Pub Date : 2018-10-16DOI: 10.26694/pensando.v9i17.7377
Beatriz Porcel
Resumen: En este trabajo se intentara mostrar que la filosofia de Hannah Arendt puede ser leida al interior de un contexto enmarcado por la antropologia politica en la medida en que ha discutido –contra la reductio ad unum de la tradicion- la existencia de un mundo humano plural, una naturaleza terrestre como insuperable condicion de la vida que para la autora se define como condicion humana. A lo largo de su obra Arendt ha mostrado lo que denominamos ‘figuras’ para una antropologia politica, entre las cuales hemos elegido la figura del quien . Vamos a discutir el estatuto teorico que presenta en Arendt la cuestion de los seres singulares que en La Condicion Humana la autora designa con los terminos quien y alguien .
{"title":"Hannah Arendt: el “quién”, una antropología para la filosofía política.","authors":"Beatriz Porcel","doi":"10.26694/pensando.v9i17.7377","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/pensando.v9i17.7377","url":null,"abstract":"Resumen: En este trabajo se intentara mostrar que la filosofia de Hannah Arendt puede ser leida al interior de un contexto enmarcado por la antropologia politica en la medida en que ha discutido –contra la reductio ad unum de la tradicion- la existencia de un mundo humano plural, una naturaleza terrestre como insuperable condicion de la vida que para la autora se define como condicion humana. A lo largo de su obra Arendt ha mostrado lo que denominamos ‘figuras’ para una antropologia politica, entre las cuales hemos elegido la figura del quien . Vamos a discutir el estatuto teorico que presenta en Arendt la cuestion de los seres singulares que en La Condicion Humana la autora designa con los terminos quien y alguien .","PeriodicalId":40593,"journal":{"name":"Pensando-Revista de Filosofia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-10-16","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"44362600","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-10-16DOI: 10.26694/PENSANDO.V9I17.7415
F. J. Nascimento
O objetivo do artigo é refletir sobre a atualidade e o alcance do conteúdo da obra A condição humana de Hannah Arendt, a partir da afirmação contida no prefácio de que “o que estamos fazendo é o tema central desse livro”. Para esse fim, partimos da contextualização da obra, mostrando que o livro deve ser lido como a obra de uma judia contemporânea da Segunda Guerra que sofreu as consequências da ascensão do nazismo no seu país e, segundo, que a sua concepção está ligada ao que foi desenvolvido anteriormente em Origens do totalitarismo.
{"title":"A atualidade de A Condição Humana de Hannah Arendt: “O que estamos fazendo”","authors":"F. J. Nascimento","doi":"10.26694/PENSANDO.V9I17.7415","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/PENSANDO.V9I17.7415","url":null,"abstract":"O objetivo do artigo é refletir sobre a atualidade e o alcance do conteúdo da obra A condição humana de Hannah Arendt, a partir da afirmação contida no prefácio de que “o que estamos fazendo é o tema central desse livro”. Para esse fim, partimos da contextualização da obra, mostrando que o livro deve ser lido como a obra de uma judia contemporânea da Segunda Guerra que sofreu as consequências da ascensão do nazismo no seu país e, segundo, que a sua concepção está ligada ao que foi desenvolvido anteriormente em Origens do totalitarismo.","PeriodicalId":40593,"journal":{"name":"Pensando-Revista de Filosofia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-10-16","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"46934053","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-10-16DOI: 10.26694/PENSANDO.V9I17.7433
H. Adverse
Resumo: Este trabalho tem por primeiro objetivo examinar os fundamentos das críticas de Hannah Arendt à democracia representativa. Para tanto, será preciso retomar os aspectos centrais de suas análises da democracia grega, incluindo suas invectivas contra a tradição da Filosofia Política que teria obscurecido seu sentido autêntico. Em segundo lugar, o artigo tenta demonstrar que as reservas de Arendt a respeito da democracia representativa não conduz, em absoluto, a sua completa rejeição.Palavras-Chave: Hannah Arendt, democracia, representação, pluralidade.
