Elioenai Eglá Fagundes Silveira, Jeymesson Raphael Cardoso Vieira, João Luiz Quirino da Silva Filho, Sandrine Maria De Arruda Lima
No Brasil a taxa de mortalidade por câncer no colo do útero é elevada, tendo como principal fator de risco a infecção pelo Papilomavírus humano. O exame de Papanicolau é a técnica mais utilizada para a investigação das lesões precursoras deste câncer. O objetivo do estudo é avaliar a prevalência de alterações citológicas no colo do útero em mulheres situadas na faixa etária de 15 a 59 anos, em Recife – PE, no período de Janeiro de 2010 a Dezembro de 2012. Trata-se de um estudo Epidemiológico, com coleta de dados no SISCOLO/DATASUS. Os dados foram importados e analisados a partir do número de casos, lesão e faixa etária, sendo calculado o percentual e coeciente de prevalência.
{"title":"PREVALÊNCIA DE LESÕES PRÉ-NEOPLÁSICAS E NEOPLÁSICAS DE COLO UTERINO EM RECIFE, PERNAMBUCO DE 2010 A 2012","authors":"Elioenai Eglá Fagundes Silveira, Jeymesson Raphael Cardoso Vieira, João Luiz Quirino da Silva Filho, Sandrine Maria De Arruda Lima","doi":"10.37115/rms.v1i3.35","DOIUrl":"https://doi.org/10.37115/rms.v1i3.35","url":null,"abstract":"No Brasil a taxa de mortalidade por câncer no colo do útero é elevada, tendo como principal fator de risco a infecção pelo Papilomavírus humano. O exame de Papanicolau é a técnica mais utilizada para a investigação das lesões precursoras deste câncer. O objetivo do estudo é avaliar a prevalência de alterações citológicas no colo do útero em mulheres situadas na faixa etária de 15 a 59 anos, em Recife – PE, no período de Janeiro de 2010 a Dezembro de 2012. Trata-se de um estudo Epidemiológico, com coleta de dados no SISCOLO/DATASUS. Os dados foram importados e analisados a partir do número de casos, lesão e faixa etária, sendo calculado o percentual e coeciente de prevalência.","PeriodicalId":274838,"journal":{"name":"Revista Multidisciplinar do Sertão","volume":"15 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-09-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"124120710","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Thayse Gabriely Brandão Nogueira, Viviane De Souza Brandão Lima
Ouvir as frequentes queixas das gestantes durante o pré-natal é de suma importância, no que diz respeito a ajudar evitar potenciais riscos obstétricos a gestante e ao neonato. Objetivou-se com este estudo conhecer as principais queixas das gestantes no acompanhamento pré-natal na visão dos enfermeiros. Trata-se de um estudo transversal, descritivo de abordagem quantitativa realizada com 20 enfermeiras das USF do município de Serra Talhada – PE. Os dados foram coletados através de um questionário com 10 perguntas objetivas, no período de outubro à novembro de 2017. O estudo verificou que 100% destes profissionais eram do sexo feminino e que estavam na faixa etária de 24 a 27 anos. 19 destes eram especialistas em Saúde Pública e já trabalhavam a 5 anos na atenção básica. Em relação as principais queixas das gestantes na visão destes a Infecção urinária foi a mais citada, seguida de dor no baixo ventre, e dor lombar. 100% dos profissionais reconhecem estas queixas como prováveis riscos obstétricos para desencadeamento do trabalho de parto prematuro, infecções e ameaça de aborto. E ao identicarem estes problemas encaminham as gestantes para o médico da unidade e para o pré-natal de alto risco, solicitam exames e USG obstétrica. Ficando evidente, que as enfermeiras possuem um olhar clínico para identificar os riscos na consulta a partir das queixas e conseguem tomar as condutas preconizadas pelo Ministério da Saúde.
