Pub Date : 2018-12-20DOI: 10.36311/0102-5864.2018.V55N2.02.P3
Friedrich Engels
Nota dos editores: a Revista Novos Rumos faz homenagem aos 200 anos de nascimento de Karl Marx (1818-1883), publicando texto do próprio Friedrich Engels sobre a vida e a obra do pensador alemão. Escrito por F. Engels em junho de 1877. Publicado no Almanaque Volkskalender, Brunswick. Versão para o português – de acordo com a reprodução em espanhol do Instituto de Marxismo-Leninismo adjunto ao CC do PCUS, Editorial: Fundamentos, 1975. As notas dessa edição são de Paulo Douglas Barsotti e Rosa Maria Vieira, originalmente publicadas na Revista Nova Escrita Ensaio, “Marx Hoje”, Edição Especial, n.11-12, São Paulo: Ensaio, 1983 (a propósito dos 100 anos de morte de Karl Marx – 1818-1883).
{"title":"Karl Marx - Texto de Engels em junho de 1877","authors":"Friedrich Engels","doi":"10.36311/0102-5864.2018.V55N2.02.P3","DOIUrl":"https://doi.org/10.36311/0102-5864.2018.V55N2.02.P3","url":null,"abstract":"Nota dos editores: a Revista Novos Rumos faz homenagem aos 200 anos de nascimento de Karl Marx (1818-1883), publicando texto do próprio Friedrich Engels sobre a vida e a obra do pensador alemão. \u0000Escrito por F. Engels em junho de 1877. Publicado no Almanaque Volkskalender, Brunswick. Versão para o português – de acordo com a reprodução em espanhol do Instituto de Marxismo-Leninismo adjunto ao CC do PCUS, Editorial: Fundamentos, 1975. As notas dessa edição são de Paulo Douglas Barsotti e Rosa Maria Vieira, originalmente publicadas na Revista Nova Escrita Ensaio, “Marx Hoje”, Edição Especial, n.11-12, São Paulo: Ensaio, 1983 (a propósito dos 100 anos de morte de Karl Marx – 1818-1883).","PeriodicalId":30832,"journal":{"name":"Revista Novos Rumos Sociologicos","volume":"14 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-12-20","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"76929224","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-12-18DOI: 10.36311/0102-5864.2016.V53N2.03.P18
Gianni Fresu
A fraqueza das classes dirigente italianas é uma questão orgânica, presente em profundidade na obra de Gramsci, que abraça alguns plexos temáticos: a estagnação do desenvolvimento da civilidade comunal e a falta da formação de um estado unitário moderno; os limites do “Risorgimento” e a ausência de uma realizada dialética parlamentar na idade liberal, a «revolução passiva» como método permanente de modernização conservadora. Nessa temática tem um lugar central ainda o fenômeno da absorção, por parte do Estado e das classes dominantes, dos intelectuais e dirigentes do movimento operário nas fases de «inflexão histórica». A análise de Gramsci acerca deste fenômeno lança uma luz nova sobre o problema tipicamente italiano do «transformismo», não um simples fenômeno de maus costumes políticos, mas um preciso processo de cooptação, desde o “Risorgimento” e a partir desse período, através do qual as classes dominantes têm consolidado o seu poder, absorvendo metodicamente os elementos novos emersos dos acontecimentos políticos e sociais.
