz","doi":"10.22235/ech.v12i2.3108","DOIUrl":"https://doi.org/10.22235/ech.v12i2.3108","url":null,"abstract":"Introducción: La complejidad de la época actual exige tener en cuenta enfoques cuantitativos y cualitativos, datos de diferentes fuentes, métodos múltiples y un crisol de enfoques. Para dar respuesta a esta complejidad se presenta el análisis situacional como método posible. Metodología: Se presenta una revisión integrativa en relación con la variante de análisis situacional, que sigue los siguientes pasos: 1) identificación del problema (pregunta y objetivo de la investigación claramente definidos); 2) búsqueda bibliográfica (estrategia de búsqueda exhaustiva); 3) evaluación de datos; 4) análisis de datos (reducción de datos, visualización, comparación y conclusiones); y 5) presentación de los resultados así como las implicaciones para la práctica, la política públicas y las futuras investigaciones. Resultados: Emerge literatura que da cuenta del análisis situacional como una metodología utilizada en educación en salud, gestión en salud, políticas públicas y atención en salud, que incorpora elementos del análisis de discurso y teorías poshumanistas. Conclusiones: El análisis situacional es una metodología de comprensión de los fenómenos sociales, culturales, sanitarios y de educación, que está disponible y es acorde con la mirada multidimensional requerida para comprender la complejidad del entorno y fluidez de la era que estamos viviendo.","PeriodicalId":30948,"journal":{"name":"Enfermeria Cuidados Humanizados","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"41607180","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}