{"title":"PRINCIPAIS QUEIXAS APRESENTADAS PELAS GESTANTES DURANTE ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL NO MUNICÍPIO DE SERRA TALHADA – PE","authors":"Thayse Gabriely Brandão Nogueira, Viviane De Souza Brandão Lima","doi":"10.37115/rms.v1i3.36","DOIUrl":"https://doi.org/10.37115/rms.v1i3.36","url":null,"abstract":"Ouvir as frequentes queixas das gestantes durante o pré-natal é de suma importância, no que diz respeito a ajudar evitar potenciais riscos obstétricos a gestante e ao neonato. Objetivou-se com este estudo conhecer as principais queixas das gestantes no acompanhamento pré-natal na visão dos enfermeiros. Trata-se de um estudo transversal, descritivo de abordagem quantitativa realizada com 20 enfermeiras das USF do município de Serra Talhada – PE. Os dados foram coletados através de um questionário com 10 perguntas objetivas, no período de outubro à novembro de 2017. O estudo verificou que 100% destes profissionais eram do sexo feminino e que estavam na faixa etária de 24 a 27 anos. 19 destes eram especialistas em Saúde Pública e já trabalhavam a 5 anos na atenção básica. Em relação as principais queixas das gestantes na visão destes a Infecção urinária foi a mais citada, seguida de dor no baixo ventre, e dor lombar. 100% dos profissionais reconhecem estas queixas como prováveis riscos obstétricos para desencadeamento do trabalho de parto prematuro, infecções e ameaça de aborto. E ao identicarem estes problemas encaminham as gestantes para o médico da unidade e para o pré-natal de alto risco, solicitam exames e USG obstétrica. Ficando evidente, que as enfermeiras possuem um olhar clínico para identificar os riscos na consulta a partir das queixas e conseguem tomar as condutas preconizadas pelo Ministério da Saúde.","PeriodicalId":274838,"journal":{"name":"Revista Multidisciplinar do Sertão","volume":"54 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-09-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"123896707","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Vagner Antônio Dos Santos Silva, Felipo Pereira Bona
O trabalho o permissivo legal do Art. 1520, Código Civil Brasileiro de 2002, que autoriza o casamento infantil, caracterizado em razão de um dos cônjuges ter idade inferior a 18 anos, mais especicamente em razão desta formação familiar contar ordinariamente com a menoridade da cônjuge virago. Lança-se foco sobre a questão feminina, a m de investigar as motivações de o Ordenamento Jurídico Brasileiro admitir esta possibilidade, formalizando casamentos, sobretudo, entre homens maiores e mulheres que ainda não atingiram a maioridade. Formula-se enquanto hipótese que a consagração legal do casamento infantil em relação a crianças e adolescentes do sexo feminino revela simbolicamente a estrutura de poder do gênero masculino sobre o feminino neste instituto jurídico. A compreensão do objeto e da problemática, além da verificação da hipótese, propostos se darão sob a perspectiva teórica de Pierre Bourdieu, cuja teoria informa a propagação do poder masculino nas instituições sociais (Família, Igreja, Escola e Estado). A confirmação ou refutação da hipótese permitirá compreender se o Estado Brasileiro, no que tange ao permissivo de casamento do Art. 1520, CC, reproduz e impõe sobre à sociedade visão patriarcal e androcêntrica. Adota-se como metodologia a análise bibliográfica de dados secundários, orientando dedutivamente a análise em espeque, a fim de permitir entendimento mais abrangente sobre a temática. Objetivase a compreensão crítica do casamento infantil, enquanto um fenômeno social e jurídico, notadamente sobre o papel de (des)historicização que as instituições sociais exercem mascarando a existência da dominação masculina e interferindo no Direito, fazendo com que dispositivos legais sejam marcados pelas diferenças entre os gêneros e por valores patriarcais.