{"title":"O transformismo permanente: Gramsci e a crítica do fetichismo histórico e da mitologia nacional","authors":"Gianni Fresu","doi":"10.36311/0102-5864.2016.V53N2.03.P18","DOIUrl":"https://doi.org/10.36311/0102-5864.2016.V53N2.03.P18","url":null,"abstract":"A fraqueza das classes dirigente italianas é uma questão orgânica, presente em profundidade na obra de Gramsci, que abraça alguns plexos temáticos: a estagnação do desenvolvimento da civilidade comunal e a falta da formação de um estado unitário moderno; os limites do “Risorgimento” e a ausência de uma realizada dialética parlamentar na idade liberal, a «revolução passiva» como método permanente de modernização conservadora. Nessa temática tem um lugar central ainda o fenômeno da absorção, por parte do Estado e das classes dominantes, dos intelectuais e dirigentes do movimento operário nas fases de «inflexão histórica». A análise de Gramsci acerca deste fenômeno lança uma luz nova sobre o problema tipicamente italiano do «transformismo», não um simples fenômeno de maus costumes políticos, mas um preciso processo de cooptação, desde o “Risorgimento” e a partir desse período, através do qual as classes dominantes têm consolidado o seu poder, absorvendo metodicamente os elementos novos emersos dos acontecimentos políticos e sociais.","PeriodicalId":30832,"journal":{"name":"Revista Novos Rumos Sociologicos","volume":"11 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-12-18","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"84861921","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-06-30DOI: 10.36311/0102-5864.2018.V55N1.09.P166
Angélica Lovatto
Este artigo apresenta a discussão que a socióloga Heleieth Saffioti realizou em pesquisa realizada nos anos 1960, inicialmente como doutorado e depois complementado para sua Livre-Docência, sobre o tema da mulher na sociedade de classes, que viria a se tornar um texto pioneiro no Brasil sobre feminismo, marxismo e luta de classes. Publicado como livro em 1969, A mulher na sociedade de classes: mito e realidade é um texto de atualidade impressionante porque traz uma proposta metodológica para o estudo das questões da exploração feminina no capitalismo, além da abordagem histórica, econômica, política e cultural.
{"title":"Heleieth Saffioti e o pioneirismo nos estudos do feminismo no Brasil","authors":"Angélica Lovatto","doi":"10.36311/0102-5864.2018.V55N1.09.P166","DOIUrl":"https://doi.org/10.36311/0102-5864.2018.V55N1.09.P166","url":null,"abstract":"Este artigo apresenta a discussão que a socióloga Heleieth Saffioti realizou em pesquisa realizada nos anos 1960, inicialmente como doutorado e depois complementado para sua Livre-Docência, sobre o tema da mulher na sociedade de classes, que viria a se tornar um texto pioneiro no Brasil sobre feminismo, marxismo e luta de classes. Publicado como livro em 1969, A mulher na sociedade de classes: mito e realidade é um texto de atualidade impressionante porque traz uma proposta metodológica para o estudo das questões da exploração feminina no capitalismo, além da abordagem histórica, econômica, política e cultural.","PeriodicalId":30832,"journal":{"name":"Revista Novos Rumos Sociologicos","volume":"29 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"76879013","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-06-30DOI: 10.36311/0102-5864.2018.v55n1.03.p19
Poe Yu-Ze Wan
Este artigo tenta avaliar as críticas importantes, mas amplamente ignoradas de Mario Bunge à dialética, entendida aqui segundo a acepção de Friedrich Engels e Leon Trotsky. Argumenta-se que, embora algumas das críticas de Bunge sejam importantes, os princípios que permeiam o trabalho de cientistas dialéticos (como Stephen Rose, Lewis, Lewontin, Stephen Jay Gould, etc.) são ainda compatíveis com a aproximação sistêmica e emergentista de Bunge. Finalmente, inferimos que a dialética é melhor compreendida se analisada como uma ferramenta heurística, podendo, se assim utilizada, ser útil para cientistas fortalecerem ou refinarem seus próprios princípios metodológicos, facilitando assim a pesquisa empírica em si.
{"title":"Dialética, Complexidade e a Abordagem Sistêmica: por uma Reconciliação Crítica","authors":"Poe Yu-Ze Wan","doi":"10.36311/0102-5864.2018.v55n1.03.p19","DOIUrl":"https://doi.org/10.36311/0102-5864.2018.v55n1.03.p19","url":null,"abstract":"Este artigo tenta avaliar as críticas importantes, mas amplamente ignoradas de Mario Bunge à dialética, entendida aqui segundo a acepção de Friedrich Engels e Leon Trotsky. Argumenta-se que, embora algumas das críticas de Bunge sejam importantes, os princípios que permeiam o trabalho de cientistas dialéticos (como Stephen Rose, Lewis, Lewontin, Stephen Jay Gould, etc.) são ainda compatíveis com a aproximação sistêmica e emergentista de Bunge. Finalmente, inferimos que a dialética é melhor compreendida se analisada como uma ferramenta heurística, podendo, se assim utilizada, ser útil para cientistas fortalecerem ou refinarem seus próprios princípios metodológicos, facilitando assim a pesquisa empírica em si.","PeriodicalId":30832,"journal":{"name":"Revista Novos Rumos Sociologicos","volume":"49 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"74979119","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-06-30DOI: 10.36311/0102-5864.2018.V55N1.06.P91
H. Oliveira, Emmanuel Nakamura
O presente artigo busca apontar as dificuldades do tratamento não sistemático do conceito de Estado (bem como das relações recíprocas entre capital e Estado) por parte de K. Marx em O Capital. Como se sabe, Marx não se ocupou sistematicamente deste conceito, mas seria esse “ponto cego” de sua teoria da moderna sociedade civil burguesa algo de irremediável? Quais são as ligações e os distanciamentos entre a teoria do capital e o problema do Estado? Neste breve texto apresentamos oito teses extraídas da leitura do Livro I de O Capital como uma contribuição para este debate que segue aberto.
