No presente artigo são tratadas as propriedades estéticas da mercadoria-trabalho encontradas na Revista Exame. Primeiramente, é feita a distinção entre a mercadoria e a mercadoria-trabalho. Em seguida, são relacionadas as categorias trabalho e cotidiano e as formas reflexo da ciência e reflexo da arte, de acordo com o livro Estética I, de Georg Lukács. Ainda de acordo com essa obra, também são trabalhadas as formas abstratas de reflexo estético: ritmo, simetria e proporção, e ornamentação. Logo após, mostra-se como essas formas abstratas de reflexo estético (ou “propriedades estéticas”) são reconvertidas à mercadoria-trabalho para a valorização dela. Termina-se o artigo com a análise das reportagens contidas na Revista Exame para averiguar como essas categorias se fazem presentes.
This paper deals with the aesthetic properties of commodity-labor found in Exame magazine. At first, we distinguish commodity from commodity-labor. Then, we relate the categories labor, everyday life and the reflection forms of science and art, according to the book Aesthetics I, by Georg Lukács. Also according to this book, we work with the abstract forms of aesthetic reflection, namely rhythm, symmetry and proportion, and ornamentation. Soon after, we show how these forms (or “aesthetic properties”) are converted into commodity-labor to increase their value. We conclude the article by analyzing the reports contained in Exame magazine to find out how these categories are available.
En este artículo se analizan las propiedades estéticas del trabajo como mercancía encontradas en artículos de la revista Exame. En primer lugar, se hace la distinción entre mercancía y mercancía-trabajo, posteriormente, se relacionan las categorías trabajo, vida cotidiana y las formas reflejo de la ciencia y del arte, de acuerdo con la obra “Estética I”, de Georg Lukács. Además, se trabajan las formas abstractas de reflejo estético: el ritmo, la simetría y proporción, y la ornamentación, que aparecen en la misma obra. Luego, se demuestra cómo esas formas abstractas de reflejo estético (o “propiedades estéticas”) son reconvertidas en la mercancía-trabajo para su valoración. Al final, se analizan los reportajes de la revista Exame para averiguar cómo dichas categorías se presentan.
Recentemente, foram divulgados vários casos de funcionários de corporações que adotaram postura inadequada em relação aos clientes, sinalizando que esses eventos são comuns e não raros. Neste artigo, foram entrevistados funcionários e ex-funcionários de redes de fast-food e de call centers com o objetivo de conhecer suas narrativas sobre os bastidores corporativos, focalizando a literatura sobre mau comportamento (misbehaviour) e humor como forma de resistência nas organizações. A análise aponta para duas narrativas principais: “a vingança é um prato que se serve frio” e “o cliente não é o rei”.
Recently, several cases of employees of corporations that have adopted an improper attitude toward clients were released, indicating that these events are common, not rare. In this article, we interviewed officials and former employees of fast-food and call centers in order to meet their narratives about the corporate scenes, focusing on the literature on misbehaviour and humor as a form of resistance in organizations. Our analysis points to two main narratives: revenge is a dish best served cold; and the customer is not king.
Se han divulgado recientemente varios casos de empleados de empresas que han adoptado una actitud inadecuada hacia los clientes, lo que indica que estos eventos no son raros, sino comunes. En este artículo, se entrevistan a empleados y ex empleados de cadenas de comida rápida y de centros de llamadas con el fin de conocer sus relatos sobre lo que ocurre detrás de la escena en las empresas. Se utiliza la bibliografía sobre la mala conducta (misbehaviour) y el humor como forma de resistencia en las organizaciones. El análisis señala dos ideas principales: la venganza es un plato que se sirve frío, y el cliente no es el rey.
Este estudo teve por objetivo identificar os fatores de atratividade do empregador priorizados por diferentes gerações: Baby Boomers, Geração X e Geração Y. A pesquisa foi realizada com uma amostra de 937 profissionais, atuantes em diversas áreas e empresas, em sua maioria gestores e com alto nível de instrução. Foi adotada a Escala de Atratividade do Empregador de Berthon et al. (2005) e os resultados indicam que, ao escolher uma empresa, as gerações estudadas apresentam especificidades em relação aos atributos de atratividade que priorizam. Também se observou que a geração Y é a que mais nitidamente discrimina e hierarquiza tais atributos. Possíveis implicações para o employer branding e limites da pesquisa são discutidos ao final do artigo.
This study aimed to identify the employer attractiveness factors prioritized by different generations: Baby Boomers, Generation X, and Generation Y. The survey was conducted with a sample of 937 professionals, working in various areas and companies, most of them were managers and had a high education level. The Employer Attractiveness Scale proposed by Berthon et al. (2005) was adopted and the results indicate that, when choosing a company, the generations under study have specific features regarding the attractiveness attributes they prioritize. It was also observed that Generation Y discriminates and ranks such attributes more clearly than the others. Possible implications for employer branding and research limitations are discussed at the end of the article.
Este estudio tuvo como objetivo identificar los factores del atractivo como empleador priorizados por diferentes generaciones: Baby Boomers, Generación X y Generación Y. La encuesta se realizó con una muestra de 937 profesionales, que trabajan en diferentes áreas y empresas, en su mayoría gerentes y con altos niveles de educación. Fue adoptada la Escala del Atractivo como Empleador de Berthon et al. (2005) y los resultados indican que, al elegir una empresa, las generaciones estudiadas tienen especificidades con relación a los atributos de atractivo que priorizan. También se observó que la generación Y es aquella que más claramente discrimina y jerarquiza dichos atributos. Posibles implicaciones en el employer branding y limitaciones de la investigación se discuten al final del artículo.