{"title":"CASAMENTO INFANTIL FEMININO E A PERPERTUAÇÃO DA DOMINAÇÃO MASCULINA","authors":"Vagner Antônio Dos Santos Silva, Felipo Pereira Bona","doi":"10.37115/rms.v1i3.43","DOIUrl":"https://doi.org/10.37115/rms.v1i3.43","url":null,"abstract":"O trabalho o permissivo legal do Art. 1520, Código Civil Brasileiro de 2002, que autoriza o casamento infantil, caracterizado em razão de um dos cônjuges ter idade inferior a 18 anos, mais especicamente em razão desta formação familiar contar ordinariamente com a menoridade da cônjuge virago. Lança-se foco sobre a questão feminina, a m de investigar as motivações de o Ordenamento Jurídico Brasileiro admitir esta possibilidade, formalizando casamentos, sobretudo, entre homens maiores e mulheres que ainda não atingiram a maioridade. Formula-se enquanto hipótese que a consagração legal do casamento infantil em relação a crianças e adolescentes do sexo feminino revela simbolicamente a estrutura de poder do gênero masculino sobre o feminino neste instituto jurídico. A compreensão do objeto e da problemática, além da verificação da hipótese, propostos se darão sob a perspectiva teórica de Pierre Bourdieu, cuja teoria informa a propagação do poder masculino nas instituições sociais (Família, Igreja, Escola e Estado). A confirmação ou refutação da hipótese permitirá compreender se o Estado Brasileiro, no que tange ao permissivo de casamento do Art. 1520, CC, reproduz e impõe sobre à sociedade visão patriarcal e androcêntrica. Adota-se como metodologia a análise bibliográfica de dados secundários, orientando dedutivamente a análise em espeque, a fim de permitir entendimento mais abrangente sobre a temática. Objetivase a compreensão crítica do casamento infantil, enquanto um fenômeno social e jurídico, notadamente sobre o papel de (des)historicização que as instituições sociais exercem mascarando a existência da dominação masculina e interferindo no Direito, fazendo com que dispositivos legais sejam marcados pelas diferenças entre os gêneros e por valores patriarcais.","PeriodicalId":274838,"journal":{"name":"Revista Multidisciplinar do Sertão","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-09-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"129109448","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Auditoria trabalhista examina os direitos e deveres dos empregadores e dos empregados - com base na legislação trabalhista e previdenciária, do contrato até o desligamento da empresa, emite relatórios com possíveis irregularidades e identica soluções para melhoria da situação atual. O objetivo geral deste trabalho foi analisar como a auditoria trabalhista ajuda a avaliar se as rotinas de trabalho estão sendo desenvolvidas corretamente de acordo com a legislação trabalhista e previdenciária, evitando assim, possíveis reclamatórias trabalhistas ou até mesmo multas de órgãos fiscalizadores. A justicativa para realização deste estudo surgiu no contato com o tema, despertando a curiosidade em aprofundar os conhecimentos sobre as possíveis medidas para evitar um passivo trabalhista nas empresas. Para isso, foi utilizada a pesquisa bibliográfica, exploratória e descritiva através de materiais referentes a auditoria trabalhista. E foi possível concluir que utilização da auditoria trabalhista como ferramenta possibilita examinar e identicar falhas, propor correções, e apresentar medidas preventivas, reduzindo assim o chamado passivo trabalhista e evitando que a empresa seja processada e pague multas. Espera-se que este trabalho seja um instrumento de estudo e desenvolvimento de novas pesquisas sobre o tema proposto e que possa facilitar a compreensão tanto das pessoas da área de contabilidade quanto os que de alguma forma se identicam com o assunto.
{"title":"AUDITORIA TRABALHISTA NAS EMPRESAS, UMA ANÁLISE DE COMO REDUZIR O PASSIVO TRABALHISTA","authors":"Juliana De Sá Gonçalves","doi":"10.37115/rms.v1i1.7","DOIUrl":"https://doi.org/10.37115/rms.v1i1.7","url":null,"abstract":"Auditoria trabalhista examina os direitos e deveres dos empregadores e dos empregados - com base na legislação trabalhista e previdenciária, do contrato até o desligamento da empresa, emite relatórios com possíveis irregularidades e identica soluções para melhoria da situação atual. O objetivo geral deste trabalho foi analisar como a auditoria trabalhista ajuda a avaliar se as rotinas de trabalho estão sendo desenvolvidas corretamente de acordo com a legislação trabalhista e previdenciária, evitando assim, possíveis reclamatórias trabalhistas ou até mesmo multas de órgãos fiscalizadores. A justicativa para realização deste estudo surgiu no contato com o tema, despertando a curiosidade em aprofundar os conhecimentos sobre as possíveis medidas para evitar um passivo trabalhista nas empresas. Para isso, foi utilizada a pesquisa bibliográfica, exploratória e descritiva através de materiais referentes a auditoria trabalhista. E foi possível concluir que utilização da auditoria trabalhista como ferramenta possibilita examinar e identicar falhas, propor correções, e apresentar medidas preventivas, reduzindo assim o chamado passivo trabalhista e evitando que a empresa seja processada e pague multas. Espera-se que este trabalho seja um instrumento de estudo e desenvolvimento de novas pesquisas sobre o tema proposto e que possa facilitar a compreensão tanto das pessoas da área de contabilidade quanto os que de alguma forma se identicam com o assunto.","PeriodicalId":274838,"journal":{"name":"Revista Multidisciplinar do Sertão","volume":"24 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-07-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"123813907","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