{"title":"Teses sobre Capital e Estado","authors":"H. Oliveira, Emmanuel Nakamura","doi":"10.36311/0102-5864.2018.V55N1.06.P91","DOIUrl":"https://doi.org/10.36311/0102-5864.2018.V55N1.06.P91","url":null,"abstract":"O presente artigo busca apontar as dificuldades do tratamento não sistemático do conceito de Estado (bem como das relações recíprocas entre capital e Estado) por parte de K. Marx em O Capital. Como se sabe, Marx não se ocupou sistematicamente deste conceito, mas seria esse “ponto cego” de sua teoria da moderna sociedade civil burguesa algo de irremediável? Quais são as ligações e os distanciamentos entre a teoria do capital e o problema do Estado? Neste breve texto apresentamos oito teses extraídas da leitura do Livro I de O Capital como uma contribuição para este debate que segue aberto.","PeriodicalId":30832,"journal":{"name":"Revista Novos Rumos Sociologicos","volume":"15 12 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"83735017","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-06-30DOI: 10.36311/0102-5864.2018.V55N1.07.P103
F. Tomassoni
O setor do petróleo angolano durante a dominação portuguesa é um objeto útil para questionar este cânone historiográfico. O estudo deste objeto realça três questões fundamentais: uma leitura da Guerra Fria que escapa a leituras bipolares; a existência de líneas de força que se constituem durante a dominação colonial, mas não necessariamente subordinadas a esta dominação, que representam forças tão poderosas ate poderem influenciar todo o processo da independência; a interceção da ultima fase do colonialismo português com o imperialismo americano e com os mecanismos mundiais de afirmação da hegemonia EUA.
{"title":"A trajetória hegemônica do petróleo angolano","authors":"F. Tomassoni","doi":"10.36311/0102-5864.2018.V55N1.07.P103","DOIUrl":"https://doi.org/10.36311/0102-5864.2018.V55N1.07.P103","url":null,"abstract":"O setor do petróleo angolano durante a dominação portuguesa é um objeto útil para questionar este cânone historiográfico. O estudo deste objeto realça três questões fundamentais: uma leitura da Guerra Fria que escapa a leituras bipolares; a existência de líneas de força que se constituem durante a dominação colonial, mas não necessariamente subordinadas a esta dominação, que representam forças tão poderosas ate poderem influenciar todo o processo da independência; a interceção da ultima fase do colonialismo português com o imperialismo americano e com os mecanismos mundiais de afirmação da hegemonia EUA.","PeriodicalId":30832,"journal":{"name":"Revista Novos Rumos Sociologicos","volume":"59 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"75063856","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-06-30DOI: 10.36311/0102-5864.2018.V55N1.05.P71
L. Aliaga
Vilfredo Pareto é reconhecidamente um crítico de Karl Marx, no entanto, sob o conjunto de sua vigorosa obra é possível observar não apenas a contraposição, a rejeição pura e simples dos conceitos marxianos, observa-se, outrossim, uma agenda de pesquisa ordenada pelos problemas oferecidos por Marx e pelo marxismo. Este artigo tem como objetivo, portanto, demonstrar que a leitura feita por Pareto da filosofia marxiana e marxista se orienta inegavelmente pela crítica, contudo, a análise deixa entrever não apenas aproximações temáticas, mas também “apropriações” de temas e problemas marxistas que aparecerão reelaborados no interior do elitismo paretiano.