{"title":"Arendt e a Democracia Representativa","authors":"H. Adverse","doi":"10.26694/PENSANDO.V9I17.7433","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/PENSANDO.V9I17.7433","url":null,"abstract":"Resumo: Este trabalho tem por primeiro objetivo examinar os fundamentos das críticas de Hannah Arendt à democracia representativa. Para tanto, será preciso retomar os aspectos centrais de suas análises da democracia grega, incluindo suas invectivas contra a tradição da Filosofia Política que teria obscurecido seu sentido autêntico. Em segundo lugar, o artigo tenta demonstrar que as reservas de Arendt a respeito da democracia representativa não conduz, em absoluto, a sua completa rejeição.Palavras-Chave: Hannah Arendt, democracia, representação, pluralidade. ","PeriodicalId":40593,"journal":{"name":"Pensando-Revista de Filosofia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-10-16","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"43618559","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-10-16DOI: 10.26694/PENSANDO.V9I17.7382
Giovanni Rolla
Primeiro apresento as linhas gerais do programa de pesquisa sobre cognição corporificada. Em uma posição central nesse programa, está a tese de que a cognição atravessa cérebro, corpo e mundo – e que, portanto, atividades cognitivas não são eventos exclusivamente intracraniais que ocorrem pela manipulação de representações. Eu apresento a gênese histórica desse programa, a saber, o projeto autopoiético dos chilenos Humberto Maturana e Francisco Varela. Desse projeto, é possível atestar um plano de fundo antirrealista e construtivista, segundo o qual a cognição é uma construção do mundo pelo organismo. Depois, eu apresento o fundamento teórico que recentemente tomou os holofotes do programa, a saber, o enativismo sensório-motor. Esse enativismo manifesta o compromisso com um realismo comedido, segundo o qual há estruturas objetivas a serem exploradas de acordo com a morfologia corpórea do organismo. Assim, observa-se uma tensão epistemológica no cerne do programa. Eu apresento uma possibilidade de resolução dessa tensão pela rejeição de uma das teses centrais do projeto autopoiético – a continuidade forte entre vida e cognição – e por uma melhor interpretação do que significa dizer que a cognição requer que o oragnismo “construa” o seu ambiente.
{"title":"A tensão epistemológica no Programa de Pesquisa sobre Cognição Corporificada","authors":"Giovanni Rolla","doi":"10.26694/PENSANDO.V9I17.7382","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/PENSANDO.V9I17.7382","url":null,"abstract":"Primeiro apresento as linhas gerais do programa de pesquisa sobre cognição corporificada. Em uma posição central nesse programa, está a tese de que a cognição atravessa cérebro, corpo e mundo – e que, portanto, atividades cognitivas não são eventos exclusivamente intracraniais que ocorrem pela manipulação de representações. Eu apresento a gênese histórica desse programa, a saber, o projeto autopoiético dos chilenos Humberto Maturana e Francisco Varela. Desse projeto, é possível atestar um plano de fundo antirrealista e construtivista, segundo o qual a cognição é uma construção do mundo pelo organismo. Depois, eu apresento o fundamento teórico que recentemente tomou os holofotes do programa, a saber, o enativismo sensório-motor. Esse enativismo manifesta o compromisso com um realismo comedido, segundo o qual há estruturas objetivas a serem exploradas de acordo com a morfologia corpórea do organismo. Assim, observa-se uma tensão epistemológica no cerne do programa. Eu apresento uma possibilidade de resolução dessa tensão pela rejeição de uma das teses centrais do projeto autopoiético – a continuidade forte entre vida e cognição – e por uma melhor interpretação do que significa dizer que a cognição requer que o oragnismo “construa” o seu ambiente.","PeriodicalId":40593,"journal":{"name":"Pensando-Revista de Filosofia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-10-16","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"46500119","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}