O Orçamento Participativo é um processo democrático de direito, através do qual a população decide sobre a aplicação dos recursos em seu município ou estado, a partir da identificação dos problemas da comunidade ou região. Essa pesquisa teve como objetivo geral identificar se existe participação da população de Princesa Isabel – PB na elaboração do Orçamento Público municipal. Justifica-se pela intenção de expor a possibilidade de ampliar os conhecimentos da realidade municipal, do atendimento e melhoria na aplicação dos recursos, minimizando a distância entre o plano de governo em atuação e a verdadeira necessidade da população. Foi utilizada uma pesquisa bibliográfica e de campo com questionário aplicado ao prefeito. Conclui-se ao final desse trabalho que o Orçamento Participativo é um instrumento de gestão e controle para a priorização das necessidades da sociedade. Porém no município de Princesa Isabel-PB mesmo existindo a participação indireta da população na elaboração do Orçamento, ainda não foi implantado como deve ser. Espera-se que a presente pesquisa sirva para a criação de novos mecanismos de participação popular, bem como os gestores dos municípios passem a utilizar o Orçamento Participativo como um meio de planejamento, gestão e controle, a fim de atender a população de maneira mais igualitária, justa e participativa.
{"title":"ORÇAMENTO PARTICIPATIVO : UMA ANÁLISE NO MUNICÍPIO DE PRINCESA ISABEL – PB","authors":"Fabiana Gomes Dos Santos, Juliana De Sá Gonçalves","doi":"10.37115/rms.v1i2.79","DOIUrl":"https://doi.org/10.37115/rms.v1i2.79","url":null,"abstract":"O Orçamento Participativo é um processo democrático de direito, através do qual a população decide sobre a aplicação dos recursos em seu município ou estado, a partir da identificação dos problemas da comunidade ou região. Essa pesquisa teve como objetivo geral identificar se existe participação da população de Princesa Isabel – PB na elaboração do Orçamento Público municipal. Justifica-se pela intenção de expor a possibilidade de ampliar os conhecimentos da realidade municipal, do atendimento e melhoria na aplicação dos recursos, minimizando a distância entre o plano de governo em atuação e a verdadeira necessidade da população. Foi utilizada uma pesquisa bibliográfica e de campo com questionário aplicado ao prefeito. Conclui-se ao final desse trabalho que o Orçamento Participativo é um instrumento de gestão e controle para a priorização das necessidades da sociedade. Porém no município de Princesa Isabel-PB mesmo existindo a participação indireta da população na elaboração do Orçamento, ainda não foi implantado como deve ser. Espera-se que a presente pesquisa sirva para a criação de novos mecanismos de participação popular, bem como os gestores dos municípios passem a utilizar o Orçamento Participativo como um meio de planejamento, gestão e controle, a fim de atender a população de maneira mais igualitária, justa e participativa.","PeriodicalId":274838,"journal":{"name":"Revista Multidisciplinar do Sertão","volume":"76 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"127512440","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Climatério é o momento em que a produção de hormônios diminui drasticamente no corpo das mulheres e sintomas como calorão e oscilação de humor surgem, de acordo com o Ministério da Saúde compreende uma faixa etária de 40 a 65 anos. O objetivo do estudo foi identicar a percepção das mulheres na faixa etária de 40 a 50 anos em uma Unidade Básica de Saúde sobre o climatério e suas mudanças emocionais e corporais, localizada no município de Princesa Isabel - PB. Foi realizado um estudo transversal com abordagem quanti-qualitativa, de caráter descritivo, com amostra de 25 usuárias da UBS. As variáveis foram analisadas por distribuição de porcentagem e comparadas á luz da literatura atual. Evidenciaram que grande maioria das mulheres não tem conhecimento sobre o climatério, 73% das mulheres climatéricas começaram a perceber as mudanças emocionais e corporais precocemente e apenas 27% perceberam essas mudanças no período adequado, elas consideram esse período complicado e desagradável em virtude das alterações emocionais e corporais. O período do climatério é importante na vida das mulheres, pois é marcado por muitas mudanças no corpo afetando ás vezes sua vida, para que ocorra uma aceitação de forma positiva referente a essa fase, sugere que os profissionais de saúde realizem palestras para que consigam amenizar essa deciência apresentada pelas mulheres e assim conseguir dar uma assistência adequada e eficiente.