{"title":"Pareto, crítico de Marx","authors":"L. Aliaga","doi":"10.36311/0102-5864.2018.V55N1.05.P71","DOIUrl":"https://doi.org/10.36311/0102-5864.2018.V55N1.05.P71","url":null,"abstract":"Vilfredo Pareto é reconhecidamente um crítico de Karl Marx, no entanto, sob o conjunto de sua vigorosa obra é possível observar não apenas a contraposição, a rejeição pura e simples dos conceitos marxianos, observa-se, outrossim, uma agenda de pesquisa ordenada pelos problemas oferecidos por Marx e pelo marxismo. Este artigo tem como objetivo, portanto, demonstrar que a leitura feita por Pareto da filosofia marxiana e marxista se orienta inegavelmente pela crítica, contudo, a análise deixa entrever não apenas aproximações temáticas, mas também “apropriações” de temas e problemas marxistas que aparecerão reelaborados no interior do elitismo paretiano.","PeriodicalId":30832,"journal":{"name":"Revista Novos Rumos Sociologicos","volume":"8 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"82310799","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-06-30DOI: 10.36311/0102-5864.2018.v55n1.02.p3
K. Marx
A Revista Novos Rumos publica, neste ano em que se comemoram os 200 anos do nascimento de Karl Marx (1818-1883), a entrevista que Bert Andréas publicou quando das comemorações dos 150 anos do nascimento do pensador alemão. A entrevista de Marx ao Chicago Tribune foi traduzida, aos cuidados de Bert Andréas, para o alemão no Archiv fur Sozialgeschichte, V, 1965, p. 363-76, sobr o título: "Marx uber die SPD, Bismarck und das Sociallistengesetz". As notas foram redigidas e acrescentadas pelo apresentador, quando da versão francesa, publicada no primeiro trimestre de 1968, pelo Número Especial (7) de L'Homme et la Société, por ocasião do 150. Aniversário do Nascimento de Karl Marx. Tradução do francês por W. M. David. Revisão técnica de J. Chasin. Entrevista publicada em portugês, originalmente, na Revista Escrita Ensaio, "Marx Hoje", São Paulo: Ensaio, Edição Especial, Ano V. n.11/12, 1983. Nota dos editores: Herbert Friedrich Andréas (1914-1984). Historiador, jornalista e bibliógrafo alemão. Chegou a passar no Brasil em missão partidária em 1935. Viveu a maior parte de sua vida no exílio em função do regime nazista e só recuperou sua cidadania alemã depois de 1953. De 1952 a 1962 foi membro da Biblioteca Giangiacomo Feltrinelli. Durante este tempo, ele descobriu documentos desconhecidos da família Marx e encontrou a biblioteca da Associação Geral do Trabalho Genevan, fundada em 1840 com cópias de Moses Hess e Johann Philipp Becker em uma adega de carvão. Seu trabalho acadêmico mais importante foi provavelmente sua bibliografia de impressões e traduções de O Manifesto Comunista.
在卡尔·马克思诞辰200周年(1818-1883)之际,《Novos Rumos》杂志发表了Bert andreas在纪念卡尔·马克思诞辰150周年时发表的采访。马克思对《芝加哥论坛报》的采访由伯特·安德烈亚斯翻译成德语,载于Archiv fur sozialgeschhte, V, 1965, p. 363-76,标题为“马克思uber die SPD, Bismarck und das Sociallistengesetz”。这些笔记是由主持人从1968年第一季度出版的法语版本中编写和添加的,并在150周年之际由L'Homme et la societe特刊(7)出版。卡尔·马克思诞辰纪念日。由W. M. David翻译成法语。J. Chasin的技术评论。采访以葡萄牙语发表,最初发表在《马克思·霍伊》杂志上,sao保罗:文章,特别版,1983年第11/12期。编者注:赫伯特·弗里德里希andreas(1914-1984)。德国历史学家、记者和书目学家。1935年,他去了巴西执行党派任务。他一生的大部分时间都在流亡中度过,直到1953年才重新获得德国公民身份。从1952年到1962年,他是Giangiacomo Feltrinelli图书馆的成员。在此期间,他发现了不知名的马克思家族文件,并在一个煤库中发现了成立于1840年的日内瓦劳工总协会图书馆,里面有Moses Hess和Johann Philipp Becker的副本。他最重要的著作是《自然哲学》,这是一本关于自然哲学的专著。
{"title":"Karl Marx - Entrevista com o fundador do socialismo moderno (Chicago Tribune, dez 1878) - Apresentação de Bert Andréas","authors":"K. Marx","doi":"10.36311/0102-5864.2018.v55n1.02.p3","DOIUrl":"https://doi.org/10.36311/0102-5864.2018.v55n1.02.p3","url":null,"abstract":"A Revista Novos Rumos publica, neste ano em que se comemoram os 200 anos do nascimento de Karl Marx (1818-1883), a entrevista que Bert Andréas publicou quando das comemorações dos 150 anos do nascimento do pensador alemão. \u0000A entrevista de Marx ao Chicago Tribune foi traduzida, aos cuidados de Bert Andréas, para o alemão no Archiv fur Sozialgeschichte, V, 1965, p. 363-76, sobr o título: \"Marx uber die SPD, Bismarck und das Sociallistengesetz\". As notas foram redigidas e acrescentadas pelo apresentador, quando da versão francesa, publicada no primeiro trimestre de 1968, pelo Número Especial (7) de L'Homme et la Société, por ocasião do 150. Aniversário do Nascimento de Karl Marx. Tradução do francês por W. M. David. Revisão técnica de J. Chasin. Entrevista publicada em portugês, originalmente, na Revista Escrita Ensaio, \"Marx Hoje\", São Paulo: Ensaio, Edição Especial, Ano V. n.11/12, 1983. \u0000Nota dos editores: Herbert Friedrich Andréas (1914-1984). Historiador, jornalista e bibliógrafo alemão. Chegou a passar no Brasil em missão partidária em 1935. Viveu a maior parte de sua vida no exílio em função do regime nazista e só recuperou sua cidadania alemã depois de 1953. De 1952 a 1962 foi membro da Biblioteca Giangiacomo Feltrinelli. Durante este tempo, ele descobriu documentos desconhecidos da família Marx e encontrou a biblioteca da Associação Geral do Trabalho Genevan, fundada em 1840 com cópias de Moses Hess e Johann Philipp Becker em uma adega de carvão. Seu trabalho acadêmico mais importante foi provavelmente sua bibliografia de impressões e traduções de O Manifesto Comunista. ","PeriodicalId":30832,"journal":{"name":"Revista Novos Rumos Sociologicos","volume":"10 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"87658889","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-06-30DOI: 10.36311/0102-5864.2019.V56N1.01.P1
Marcos Del Roio
Palavra do Editor - Marcos Del Roio
来自编辑的消息-马科斯·德尔·罗伊奥
{"title":"Palavra do Editor","authors":"Marcos Del Roio","doi":"10.36311/0102-5864.2019.V56N1.01.P1","DOIUrl":"https://doi.org/10.36311/0102-5864.2019.V56N1.01.P1","url":null,"abstract":"Palavra do Editor - Marcos Del Roio","PeriodicalId":30832,"journal":{"name":"Revista Novos Rumos Sociologicos","volume":"23 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"83217272","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-06-30DOI: 10.36311/0102-5864.2018.V55N1.04.P59
Antonino Infranca
O artigo trata do quarto e último capítulo da segunda parte de Ontologia do Ser Social, de György Lukács. O estranhamento é um fenômeno do desenvolvimento do ser social na sociedade humana em geral, independentemente da época histórica, embora cada época tenha a sua própria forma de estranhamento, que é tão complexa como são as complexas relações sociais e humanas dentro de cada sociedade.
{"title":"O estranhamento na ontologia do ser social","authors":"Antonino Infranca","doi":"10.36311/0102-5864.2018.V55N1.04.P59","DOIUrl":"https://doi.org/10.36311/0102-5864.2018.V55N1.04.P59","url":null,"abstract":"O artigo trata do quarto e último capítulo da segunda parte de Ontologia do Ser Social, de György Lukács. O estranhamento é um fenômeno do desenvolvimento do ser social na sociedade humana em geral, independentemente da época histórica, embora cada época tenha a sua própria forma de estranhamento, que é tão complexa como são as complexas relações sociais e humanas dentro de cada sociedade.","PeriodicalId":30832,"journal":{"name":"Revista Novos Rumos Sociologicos","volume":"63 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-06-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"77808792","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}