{"title":"PERCEPÇÃO DAS MULHERES NA FAIXA ETÁRIA DE 40 A 50 ANOS SOBRE PERÍODO DO CLIMATÉRIO EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE PRINCESA ISABEL: MUDANÇAS EMOCIONAIS E CORPORAIS","authors":"Tamires De Sousa Xavier, Wilza Maria Pinto","doi":"10.37115/rms.v2i1.28","DOIUrl":"https://doi.org/10.37115/rms.v2i1.28","url":null,"abstract":"Climatério é o momento em que a produção de hormônios diminui drasticamente no corpo das mulheres e sintomas como calorão e oscilação de humor surgem, de acordo com o Ministério da Saúde compreende uma faixa etária de 40 a 65 anos. O objetivo do estudo foi identicar a percepção das mulheres na faixa etária de 40 a 50 anos em uma Unidade Básica de Saúde sobre o climatério e suas mudanças emocionais e corporais, localizada no município de Princesa Isabel - PB. Foi realizado um estudo transversal com abordagem quanti-qualitativa, de caráter descritivo, com amostra de 25 usuárias da UBS. As variáveis foram analisadas por distribuição de porcentagem e comparadas á luz da literatura atual. Evidenciaram que grande maioria das mulheres não tem conhecimento sobre o climatério, 73% das mulheres climatéricas começaram a perceber as mudanças emocionais e corporais precocemente e apenas 27% perceberam essas mudanças no período adequado, elas consideram esse período complicado e desagradável em virtude das alterações emocionais e corporais. O período do climatério é importante na vida das mulheres, pois é marcado por muitas mudanças no corpo afetando ás vezes sua vida, para que ocorra uma aceitação de forma positiva referente a essa fase, sugere que os profissionais de saúde realizem palestras para que consigam amenizar essa deciência apresentada pelas mulheres e assim conseguir dar uma assistência adequada e eficiente.","PeriodicalId":274838,"journal":{"name":"Revista Multidisciplinar do Sertão","volume":"26 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"127010399","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
A Insuciência Renal Crônica é definida como perda progressiva e irreversível da função renal. Essa patologia prevê terapia dialítica permanente, trazendo alterações na Qualidade de Vida e no cotidiano do paciente. Dessa forma, objetivou-se analisar a qualidade de vida de pacientes que realizam hemodiálise fora do município de Serra Talhada PE. Foi realizada uma pesquisa descritiva transversal com abordagem quantitativa no período de setembro a outubro, utilizando um questionário com 11 questões objetivas. A amostra utilizada foram 25 participantes, onde 15 foram selecionados para responder ao estudo. Os resultados encontrados são: 66,6% estão na faixa etária de 40 a 59 anos, com predominância masculina e 60% possuem ensino fundamental incompleto. Na ocorrência de outras patologias crônicas como Hipertensão Arterial Sistêmica e a Diabetes Mellitus, pode-se constatar que 37% da população apresentam hipertensão e 33% são diabéticos. Pode-se destacar que 47% fazem hemodiálise há mais de um ano e os demais a menos de um ano, neste sentindo, o estudo observou impactos negativos em relação à qualidade de vida dos pacientes no que tange ao se adaptar a esta nova realidade da dependência deste tratamento, dentre elas: dificuldade ao tratamento, distância para realizar o tratamento, desgaste físico e emocional e das viagens constantes a outras regiões para realizar a terapia dialítica. Portanto, observa-se a necessidade de uma visão multidimensional do impacto da Insuficência Renal Crônica sobre a qualidade de vida dos pacientes por parte dos representantes públicos visando implantação de um centro de hemodiálise no município estudado.
{"title":"ANÁLISE SOBRE A QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES QUE REALIZAM HEMODIÁLISE FORA DO MUNICÍPIO DE SERRA TALHADA-PE","authors":"Jaqueline Da Silva Lima, Raquel Diniz Rufino","doi":"10.37115/rms.v2i1.29","DOIUrl":"https://doi.org/10.37115/rms.v2i1.29","url":null,"abstract":"A Insuciência Renal Crônica é definida como perda progressiva e irreversível da função renal. Essa patologia prevê terapia dialítica permanente, trazendo alterações na Qualidade de Vida e no cotidiano do paciente. Dessa forma, objetivou-se analisar a qualidade de vida de pacientes que realizam hemodiálise fora do município de Serra Talhada PE. Foi realizada uma pesquisa descritiva transversal com abordagem quantitativa no período de setembro a outubro, utilizando um questionário com 11 questões objetivas. A amostra utilizada foram 25 participantes, onde 15 foram selecionados para responder ao estudo. Os resultados encontrados são: 66,6% estão na faixa etária de 40 a 59 anos, com predominância masculina e 60% possuem ensino fundamental incompleto. Na ocorrência de outras patologias crônicas como Hipertensão Arterial Sistêmica e a Diabetes Mellitus, pode-se constatar que 37% da população apresentam hipertensão e 33% são diabéticos. Pode-se destacar que 47% fazem hemodiálise há mais de um ano e os demais a menos de um ano, neste sentindo, o estudo observou impactos negativos em relação à qualidade de vida dos pacientes no que tange ao se adaptar a esta nova realidade da dependência deste tratamento, dentre elas: dificuldade ao tratamento, distância para realizar o tratamento, desgaste físico e emocional e das viagens constantes a outras regiões para realizar a terapia dialítica. Portanto, observa-se a necessidade de uma visão multidimensional do impacto da Insuficência Renal Crônica sobre a qualidade de vida dos pacientes por parte dos representantes públicos visando implantação de um centro de hemodiálise no município estudado.","PeriodicalId":274838,"journal":{"name":"Revista Multidisciplinar do Sertão","volume":"23 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"130465429","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Ericlaudia Alves de Souza, Miguel Xavier de Souza Neto, José Jefferson Marques de Sousa
Ao abrir um negócio o cliente é a primeira pessoa a se pensar, então, manter um bom relacionamento com os mesmos é fundamental importância para a organização, pois, inspira conança, interação e credibilidade em ambas as partes. As empresas perceberam a importância de um bom relacionamento com o cliente e estão investindo no marketing de relacionamento e um a um como um diferencial, resultando em vantagem competitiva. Quando a empresa introduz o marketing de relacionamento possibilita conhecer melhor seu cliente, identificando suas necessidades e desejos, através deste conhecimento pode-se planejar de forma personalizada um modelo de atendimento, para identificar características de cada cliente, atendendo assim, seus anseios. Esse relacionamento não diz respeito apenas ao contato, esse relacionamento não esta ligado de forma direta ou pessoal, mas de indicações que os clientes faz da empresa para outras pessoas, nisso resultando certamente um resultado indireto. Conclui que a utilização planejada e adequada das ferramentas oferecidas pelo marketing, direcionadas ao relacionamento mantido entre a empresa e seus clientes, permite que as organizações alcancem resultados globais mais eficientes e satisfatórios para si e para seu público-alvo.
{"title":"MARKETING DE RELACIONAMENTO COMO FERRAMENTA E FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES: UMA ANÁLISE DA EMPRESA VIRTUAL JOÃO E MARIA","authors":"Ericlaudia Alves de Souza, Miguel Xavier de Souza Neto, José Jefferson Marques de Sousa","doi":"10.37115/rms.v1i2.78","DOIUrl":"https://doi.org/10.37115/rms.v1i2.78","url":null,"abstract":"Ao abrir um negócio o cliente é a primeira pessoa a se pensar, então, manter um bom relacionamento com os mesmos é fundamental importância para a organização, pois, inspira conança, interação e credibilidade em ambas as partes. As empresas perceberam a importância de um bom relacionamento com o cliente e estão investindo no marketing de relacionamento e um a um como um diferencial, resultando em vantagem competitiva. Quando a empresa introduz o marketing de relacionamento possibilita conhecer melhor seu cliente, identificando suas necessidades e desejos, através deste conhecimento pode-se planejar de forma personalizada um modelo de atendimento, para identificar características de cada cliente, atendendo assim, seus anseios. Esse relacionamento não diz respeito apenas ao contato, esse relacionamento não esta ligado de forma direta ou pessoal, mas de indicações que os clientes faz da empresa para outras pessoas, nisso resultando certamente um resultado indireto. Conclui que a utilização planejada e adequada das ferramentas oferecidas pelo marketing, direcionadas ao relacionamento mantido entre a empresa e seus clientes, permite que as organizações alcancem resultados globais mais eficientes e satisfatórios para si e para seu público-alvo.","PeriodicalId":274838,"journal":{"name":"Revista Multidisciplinar do Sertão","volume":"4 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"128871012","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Simone Fideles de Sá, Adilson Fernando Sales de Barros
A Atenção Básica de Saúde (ABS) é tida como a porta principal de entrada da população ao Sistema Único de Saúde (SUS), assim sendo, é imprescindível que ela assume um perfil acolhedor, inclusivo, socializador, livre de qualquer tipo de preconceito, discriminação ou barreiras no seu acesso. Assim, foi instituída a política LGBT, no intuito de fortalecer essa porta, garantir acesso, direitos e reconhecimento dessas pessoas, tendo o enfermeiro como um profissional importante na efetivação da mesma, pelo papel que assume de assistente, educador e muitas vezes, coordenador da unidade. O objetivo desse estudo foi compreender os sentidos atribuídos por enfermeiros que atuam na ABS, acerca da importância do seu trabalho na assistência à saúde de LGBT's. Trata-se de um estudo descritivo, transversal, prospectivo com abordagem qualitativa, realizado nas unidades de ABS do município de Serra Talhada-PE. Constatou-se que, no âmbito da atenção básica, a população LGBT vem tendo seu direito violado, a equidade em detrimento das suas especicidades negada e sua assistência a saúde comprometida, quanto a abordagem do cuidado. O não reconhecimento dessa população como seres estigmatizados, marginalizados e invisibilizados socialmente, são fatores que acarretam nesses resultados, bem como, o décit no processo de formação do enfermeiro generalista, que não é preparado para reconhecer e atender as demandas inerentes ao público LGBT. Considerando que há carência em estudos nacionais abordando questões de sexualidade e da política LGBT, evidencia a necessidade de trabalhar com enfermeiros esses assuntos desde a sua formação.
{"title":"SAÚDE LGBT NA ATENÇÃO BÁSICA: ENFERMEIROS FRENTE AO CUIDADO INTEGRAL DESSE PÚBLICO SERRATALHADENSE","authors":"Simone Fideles de Sá, Adilson Fernando Sales de Barros","doi":"10.37115/rms.v2i1.24","DOIUrl":"https://doi.org/10.37115/rms.v2i1.24","url":null,"abstract":"A Atenção Básica de Saúde (ABS) é tida como a porta principal de entrada da população ao Sistema Único de Saúde (SUS), assim sendo, é imprescindível que ela assume um perfil acolhedor, inclusivo, socializador, livre de qualquer tipo de preconceito, discriminação ou barreiras no seu acesso. Assim, foi instituída a política LGBT, no intuito de fortalecer essa porta, garantir acesso, direitos e reconhecimento dessas pessoas, tendo o enfermeiro como um profissional importante na efetivação da mesma, pelo papel que assume de assistente, educador e muitas vezes, coordenador da unidade. O objetivo desse estudo foi compreender os sentidos atribuídos por enfermeiros que atuam na ABS, acerca da importância do seu trabalho na assistência à saúde de LGBT's. Trata-se de um estudo descritivo, transversal, prospectivo com abordagem qualitativa, realizado nas unidades de ABS do município de Serra Talhada-PE. Constatou-se que, no âmbito da atenção básica, a população LGBT vem tendo seu direito violado, a equidade em detrimento das suas especicidades negada e sua assistência a saúde comprometida, quanto a abordagem do cuidado. O não reconhecimento dessa população como seres estigmatizados, marginalizados e invisibilizados socialmente, são fatores que acarretam nesses resultados, bem como, o décit no processo de formação do enfermeiro generalista, que não é preparado para reconhecer e atender as demandas inerentes ao público LGBT. Considerando que há carência em estudos nacionais abordando questões de sexualidade e da política LGBT, evidencia a necessidade de trabalhar com enfermeiros esses assuntos desde a sua formação.","PeriodicalId":274838,"journal":{"name":"Revista Multidisciplinar do Sertão","volume":"11 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"131826630","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Flávia Felisbela Pereira de Oliveira, Viviane De Souza Brandão Lima
A endometriose é caracterizada pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina acometendo entre 5 e 15% das mulheres em idade reprodutiva e 3-5% do período pós-menopausa. Este estudo tem como objetivo relatar as experiências e vivências das mulheres com endometriose enfatizando seu diagnóstico e o tratamento. Trata-se de uma pesquisa descritiva, transversal e prospectiva, com abordagem quantitativa, feita com 15 mulheres tratadas na UNICLIN, no município de Serra Talhada-PE. O instrumento de coleta usado foi um questionário com 10 questões objetivas. O estudo mostrou que 40% das mulheres estavam na faixa etária entre 38-45 anos, destas 46,6% eram pardas, 53,4% casadas, 33,33% tinham o ensino médio completo, 33,33% tinham pós-graduação e 39,9% eram empregadas de empresas privadas. Quanto ao diagnóstico 13 destas tiveram através do exame clínico. Dismenorreia foi a principal queixa referida por 15 delas. O sentimento mais presente foi o estresse, relatado por 13 delas. Quanto ao apoio familiar 93,3% disseram ter tido esse apoio, 93,3% não tiveram conturbações com seus parceiros, 66,6% não tiveram diculdades nas relações sexuais, 80% não sentiram diferença/mudança no âmbito familiar e 80% não tiveram nterferência na vida social. A terapia medicamentosa foi prescrita para 86,4% delas. Através desta pesquisa foi possível conhecer como as mulheres com diagnóstico de endometriose se sente e que é de suma importância o apoio do parceiro e da família.
{"title":"ENDOMETRIOSE: RELATO DA VIVÊNCIA E EXPERIÊNCIA DE MULHERES FRENTE AO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO","authors":"Flávia Felisbela Pereira de Oliveira, Viviane De Souza Brandão Lima","doi":"10.37115/rms.v2i1.27","DOIUrl":"https://doi.org/10.37115/rms.v2i1.27","url":null,"abstract":"A endometriose é caracterizada pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina acometendo entre 5 e 15% das mulheres em idade reprodutiva e 3-5% do período pós-menopausa. Este estudo tem como objetivo relatar as experiências e vivências das mulheres com endometriose enfatizando seu diagnóstico e o tratamento. Trata-se de uma pesquisa descritiva, transversal e prospectiva, com abordagem quantitativa, feita com 15 mulheres tratadas na UNICLIN, no município de Serra Talhada-PE. O instrumento de coleta usado foi um questionário com 10 questões objetivas. O estudo mostrou que 40% das mulheres estavam na faixa etária entre 38-45 anos, destas 46,6% eram pardas, 53,4% casadas, 33,33% tinham o ensino médio completo, 33,33% tinham pós-graduação e 39,9% eram empregadas de empresas privadas. Quanto ao diagnóstico 13 destas tiveram através do exame clínico. Dismenorreia foi a principal queixa referida por 15 delas. O sentimento mais presente foi o estresse, relatado por 13 delas. Quanto ao apoio familiar 93,3% disseram ter tido esse apoio, 93,3% não tiveram conturbações com seus parceiros, 66,6% não tiveram diculdades nas relações sexuais, 80% não sentiram diferença/mudança no âmbito familiar e 80% não tiveram nterferência na vida social. A terapia medicamentosa foi prescrita para 86,4% delas. Através desta pesquisa foi possível conhecer como as mulheres com diagnóstico de endometriose se sente e que é de suma importância o apoio do parceiro e da família.","PeriodicalId":274838,"journal":{"name":"Revista Multidisciplinar do Sertão","volume":"14 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"116152893","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}